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Nível Ouro: Copel é a grande vencedora do Prêmio Melhores em Gestão

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A Copel foi a grande vencedora do Prêmio Melhores em Gestão, promovido pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). A subsidiária de Geração e Transmissão da Companhia recebeu o troféu de nível Ouro em uma cerimônia nesta quinta-feira (30), no auditório da Federação das Indústrias de São Paulo, na capital paulista. É a primeira vez que uma empresa do segmento de geração e transmissão de energia chega ao topo do ranking da Fundação.

“Esta premiação valida o trabalho que temos realizado em busca das melhores práticas de governança e sustentabilidade e demonstra que estamos evoluindo a cada dia, o que nos motiva a trabalhar para obter resultados ainda melhores”, afirmou o presidente da Copel, Daniel Slaviero.

Anualmente, a FNQ premia as empresas que obtiveram o melhor desempenho na aplicação do Modelo de Excelência de Gestão (MEG), no último ciclo de avaliação. A metodologia é composta por oito fundamentos que devem nortear a administração dos negócios: pensamento sistêmico, aprendizado organizacional e inovação, liderança transformadora, compromisso com as partes interessadas, adaptabilidade, desenvolvimento sustentável, orientação por processos e geração de valor. Este ano, quatorze empresas entraram para o ranking das melhores em gestão do Brasil.

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A primeira avaliação da FNQ na Copel GT ocorreu em 2018 e o processo vem se repetindo a cada ano com avanços significativos. Em apenas cinco ciclos, o resultado da empresa saltou de 411 para 759 pontos (a pontuação máxima do modelo é 1.000).

Ao ultrapassar a marca dos 750 pontos, a subsidiária passou do estágio de maturidade de gestão Consolidado para Excelente, conforme a metodologia de análise da FNQ. O feito levou também à conquista do ouro na premiação desta semana.

“Esse prêmio é de cada pessoa que contribui para fazer da Copel uma empresa de excelência”, disse o diretor-geral da Copel Geração e Transmissão, Moacir Carlos Bertol. “Temos equipes dedicadas, competentes e aguerridas que trabalham para melhoria contínua dos nossos processos, para o aumento de eficiência em todas as áreas de atuação e que merecem esse reconhecimento”.

O engajamento e a evolução rápida no aperfeiçoamento das práticas de gestão foram reconhecidos não somente com o troféu, mas com um convite para que a empresa apresentasse o case de sucesso a todos os convidados do evento desta quinta.

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Bertol mostrou os principais pilares que sustentam os resultados positivos que a subsidiária vem acumulando nos últimos anos, com destaque para as práticas de gestão em segurança do trabalho, relacionamento com fornecedores, inovação, ESG e implantação do escritório de projetos.

“É uma satisfação para a FNQ ter em seu rol de organizações reconhecidas a Copel GT. A visão sistêmica da gestão, proporcionada pelo MEG, é fundamental para o sucesso da empresa. A conquista do ouro só vem a confirmar que a excelência é um alvo móvel, que tem de ser buscado com constância e propósito. Parabéns a todos os envolvidos”, elogiou o presidente executivo da FNQ, Ronald Dauscha.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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