Paraná
Mutirão contra a dengue mobiliza equipes da saúde no Litoral
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), por meio da 1ª Regional de Paranaguá, participou nesta quarta-feira (13), no Litoral do Paraná, do mutirão contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. A ação foi realizada em conjunto com a Defesa Civil, Atenção Primária à Saúde (APS) e a Vigilância em Saúde dos sete municípios de abrangência, com o objetivos de remover criadouros, orientar a população para os cuidados e reduzir a transmissão na região.
As equipes estadual e municipais direcionaram as ações onde existem os maiores números de casos e focos do mosquito e ainda fizeram a retirada de materiais que poderiam auxiliar na proliferação da dengue.
Os profissionais visitaram os municípios de Paranaguá (Ilha do Valadares), Morretes (Região Central), Guaraqueçaba (Praça Central), Antonina (na localidade do Km 4, entrada da cidade), Pontal do Paraná (no Centro de Pontal do Sul), Guaratuba (Bairro Vila Esperança) e Matinhos (Balneário de Inajá).
De acordo com dados do último informe epidemiológico da dengue, publicado nesta terça-feira (12), a 1ª RS de Paranaguá é uma das regionais que registra mais casos, com 333 confirmações. Considerando números absolutos, ela está na 5ª posição em relação às 22 Regionais.
Somente o município de Paranaguá concentra 278 casos da doença. Antonina tem 18 casos confirmados, Guaratuba, 17, Pontal do Paraná, 13, e Guaraqueçaba e Morretes não contabilizaram nenhum caso. Esses números são referentes ao período epidemiológico da dengue 2023/2024, iniciado em 30 de julho.
“Essa foi mais uma das ações de controle e monitoramento das arboviroses. Com as temperaturas mais altas a tendência é ocorrer aumento significativo no número de casos, principalmente pelo alto fluxo de pessoas na região”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
DENGUE – Desde o início do atual período epidemiológico, em 30 de julho, houve 33.540 notificações de dengue no Paraná, sendo 2.825 nesta última semana. Há ainda 6.472 casos em investigação e 19.642 foram descartados. O Estado registrou um óbito em Marilena, no Noroeste do Estado.
Fonte: Governo PR
Paraná
Justiça Militar recebe denúncia do Ministério Público do Paraná contra quatro policiais investigados na Operação Rapina por roubo qualificado a caminhoneiro
O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia criminal contra quatro policiais militares suspeitos de praticarem roubo qualificado durante o horário de serviço. A ação penal, decorrente da Operação Rapina, foi recebida pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Criminal de Curitiba nesta quinta-feira, 20 de agosto.
Acesse o áudio do Promotor de Justiça Fernando Cubas César
Conforme as investigações, os crimes teriam ocorrido em 26 de setembro de 2025. Os denunciados, que compunham a guarnição de uma viatura policial, abordaram um motorista de caminhão-cegonha no pátio de um posto de combustíveis às margens da rodovia BR-376. Com o emprego ostensivo de arma de fogo e grave ameaça, os policiais teriam obrigado a vítima a conduzir o veículo de carga até um local ermo, restringindo sua liberdade, e subtraíram aparelhos celulares para proveito próprio, sem efetuar qualquer registro ou apreensão formal que conferisse legalidade à ação.
A denúncia imputa aos agentes do Estado a prática de roubo qualificado, crime previsto no artigo 242 do Código Penal Militar. Com o recebimento da ação, a Justiça Militar manteve as medidas cautelares diversas da prisão que já haviam sido fixadas em fevereiro de 2026 contra os investigados. Entre as restrições impostas estão o afastamento das atividades operacionais, a proibição do uso de fardamento e de armamento (seja da corporação ou particular), bem como a suspensão de acessos aos sistemas de investigação policial. Os réus também estão proibidos de se ausentarem da comarca sem prévia autorização judicial e têm a obrigação de comparecer a todos os atos processuais.
Além da condenação na esfera penal militar, o Ministério Público requereu que seja fixado um valor mínimo de R$ 50 mil a título de indenização por danos morais em favor da vítima. O Gaeco solicitou ainda o compartilhamento do procedimento investigatório com a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Paraná, para viabilizar a apuração administrativa dos fatos e a investigação de eventuais outros crimes identificados no curso do processo.
Processo 0016498-43.2025.8.16.0013
Notícia anterior:
26/02/2026 – Gaeco cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Curitiba e Joinville em operação que apura o envolvimento de policiais militares em subtração de carga
Assessoria de Comunicação
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(41) 3250-4249
Fonte: Ministério Público PR
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