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Paraná

Município de Francisco Alves e o Estado vão pavimentar estrada e construir duas pontes

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A Prefeitura de Francisco Alves, na região Noroeste, em convênio com a Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), vai pavimentar a Estrada Barro Preto na zona rural do município. O investimento é de R$ 10.350.000,00, recursos do Estado, contemplando um trecho de 6,5 quilômetros.

A nova pista terá 6 metros de largura, executada em concreto asfáltico usinado a quente (CAUQ), com base de brita graduada simples e sub-base de macadame seco. A obra prevê ainda dispositivos de drenagem de águas, bueiro de concreto, sinalização horizontal, sinalização vertical, tacha refletiva bidirecional, plantio de grama, entre outras melhorias. O prazo de execução será de 270 dias (9 meses).

“Vamos proporcionar, em mais uma grande parceria com os municípios paranaenses, uma estrada completamente nova, trazendo segurança e desenvolvimento para a zona rural de Francisco Alves, beneficiando os produtores rurais, tão importantes para o Paraná, que vão poder escoar sua produção com agilidade, sem se preocupar com chuvas e atoleiros”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.

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PONTES – A SEIL e a prefeitura também formalizaram convênios para a construção de duas novas pontes em concreto. Uma delas será sobre o Ribeirão das Antas, na ligação do Bairro Catarinense com as comunidades de Alto Alegre e Palmital, um investimento de R$ 489.928,01. Ela terá 7 metros de largura por 12,1 metros de comprimento.

A outra será sobre o Riacho Ribeirão, na Estrada Divisora. O investimento somará R$ 321.442,70, com largura de 6 metros por 7 metros de comprimento. Ambas serão compostas por aduelas e abas pré-moldadas de concreto, com capa de concreto armado, e também lajes pré-moldadas na ponte do Ribeirão das Antas.

“Nestas outras duas parcerias estamos substituindo antigas pontes, que atenderam a população por um longo período, mas que agora estão em condições precárias e precisam ser trocadas. Vamos construir duas pontes novas em concreto, inclusive maiores que as antigas, facilitando o deslocamento da população”, afirma o secretário.

Cabe ao município administrar o andamento das três obras, com fiscalização das medições pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR).

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Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná denuncia 15 pessoas investigadas na “Operação A Rede” por organização criminosa, fraudes bancárias e lavagem de dinheiro

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O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Ponta Grossa do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia contra 15 pessoas investigadas por integrarem uma organização criminosa de atuação nacional responsável pela prática de fraudes bancárias eletrônicas e lavagem de dinheiro. Os crimes foram apurados no âmbito da Operação A Rede.

Áudio do Promotor de Justiça Antônio Juliano Souza Albanez

De acordo com a denúncia, que já foi recebida pela Justiça, o grupo criminoso mantinha uma falsa central telefônica instalada em Ponta Grossa, a partir da qual aplicava golpes em correntistas de instituições financeiras de todo o país. Além do contato telefônico com as vítimas, os investigados utilizavam páginas falsas na internet e links maliciosos para obter dados bancários e acessar indevidamente as contas, desviando valores expressivos.

Prejuízo – As investigações identificaram, entre agosto de 2024 e outubro de 2025, ao menos 11 vítimas residentes em diferentes estados da federação, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Goiás, Maranhão e Amazonas. Somente no período investigado, o prejuízo causado ultrapassa R$ 1,4 milhão.

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Os denunciados foram acusados pelos crimes de organização criminosa, furto qualificado mediante fraude eletrônica e lavagem de dinheiro. No caso das lideranças do grupo, as penas máximas cominadas aos delitos imputados podem superar 12 anos de reclusão.

Reparação de danos – Na denúncia, o Ministério Público também requereu a fixação de valor mínimo para reparação dos danos causados às vítimas. Como medida para assegurar o ressarcimento dos prejuízos e eventual perdimento de bens, a Justiça já determinou o bloqueio de veículos, imóveis e contas bancárias dos denunciados.

Atualmente, quatro investigados permanecem presos preventivamente e um dos apontados como líder da organização criminosa encontra-se foragido.

Processo 0005586-66.2025.8.16.0019.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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