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Paraná

Museu Oscar Niemeyer leva coleção de arte asiática a Cascavel em setembro

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O Museu Oscar Niemeyer (MON) realiza a exposição “Ásia: a Mão do Povo”, a partir de 14 de setembro, em Cascavel. A mostra é um recorte inédito, com mais de 160 obras, da coleção de arte asiática que faz parte do acervo do Museu. A curadoria é de Fausto Godoy e a curadoria adjunta de Marco Baena.

A iniciativa faz parte da política cultural do Paraná de promover e incentivar a descentralização e democratização da arte e da cultura em diversas regiões do Estado, levando as coleções permanentes para fora do museu.

“Essa nova movimentação do MON Cascavel demonstra um amadurecimento do Museu em consonância com as instituições mundiais: um museu que não se limita ao seu espaço físico. Na outra ponta, o grande presente para a população da região Oeste, que pode agora ter acesso a esse rico acervo”, afirma a secretária de Estado da Cultura, Luciana Casagrande Pereira Ferreira.

A diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika, explica que, mais uma vez, o Museu Oscar Niemeyer extrapola os limites de suas paredes, democratizando o acesso a seu acervo e alcançando públicos ainda maiores. “Com a chegada da exposição ‘Ásia: a Mão do Povo’ a Cascavel, o MON legitima este espaço em que, desde o ano passado, compartilha parte de seu grandioso acervo”, complementa.

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Ela lembra que um recorte da coleção de arte africana do Museu esteve em cartaz no mesmo local de 2022 a 2023. “É importante destacar que tal iniciativa, de descentralizar as artes, não seria possível sem o olhar especial que o Estado do Paraná, especialmente por meio da Secretaria da Cultura, tem dedicado a esse importante setor”, diz.

O MON integra hoje o rol dos grandes museus internacionais. O seu acervo quintuplicou nos últimos anos, chegando a 14 mil obras de arte, e se tornou mais abrangente. A doação de quase 3 mil obras asiáticas pelo diplomata Fausto Godoy foi fundamental nessa trajetória.

Curador da exposição “Ásia: a Mão do Povo”, Godoy explica que o objetivo é mostrar as variadas formas como a alma asiática se manifesta. “É um povo que percebe o mundo de forma holística; não faz distinção entre a beleza de um móvel, de uma vestimenta ou de um utensílio”, comenta. “Há tanta beleza e magia em um quimono, em uma tigela ou em uma cadeira, por exemplo, quanto na pintura ou escultura de um grande artista”.

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SOBRE O MON – O Museu Oscar Niemeyer (MON) é um patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço:

“Ásia: a Mão do Povo”

Teatro Municipal de Cascavel – Complexo Cultural Sefrin Filho

Abertura: 13 de setembro, às 19h

www.museuoscarniemeyer.org.br

Fonte: Governo PR

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Paraná

Referência em urgência, Hospital do Trabalhador recebe mais de 50 ambulâncias por dia

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O Hospital do Trabalhador, em Curitiba, vem mantendo ao longo dos anos a posição de principal sentinela da saúde pública paranaense no atendimento a traumas, urgência e emergência. Investimentos recentes na ordem de R$ 55 milhões, entre ampliação da estrutura do Pronto Socorro, do heliponto, ambulâncias e modernos equipamentos, contribuem para ampliar a capacidade de atendimento da população.

A maior referência do Estado para traumas graves, recebe por dia, em média, 180 pacientes vítimas de traumas e entre 48 e 55 ambulâncias. Além disso, são admitidos cerca de 15 pacientes por mês chegando de helicóptero, que são os casos de maior gravidade.

Operando 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a unidade própria da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) é a principal referência não só para Curitiba e Região Metropolitana, mas para todo o Paraná. A unidade funciona também com o atendimento de “porta-aberta” para a comunidade, realizando cerca de 60 a 70 atendimentos clínicos diários.

E manter essa engrenagem funcionando exige um exército de profissionais dedicados. São aproximadamente 5 mil trabalhadores. O corpo clínico e assistencial é composto por 819 profissionais de enfermagem (enfermeiros, técnicos e auxiliares) e 482 médicos. Também integram a equipe 49 fisioterapautas, 14 fonoaudiólogos, 12 farmacêuticos, 12 psicólogos, 14 assistentes sociais, 12 nutricionistas e oito dentistas.

“O Hospital do Trabalhador tem esse papel de ser a referência no atendimento dessa complexidade que é o paciente traumatizado, além de ser escola para novos médicos, berço para nascimentos e unidade de atendimento fundamental não só para Curitiba, mas para toda a Região Metropolitana e para o Estado do Paraná”, destacou o secretário de Estado da Saúde, César Neves.

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Atualmente, o HT conta com 260 leitos, 40 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) (40 leitos UTI Adulto + 10 leitos UTI Neonatal), três centro cirúrgicos, 14 salas cirúrgicas e maternidade, além de uma sala de hemodinâmica, o hospital mantém uma sala exclusiva para emergências 24 horas por dia.

A média mensal é de 800 cirurgias. Em 2025 foram 9,5 mil cirurgias, sendo 6,5 mil de emergência e 3 mil de urgência. Cerca de 70% dos procedimentos são ortopédicos, refletindo a expertise em traumas. Para dar suporte a esse volume, o hospital conta com três tomógrafos, sendo dois dedicados exclusivamente ao pronto-socorro para agilizar diagnósticos.

O diretor do Complexo Hospitalar do Trabalhador, Guilherme Graziani enfatizou a importância da unidade no atendimento de pacientes politraumatizados e de complexidades diversas. “O HT é o hospital em que se tem uma das melhores logísticas de atendimento de pronto socorro, a estrutura conta com quatro salas vermelhas (de primeiro atendimento), com duas tomografias ao lado e centro cirúrgico integrado. É uma logística que agiliza e facilita todo o atendimento, ainda mais levando em conta toda a demanda de ortopedia, cirurgia geral e neurocirurgia que recebemos diariamente no local”, disse.

Outro ponto fundamental do Hospital do Trabalhador, é que a unidade não fecha as portas, mesmo em cenários de excesso de demanda. “Quando a demanda está muito alta, o que pode ocorrer é uma espera para a admissão do paciente, mas aqui todos serão atendidos”, destacou Graziani.

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PRONTO-SOCORRO – Em novembro de 2025, o Pronto-Socorro do HT recebeu uma ampliação de 424 m² com investimento de R$ 2,5 milhões, garantindo assim melhorias na capacidade de atendimento e na qualidade assistencial.

Entre as novidades estão novos leitos para suturas e curativos, leitos para gesso e redução de fraturas, leitos para observação e aplicação de medicamentos, uma sala equipada com aparelho novo de raio-X, consultórios médicos, além de áreas de apoio como banheiros, vestiários, sala de utilidades, rouparia, zeladoria, guarda de equipamentos e materiais, e espaços de espera mais confortáveis para pacientes e acompanhantes.

Um exemplo é a sala de medicação, que contava com três poltronas de atendimento. Agora, o espaço conta com oito poltronas e sanitários, além da separação de atendimento entre homens e mulheres.

TRAJETÓRIA – Embora seja referência em trauma, o HT também é o berço de muitos paranaenses. A maternidade do CHT registrou números robustos em 2025, que incluíram 3.385 consultas de pré-natal e 3.306 partos, com uma predominância saudável de partos normais (1.982) sobre cesáreas (1.324).

HOSPITAL ESCOLA – O HT tem também um sólido programa de Residência Médica e investe na qualificação de ponta através de seu Centro de Simulação Realística, onde os profissionais treinam procedimentos complexos em ambientes controlados antes de enfrentarem o cenário real.

Fonte: Governo PR

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