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MTE e SESI lançam programa com 3 mil vagas gratuitas de EJA Profissionalizante em Santa Catarina

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O Ministério do Trabalho e Emprego em parceria com o  Serviço Social da Indústria (SESI) e o Conselho Nacional do SESI (CN-SESI), lançou, no dia 26 de novembro, em Florianópolis (SC), o programa SEJA PRO+ Trabalho e Emprego com 3 mil vagas gratuitas de Educação de Jovens e Adultos (EJA) Profissionalizante.

A cerimônia foi realizada na Sede da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) e contou com as presenças do assessor do MTE Marcelo Benedito; da secretaria Danielle Amorim Silva, vice-almirante das forças armados, Augusto José da Silva, do diretor superintendente do Departamento Nacional do SESI, Paulo Mol; do presidente das Fiesc, Gilberto Seleme, e da gerente de Projetos do Conselho Nacional do SESI, Roberta de Oliveira.

O programa é uma oportunidade para que pessoas, preferencialmente de 18 a 29 anos, concluam os estudos em até 13 meses, aprendam uma profissão e ampliem as chances de inserção no mercado de trabalho. Uma parte das 3 mil vagas será destinada a pessoas atendidas por organizações não governamentais, militares e pessoas privadas de liberdade.

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Para Marcelo Benedito, representante do MTE, é imprescindível que as vagas de qualificação estejam alinhadas às demandas da indústria e sejam atraentes para os jovens. Ele também destacou que o Governo Federal tem investido na construção de um ecossistema de inclusão produtiva, fortalecendo programas e ações voltadas à qualificação, emprego e renda. “Avançamos na digitalização e modernização das ferramentas de promoção do trabalho, desenvolvendo recentemente o “Emprega Aí”, uma solução baseada em inteligência artificial integrada ao Sistema Nacional de Emprego (SINE), capaz de recomendar cursos e vagas compatíveis com as experiências e habilidades dos trabalhadores”, explicou.   

As aulas têm previsão de início para março de 2026 e serão realizadas nas sedes das entidades parceiras ou nas unidades do SESI/SC. As inscrições permanecem abertas até fevereiro, no endereço: sesisc.org.br/educacao.

O programa SEJA tem como finalidade ampliar as oportunidades para jovens entre 18 e 29 anos, permitindo que concluam a Educação Básica, obtenham qualificação técnica e fortaleçam suas trajetórias de inserção no mundo do trabalho.

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Iniciativas como essa são fundamentais para transformar desafios em oportunidades, promovendo mais dignidade, autonomia e desenvolvimento para a juventude brasileira.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Brasil

MJSP cria grupo de trabalho para regulamentar banco nacional de dados sobre facções criminosas, milícias e grupos paramilitares

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Brasília, 5/6/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) iniciou a construção da regulamentação do Banco Nacional de Dados de Organizações Criminosas Ultraviolentas, Grupos Paramilitares ou Milícias Privadas. Para isso, foi instituído um Grupo de Trabalho Técnico (GTT), responsável por elaborar a proposta normativa que definirá as regras de funcionamento, governança, compartilhamento de informações, interoperabilidade e segurança do sistema.

Previsto no artigo 29 da Lei nº 15.358, de 24 de março de 2026, o Banco Nacional será uma ferramenta estratégica de integração de dados e produção de inteligência no âmbito do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), destinada ao fortalecimento das ações de prevenção, monitoramento, investigação e repressão qualificada ao crime organizado.

A proposta em elaboração prevê a criação de uma base nacional unificada com informações sobre integrantes, colaboradores, financiadores e pessoas vinculadas a organizações criminosas ultraviolentas, milícias privadas e grupos paramilitares, além de registros sobre estruturas organizacionais, vínculos operacionais, financeiros e territoriais, dados de inteligência, investigações criminais e articulações interestaduais e transnacionais dessas organizações.

O sistema será coordenado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), por meio da Diretoria de Gestão e Integração de Informações (DGI), e deverá funcionar de forma integrada aos bancos estaduais que serão implementados pelas unidades da Federação. A proposta também prevê mecanismos de interoperabilidade, auditoria permanente, rastreabilidade dos acessos e elevados padrões de segurança da informação e proteção de dados.

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Segundo o secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, a iniciativa representa um avanço estrutural na capacidade do Estado brasileiro de enfrentar organizações criminosas que atuam de forma articulada em diferentes regiões do país. “O crime organizado não respeita divisas estaduais. Por isso, precisamos de ferramentas capazes de integrar informações, identificar conexões e permitir uma atuação coordenada entre as forças de segurança. O Banco Nacional nasce com esse propósito: transformar dados em inteligência, fortalecer as investigações e ampliar a capacidade do Estado de enfrentar facções criminosas, milícias e grupos armados que ameaçam a população brasileira”, afirmou.

O grupo de trabalho reunirá representantes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp), Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (Concpc) e Conselho Nacional dos Comandantes-Gerais das Polícias Militares (CNCG).

Também deverão ser convidados representantes do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais (CNPG), Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Banco Central, Receita Federal, Ministério Público Federal, além de pesquisadores e instituições de referência na área da segurança pública, como o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Núcleo de Estudos da Violência da USP (NEV-USP), o Instituto Sou da Paz e o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC).

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Além de apoiar investigações e ações de inteligência, o banco permitirá identificar vínculos operacionais, financeiros e associativos entre indivíduos e organizações criminosas, fortalecer a cooperação entre os entes federativos, subsidiar a formulação de políticas públicas baseadas em evidências e ampliar a integração entre os sistemas de segurança pública de todo o país.

A regulamentação também deverá estabelecer critérios objetivos para inclusão, atualização e exclusão de registros, protocolos de compartilhamento nacional e internacional de informações, mecanismos de auditoria e responsabilização, além da utilização de tecnologias avançadas para correlação de dados, análise de vínculos e apoio à atividade de inteligência.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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