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Norte, Norte Pioneiro e Vale do Ivaí têm pacote de obras rodoviárias em andamento

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), administra cerca de 2,6 mil quilômetros de rodovias estaduais apenas nas regiões Norte, Norte Pioneiro e Vale do Ivaí. Os trabalhos incluem execução de obras e também manutenção e conservação do pavimento e faixa de domínio.

A responsabilidade é da Superintendência Regional Norte, tema desta matéria, a terceira de uma série sobre as atividades das cinco superintendências regionais do DER/PR. As primeiras mostraram a atuação da Oeste e da Noroeste. No total, o Departamento administra cerca de 12 mil km no Estado.

A SRNorte tem sede em Londrina, e conta com quatro escritórios regionais: Norte Pioneiro em Jacarezinho; Vale do Tibagi em Ibiporã; Norte Velho em Ibiporã; e Vale do Ivaí em Apucarana. Ao todo, a regional é responsável por administrar um orçamento de mais de R$ 400 milhões.

As obras em andamento incluem a duplicação da PR-445 entre Mauá da Serra e Lerroville, distrito de Londrina, fortalecendo o corredor de ligação do Norte com Curitiba e o Litoral, por onde passa boa parte da produção industrial e agropecuária local. Também está em execução a implantação de um novo viaduto na BR-369 em Londrina, conhecido como viaduto da PUC, que vai solucionar um ponto crítico de congestionamento na rodovia federal, utilizada pelos municípios da Região Metropolitana e servindo como corredor para a região Noroeste e para São Paulo.

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Entre as obras concluídas no ano passado, a duplicação da PR-092 em Siqueira Campo, melhorando o tráfego de veículos em trecho do perímetro urbano utilizado por empresas e indústrias locais. A obra será integrada à futura duplicação da rodovia entre Jaguariaíva e Santo Antônio da Platina, que será realizada pela nova concessionária, atual administradora da via.

Também foi implantada a nova passarela de acesso ao Santuário São Miguel Arcanjo em Bandeirantes, além de adequações na rodovia BR-369 no mesmo segmento. A obra proporciona mais segurança e conforto para a visitação de fiéis ao santuário, um dos principais pontos de turismo religioso do Paraná, contando com presença de milhares de pessoas todo ano.

No final de 2022, a SRNorte também conclui a implantação de uma nova passarela para pedestres na PR-445 dentro do perímetro urbano de Londrina; e solucionou seis pontos críticos de alagamento na PR-650 entre Godoy Moreira e São João do Ivaí, que incluiu elevação do nível da pista e implantação de novo sistema de drenagens de águas.

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CONSERVAÇÃO – Cerca de metade do orçamento da superintendência diz respeito à conservação e manutenção do pavimento e faixa de domínio da malha estadual, que contempla serviços de remendos superficiais e profundos, reperfilagem, microrrevestimento, melhorias no sistema de drenagem e sinalização horizontal, roçada, limpeza e reparos em dispositivos de drenagem, limpeza e pintura de abrigos de parada de ônibus e de pontes, entre outros.

A superintendência conta, ainda, com dois lotes do Programa de Segurança Viária das Rodovias Estaduais do Paraná (Proseg Paraná), dedicado exclusivamente para melhorar a segurança e reduzir os acidentes na malha estadual.

São realizados os serviços de implantação e reforço de sinalização horizontal, sinalização vertical e de dispositivos de segurança, conforme projetos de engenharia elaborados especificamente para cada trecho atendido.

Em outra frente para garantir mais segurança rodoviária, a regional conta com agentes de trânsito que utilizam radares portáteis nos pontos críticos de acidentes causados por excesso de velocidade. Opera também cinco pontos de pesagem de veículos pesados nas rodovias com maior movimentação desta categoria.

Pelo programa de conservação e manutenção de obras de arte especiais (OAE) de rodovias estaduais, a SRNoroeste e seus escritórios fazem melhorias em 44 estruturas, como pontes, viadutos, passarelas, passa-gado e galerias.

DER obras e conservação rodoviária

Nova passarela de acesso ao Santuário São Miguel Arcanjo, em Bandeirantes, está entre os projetos concluídos. Foto: Ari Dias/AEN

GUINCHOS – Para garantir o atendimento ao usuário e fluidez do tráfego nos principais corredores logísticos do Paraná, o DER/PR iniciou em 2022 os serviços de operação de tráfego rodoviário nas rodovias estaduais e federais do antigo Anel de Integração. Eles incluem atendimento com guincho mecânico leve e pesado, inspeção de tráfego, apoio ao usuário, apoio ao Corpo de Bombeiros com caminhão-pipa, na retirada de animais soltos e remoção de carga espalhada na pista.

A SRNorte administra o contrato mais novo de operação de tráfego rodoviário, que teve início após a conclusão de um acordo judicial com a antiga concessionária de pedágio, que manteve os serviços por mais um ano após o final do contrato, com as atividades do DER/PR na região começando em novembro de 2022. Foram realizados 8.307 atendimentos desde o início das atividades. Os trechos com maior demanda estão na BR-369, com 3.612 atendimentos; na BR-153, com 1.916, e na PR-323, com 1.316.

As categorias mais comuns são pane mecânica, ressolagem de pneus na pista, acidente sem vítima, pneu furado, sinalização danificada/ausente, pane elétrica, sinistro com vítima, pane seca e queda de árvore, nesta ordem.

Desde o dia 28 de fevereiro a EPR Litoral Pioneiro assumiu parte dos trechos atendidos pelo DER/PR na região – agora a SRNorte permanece responsável exclusivamente pelos serviços na BR-369 entre Cornélio Procópio e Londrina, PR-090 entre Sertanópolis e Assaí, PR-323 entre Warta e Sertaneja, PR-445 entre Londrina e Warta e PR-862 em Ibiporã. Os serviços são inteiramente gratuitos, disponíveis 24 horas por dia, sete dias por semana, inclusive em feriados, e podem ser acionados pelo telefone 0800 400 0404.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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