Brasil
MTR Nacional passa a contar com login único Gov.br para acesso ao sistema
O Módulo Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR Nacional) passou a contar com uma nova forma de autenticação e acesso ao sistema por meio do login único Gov.br. A ferramenta integra o Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (Sinir) e é responsável por garantir a rastreabilidade dos resíduos, desde a geração até a destinação final ambientalmente adequada.
A iniciativa amplia a segurança e simplifica o acesso ao sistema, permitindo que os usuários utilizem a conta Gov.br como meio de autenticação. O Gov.br é a plataforma oficial de identificação digital do Governo do Brasil, que possibilita o acesso integrado a serviços públicos digitais com um único usuário e senha, assegurando maior proteção aos dados e às informações de cidadãos e organizações.
A partir de agora, o acesso ao Módulo MTR Nacional pode ser realizado por meio do Login Único; ou por credenciais de acesso geradas pelo próprio Módulo MTR Nacional.
Como funciona
Para acessar o módulo via Gov.br, o usuário deve estar previamente vinculado a uma Unidade, solicitar o vínculo ao usuário administrador ou criar a Unidade em caso de inexistência de cadastro do CNPJ. A gestão e a manutenção dos usuários são de responsabilidade exclusiva, por meio do Usuário Administrador da unidade.
Os usuários são classificados em dois perfis: Usuário Administrador e Usuário Padrão.
O Usuário Administrador é responsável pelo cadastro da empresa no Módulo MTR do Sinir e pela inclusão de outros usuários no sistema. Esse perfil possui acesso exclusivo a menus específicos, que permitem editar dados cadastrais da empresa, gerenciar usuários e conceder permissões de acesso.
Já o Usuário Padrão tem acesso ao Módulo MTR Nacional – Sinir por meio da unidade a qual está vinculado, mas não possui permissão para editar informações cadastrais da empresa nem gerenciar usuários da unidade.
Para orientar os usuários sobre a nova funcionalidade, foi elaborado o Guia Rápido – Login Único Gov.br | MTR Nacional – Sinir, disponível no portal do Sinir no link.
Em caso de dúvidas, o contato deve ser feito pelo e-mail: mtr.[email protected]
Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
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Brasil
Fórum de Mulheres na Saúde propõe diálogo sobre cuidado integral e fortalecimento das políticas públicas para mulheres no DF
A capital federal sediou, na tarde desta segunda-feira (18), o Fórum de Mulheres na Saúde, espaço de diálogo e construção coletiva voltado ao fortalecimento das políticas públicas de saúde para as mulheres brasileiras. O encontro, promovido pelo Ministério da Saúde (MS), reuniu representantes do Governo Federal, profissionais da saúde, pesquisadoras, movimentos sociais e lideranças femininas para debater temas como saúde mental, saúde sexual e reprodutiva, prevenção das violências, climatério, maternidade e acesso aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). Participaram cerca de 130 pessoas.
O Fórum de Mulheres na Saúde integra uma mobilização nacional voltada ao fortalecimento da participação social e da construção de estratégias para ampliar o acesso, a qualidade do atendimento e a integralidade do cuidado às mulheres em todo Brasil. Na abertura do evento, em Brasília (DF), foram exibidos dois vídeos institucionais de saudação dos ministros da Saúde e das Mulheres. As duas Pastas são parceiras na realização do Fórum, que foi lançado em outubro de 2025, durante cerimônia oficial na Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS).
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou em sua fala, que a saúde das mulheres é prioridade. Ele destacou o programa Agora Tem Especialistas e ressaltou os avanços promovidos pelo MS para ampliar o cuidado integral em todas as fases da vida. “A saúde das mulheres é prioridade absoluta do SUS. Elas são maioria da população, maioria entre os profissionais de saúde e também quem mais utiliza os serviços do Sistema Único de Saúde. Estamos ampliando o cuidado integral, fortalecendo os direitos sexuais e reprodutivos, a prevenção das violências e o acesso ao diagnóstico e tratamento de doenças que impactam diretamente a vida das mulheres brasileiras”, pontuou.
Padilha também enfatizou ações voltadas ao fortalecimento do planejamento reprodutivo, à ampliação do acesso ao método contraceptivo Implanon pelo SUS, ao enfrentamento dos cânceres de mama e do colo do útero, e às iniciativas de acolhimento às mulheres em situação de violência. Este é um ano histórico, quando são celebrados dois marcos: os 42 anos do Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM) e os 22 anos da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Mulheres (PNAISM).
A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, reforçou a importância do fórum como espaço de escuta e construção de políticas públicas alinhadas às necessidades das brasileiras. “Toda vez que me reúno com mulheres, percebo que a prioridade é a saúde, seja mental, ginecológica, sexual e reprodutiva ou o cuidado integral. Esses fóruns são espaços fundamentais de reflexão, atualização e construção de políticas públicas que respondam às necessidades das mulheres em cada território”, declarou.
No Brasil, as mulheres representam 65% dos profissionais de saúde e 75% da força de trabalho do SUS, totalizando mais de 2 milhões de trabalhadoras que tornam o sistema mais humano, eficiente e próximo da população. Desta forma, o olhar para elas se apresenta como fundamental para garantir que a saúde seja mais acessível, democrática e atenta à mulher.
O Fórum de Mulheres tem sido conduzido, nacionalmente, pela chefe de gabinete do ministro da Saúde, Eliane Cruz, que presidiu o evento no Distrito Federal. A diretora da Secretaria Nacional de Enfrentamento à Violência, do Ministério das Mulheres, Terlúcia Silva, também participou do momento e mediou os debates.
Na programação, foram apresentadas, pela coordenadora-geral de Atenção à Saúde das Mulheres, Mariana Seabra, as ações e os programas realizados pelo Ministério da Saúde. Entre os temas abordados, foram destaques o enfrentamento à violência contra as mulheres, a ampliação do acesso aos métodos contraceptivos, a melhora do acesso aos serviços, o cuidado integral em diferentes fases da vida e o fortalecimento das políticas públicas de acolhimento e proteção.
Ao final, foram expostos os resultados buscados, que envolvem a transformação das políticas públicas em vida real, por meio de uma Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Mulheres fortalecida e transversal, com a participação de mais vozes femininas na formulação de políticas, governança, relatórios e recomendações estratégicas.
O Fórum vai percorrer todo o país para tratar de temas centrais como saúde menstrual, menopausa, atenção ao parto, prevenção de cânceres e combate à violência de gênero. Já foram realizadas edições nos seguintes estados: Rio de Janeiro, Bahia, São Paulo, Rio Grande do Norte e Espírito Santo.
Suellen Siqueira
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
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