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No aniversário de Curitiba, Celepar destaca planejamento do futuro da capital paranaense

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A Celepar é a primeira empresa pública de tecnologia do País e, ao longo dos seus 58 anos de história, colaborou com a transformação digital de Curitiba, a aniversariante do dia. A companhia nasceu em 1964 com a missão de processar a folha de pagamento do funcionalismo público estadual. Hoje contribui com inúmeras soluções que atendem os moradores da Capital.

Uma das grandes missões da Celepar é preparar Curitiba para o futuro. E, segundo os últimos dados do Censo, tanto o Paraná quanto o Brasil estão passando por uma grande transformação demográfica. Há tecnologias cada vez mais jovens e, ao mesmo tempo, uma população cada vez mais velha. A Capital ganhou cerca de 125 mil habitantes em uma década.

Há dez anos, a Celepar foi pioneira ao criar o Programa de Inclusão Social e Digital da Pessoa Idosa. Remodelado ao longo do tempo para atender necessidades, como a utilização de redes sociais, aplicativos e o domínio do smartphone, o programa já ajudou cerca de 11 mil idosos a enfrentar o desafio de utilizar a tecnologia.

Dentro do programa, a Celepar oferta dois tipos de cursos: o de smartphone e o de internet e redes sociais. Os cursos abordam sempre o básico: ligar o dispositivo, configurar wifi, acessar um editor de texto, o navegador, os cuidados que devem ser tomados no ambiente digital e noções de redes sociais. A cada mudança nos dispositivos ou em suas aplicações, são feitas atualizações no conteúdo dos cursos, que ganham novas edições todos os anos.

“Agora, o desafio é pensar em como as cidades do futuro serão amigáveis para os idosos”, explica o CEO da Celepar, Gustavo Garbosa. “Isso passa tanto por melhorar serviços atuais, investindo em plataformas de saúde e assistência social, quanto por sensores nas ruas que alertem as famílias. A cidade do futuro precisa ser dinâmica para os jovens e acolhedora para os idosos. Isso é inovação com propósito. Estamos investindo em câmeras de segurança, sensores e inteligência artificial para atender a diversidade etária da Curitiba do futuro”.

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INOVAÇÕES – Hoje, a Celepar é referência nacional em serviços para sistemas públicos de saúde, integrando redes hospitalares, prontuários e teleatendimento. Essa é uma das áreas que devem sofrer uma das maiores transformações tecnológicas nos próximos anos. “Vamos construir tecnologias em Curitiba com potencial para atender o Brasil todo”, afirma Garbosa.

Nas últimas décadas, a companhia também trabalhou com a prefeitura para desenvolver sistemas e infraestrutura tecnológica para a capital paranaense. Isso permitiu que tanto o Paraná quanto Curitiba ofereçam serviços que estão na rotina dos cidadãos da Capital, mas que ainda não existem em muitas regiões do Brasil – da emissão de carteiras de motorista a sistemas online de educação.

Outra transformação é que a sede da Celepar possui uma das maiores usinas fotovoltaicas da Capital, com 192 painéis de captação de energia solar e que ocupam uma área de 370 m². O sistema de energia solar traz benefícios para o meio ambiente, pois gera energia renovável e sustentável a partir de radiação solar, além de ajudar na economia na conta de luz da empresa, sem esquecer do compromisso com a agenda da ONU dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

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EMPRESA E CIDADE – A história entre Celepar e Curitiba começou faz quase 60 anos. A empresa foi pioneira no uso de tecnologia no serviço público. Trouxe seu primeiro computador no ano seguinte de sua fundação, um equipamento de 4 toneladas transportado em um avião cargueiro internacional. Na época, ele ficou conhecido como o cérebro eletrônico do Estado. Era um Bull Gamma 30, que ocupava sozinho uma área de 100 metros quadrados. Foi a primeira máquina desse tipo na Capital, colocando a cidade no mapa das pioneiras a usar esse serviço na América Latina.

Nos anos 90 ocorreu a grande revolução da internet. O Governo passou a prestar serviços e se comunicar com a população através de portais de serviços, e os órgãos públicos adotam o correio eletrônico como ferramenta para a comunicação entre si e internamente. Nesse século, os dispositivos móveis trouxeram a popularização do acesso à internet, fazendo com que o número de usuários que acessam serviços pela internet se multiplicasse até a casa dos milhões. Esse fenômeno transformou a forma de prestação de serviço na maioria dos órgãos públicos.

Essas alterações também mudaram a forma de Curitiba se comunicar e continuar sendo reconhecida internacionalmente como modelo em diversas áreas.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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