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Nota à imprensa

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, manifesta apoio à decisão proferida pelo ministro Flávio Dino no Mandado de Injunção nº 7516, que trata da regulamentação da exploração mineral, com especial atenção ao povo indígena Cinta Larga, em conformidade com a Constituição Federal.

Para Silveira, a decisão revela sensibilidade institucional e responsabilidade com o interesse público, ao reconhecer o papel do Estado brasileiro na promoção de uma mineração segura, responsável e juridicamente amparada, capaz de gerar riqueza de forma legítima, com base na legalidade, na segurança jurídica e na boa governança.

Segundo o ministro, o entendimento parte de um diagnóstico objetivo e incontornável: a atividade mineral ilegal já ocorre em diversos territórios do país, à margem do Estado, sem controle ambiental, social ou institucional, produzindo degradação ambiental, violência e pobreza. Diante dessa realidade, a regulamentação surge como instrumento de proteção ao meio ambiente, aos povos indígenas e à soberania nacional.

Para o ministro Alexandre Silveira, a decisão fortalece a capacidade do Estado de planejar, regular e fiscalizar a atividade mineral, criando um ambiente institucional mais claro e seguro. Onde não há mineração legal, prevalecem práticas criminosas. Com regras claras, fiscalização efetiva e presença do poder público, é possível substituir atividades predatórias por mineração responsável, sujeita a licenciamento ambiental, monitoramento permanente e recuperação de áreas degradadas.

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O ministro ressalta que qualquer iniciativa de desenvolvimento mineral somente é legítima quando respeita o protagonismo e a autodeterminação dos povos indígenas, assegurando consulta livre, prévia e informada, participação efetiva nas decisões e acesso transparente às informações. A atividade mineral apenas pode ocorrer quando resultar de uma escolha consciente das comunidades, com participação justa nos benefícios econômicos e sociais.
Ao estabelecer limites e condicionantes rigorosas, a decisão reafirma o equilíbrio entre geração de riqueza, proteção ambiental e justiça social, orientando-se pelos princípios da precaução, da proporcionalidade e da sustentabilidade. A retirada de atividades ilegais é condição essencial para o fortalecimento da governança pública e para decisões legítimas em ambiente seguro.

Alexandre Silveira reafirma seu compromisso pessoal com uma mineração moderna, sustentável e inclusiva, articulada entre os diferentes órgãos do Estado, voltada à transformação responsável dos recursos naturais em desenvolvimento econômico e social de longo prazo para o Brasil.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Brasil reforça compromisso com pesca e aquicultura sustentáveis e segurança alimentar na FAO

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O Brasil reforçou o compromisso com a pesca sustentável, a aquicultura responsável e a segurança alimentar durante a 37ª Sessão do Comitê de Pesca da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, na Itália. A participação ministerial marca o retorno do Brasil ao principal fórum internacional de discussão sobre pesca e aquicultura após 14 anos.


Em seu discurso inaugural, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou a recriação do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em 2023, e a importância do setor para a segurança alimentar e nutricional. O ministro também ressaltou que o Brasil deixou o Mapa da Fome da FAO em 2025.

 

“Temos a convicção de que a pesca e a aquicultura são fundamentais para sistemas alimentares mais sustentáveis, resilientes e diversificados”, afirmou.


Ciência e sustentabilidade

 

Entre os avanços apresentados está a reconstrução da série histórica da pesca marinha brasileira, de 1950 a 2025, e o desenvolvimento de uma plataforma para ampliar o acesso e a transparência dos dados pesqueiros. O Brasil também restabeleceu o Grupo Técnico Interministerial para prevenção e combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (INDNR) e vem preparando suas equipes para a implementação do Acordo sobre Medidas do Estado do Porto. Com cerca de 1,7 milhão de pescadores e pescadoras, o país defende uma gestão pesqueira baseada em ciência e evidências, aliada à conservação dos ecossistemas aquáticos.

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Aquicultura e mudanças climáticas

 

Na aquicultura, o Brasil está construindo o Plano Nacional da Aquicultura, com diretrizes para os próximos dez anos e foco em investimentos, inovação, sustentabilidade e agregação de valor. O país também trabalha para ampliar a resiliência das comunidades pesqueiras e aquícolas diante das mudanças climáticas, por meio do Plano Clima, além de fortalecer a assistência técnica, a extensão e o acesso ao crédito. Outra prioridade é ampliar o consumo de pescado e sua presença nos programas de alimentação escolar, contribuindo para a segurança alimentar e fortalecendo a cadeia produtiva.

Valorização da pesca artesanal

O ministro destacou ainda a realização da Cúpula da Pesca de Pequena Escala, realizada em Roma, e reforçou a importância da participação dos pescadores na construção das políticas públicas. No Brasil, esse compromisso está refletido na construção do Plano Nacional da Pesca Artesanal, voltado ao fortalecimento do setor e ao reconhecimento de sua importância para a segurança alimentar, a geração de renda e as economias locais. No cenário internacional, o Brasil também destacou a presença dos alimentos aquáticos nas discussões do G20, dos BRICS e da COP30 e COP15 da CMS.

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Ao concluir, o ministro reafirmou que pesca sustentável, aquicultura responsável, segurança alimentar, geração de renda e conservação dos recursos aquáticos são agendas inseparáveis.“O Brasil reafirma seu compromisso com a cooperação internacional e com uma gestão pesqueira baseada na ciência, em dados de qualidade e na participação dos pescadores.”

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected] 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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