Brasil
Nova chamada com apoio do MMA impulsiona áreas protegidas na Caatinga, Pampa e Pantanal
O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) apoia a nova chamada de projetos do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), voltada à criação e/ou ampliação de Unidades de Conservação (UCs) municipais nos biomas Caatinga, Pampa e Pantanal.
A iniciativa integra o Projeto GEF Terrestre e busca fortalecer a proteção da biodiversidade e a gestão ambiental em nível local, com foco na ampliação de áreas protegidas e no fortalecimento da governança territorial.
Clique aqui para submeter sua proposta.
As inscrições seguem abertas até as 18h do dia 30 de março. A chamada prevê o apoio a pelo menos três propostas, com recursos totais de R$ 1,2 milhão. Cada projeto poderá receber entre R$ 250 mil e R$ 450 mil e deverá ser executado em até 12 meses.
Podem participar associações civis, fundações privadas e cooperativas. Para orientar os proponentes, foi realizada, em 17 de março, uma reunião de esclarecimento de dúvidas.Acesse aqui a reunião de esclarecimentos.
As propostas devem ser submetidas conforme orientações do edital, e eventuais dificuldades no processo podem ser comunicadas ao e-mail [email protected].
O Projeto GEF Terrestre
O Projeto GEF Áreas Terrestres apoia a conservação da biodiversidade no Brasil por meio do fortalecimento e ampliação de áreas protegidas. A iniciativa atua no manejo integrado da paisagem, promovendo a criação e consolidação de unidades de conservação e a articulação entre diferentes instrumentos de gestão territorial.
O projeto também contribui para o fortalecimento do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) e está alinhado aos compromissos do país com a conservação da biodiversidade, ampliando a proteção de ecossistemas e fortalecendo a governança ambiental nos territórios.
Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA
Brasil
Ministério da Justiça e Segurança Pública notifica Google e Apple sobre aplicativos de bets ilegais
Brasília – 18/4/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) enviou ofícios à Google Brasil e à Apple, nesta sexta-feira (17,) solicitando esclarecimentos sobre a disponibilização de aplicativos de apostas ilegais — os chamados bets — em suas respectivas lojas virtuais, a Play Store e a App Store, sem autorização do Ministério da Fazenda.
Os Ofícios nº 455 e nº 456/2026, assinados pelo Secretário Nacional de Direitos Digitais e pelo Secretário Nacional do Consumidor, foram produzidos a partir de monitoramento de rotina da Coordenação-Geral de Classificação Indicativa da Secretaria Nacional de Direitos Digitais (SEDIGI).
O levantamento identificou, em caráter preliminar, inúmeros aplicativos disponíveis para download que aparentemente promovem, ofertam ou viabilizam o acesso a apostas de quota fixa e outras modalidades lotéricas sem autorização regulatória emitida pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.
De acordo com os ofícios, os aplicativos identificados não estão sequer dissimulados sob o pretexto de outras funcionalidades, sendo encontrados com facilidade por meio de termos de busca simples, como a expressão “jogo do Tigrinho”. Exemplos dos aplicativos levantados constam nos anexos dos documentos.
O Ministério aponta que as condutas identificadas, em juízo preliminar, contrariam a legislação de proteção dos direitos da criança e do adolescente na internet — especificamente o art. 6°, inciso IV, da Lei nº 15.211/2025 — e o Código de Defesa do Consumidor (arts. 10, 18 e 39, inciso IV), podendo resultar em responsabilização solidária de toda a cadeia de fornecedores. Destaca-se ainda o art. 21 do Decreto 12.880/ 2026, que regulamenta o ECA Digital e determina expressamente que lojas de aplicações e sistemas operacionais devem impedir a disponibilização de produtos ou serviços que promovam acesso a loterias não autorizadas pelos órgãos competentes.
As empresas notificadas devem apresentar esclarecimentos circunstanciados e acompanhados de documentação comprobatória sobre as políticas internas aplicáveis à distribuição de aplicativos de apostas; os procedimentos de triagem prévia adotados para verificar autorizações regulatórias e mecanismos de verificação de idade; e uma relação nominal atualizada de todos os aplicativos das categorias Loterias, Apostas, Cassino, Bets e correlatas atualmente disponíveis para usuários no Brasil, com indicação do desenvolvedor responsável, classificação indicativa e autorização regulatória declarada.
O Ministério ressalta que a lista oficial das operadoras de apostas de quota fixa regularmente autorizadas no âmbito federal é mantida pelo Ministério da Fazenda e está disponível para consulta pública em gov.br/fazenda (acrescentar link), o que torna a verificação da regularidade dos aplicativos uma providência de baixa complexidade operacional.
Os ofícios têm natureza informativa e instrutória, não constituindo, por si sós, aplicação de sanção. Contudo, as respostas apresentadas — ou sua ausência — poderão permitir a instauração de procedimento administrativo próprio.
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