Paraná
MPPR reforça integração com forças policiais de Foz do Iguaçu durante agenda do MP em Movimento
O Ministério Público do Paraná realizou nesta quarta-feira, 26 de novembro, reunião com representantes das forças policiais da região de Foz do Iguaçu, como parte da programação do MP em Movimento.
Durante o encontro, o Procurador-Geral de Justiça, Francisco Zanicotti, destacou a importância da atuação integrada no enfrentamento ao crime, lembrando que investigações relevantes têm evoluído justamente pela soma de esforços entre as instituições.
Ele ressaltou que a cooperação técnica firmada com o Município de Foz do Iguaçu — que prevê a cessão de guardas municipais ao Núcleo Regional do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), além do compartilhamento de informações estratégicas e tecnologias — representa avanço significativo na consolidação da rede de segurança pública na região de fronteira.
Zanicotti ressaltou ainda o desafio das corporações policiais de Foz do Iguaçu na segurança pública pelo crescimento acelerado da cidade e suas características geopolíticas que exigem constante aprimoramento estrutural e operacional para atender às demandas da população.
“Esta reunião reflete o que temos construído em todo o Paraná: a integração entre o Ministério Público e as forças de segurança garantido uma atuação cada vez mais eficaz no enfrentamento ao crime, beneficiando a população”, afirmou.
No encontro também foram abordados temas como o fortalecimento do Gaeco, a atuação da Polícia Científica, o uso de ferramentas de inteligência e a ampliação da integração de dados entre os órgãos de segurança.
O PGJ detalhou ainda as etapas de planejamento do MP em Movimento, que envolvem diálogo prévio com autoridades locais e estaduais e alinhamento de prioridades antes da chegada da Administração Superior aos municípios.
Participaram da reunião representantes da Polícia Civil do Paraná, Marcelo Pereira Dias, Rogério Hope e Jean Patrick Teixeira, da Polícia Militar do Paraná, Edson Dal Pozzo e Valmir de Souza, do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná, Antônio Shinda, da Polícia Científica, Raul Messias Lessa, do Gaeco de Foz do Iguaçu, Paulo Toshio Abe, da Polícia Rodoviária Federal, Andressa Regene da Silva e Raphael Vieira dos Reis, e da da Assessoria Militar do MPPR, Capitã Jéssica de Moraes Machado.
Pelo Ministério Público do Paraná, estiveram presentes, além do Procurador-Geral de Justiça, o Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos, Cláudio Franco Felix; o Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos, Armando Antonio Sobreiro Neto; a Subprocuradora-Geral de Justiça para Assuntos de Planejamento Institucional, Terezinha de Jesus de Souza Signorini; a Diretora-Secretária da Procuradoria-Geral de Justiça, Nayani Kelly Garcia; a Ouvidora-Geral, Lúcia Inês Giacomitti Andrich; o Coordenador de Assuntos Institucionais, Ronaldo de Paula Mion; e os Promotores de Justiça Tiago Lisboa Mendonça, André Gustavo Ribeiro, André Luiz Coelho, Ariane Floriano da Silva, Nielson Noberto de Azeredo, Rudi Rigo Burkle, Klever Lopes Gontijo, Leone Gonçalves e Leonardo Gabardo Fava.
Fonte: Ministério Público PR
Paraná
Ministério Público do Paraná e órgãos de fiscalização visitam propriedades rurais e estabelecimentos agrícolas em operação de combate a crimes ambientais no estado
O Ministério Público do Paraná, em conjunto com diversos órgãos ambientais e das forças de segurança, realizou nesta semana, de 14 a 17 de abril, a Operação Estoque Limpo II, voltada a combater crimes ambientais no estado. A força-tarefa fiscalizou a destinação de embalagens vazias e as condições de armazenamento e utilização de produtos irregulares ou ilícitos, inclusive de origem contrabandeada, em desacordo com a legislação ambiental, visando prevenir a contaminação do solo e da água e eventuais riscos à saúde pública. Os alvos foram propriedades rurais e estabelecimentos agrícolas em Boa Esperança, Campina da Lagoa, Goioerê, Moreira Sales, Quarto Centenário, Rancho Alegre D’Oeste, Ubiratã e Juranda, municípios no Centro Ocidental do estado.
Acesse álbum com fotos da Operação
A operação mobilizou equipes do Núcleo de Campo Mourão do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema), do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção ao Meio Ambiente (unidade do MPPR), da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), do Instituto Água e Terra (IAT) e da Polícia Militar.
Resultados – Nos quatro dias de diligências, as equipes fiscalizaram 45 propriedades e três estabelecimentos comerciais do ramo agropecuário, sendo identificadas irregularidades relacionadas ao acondicionamento de embalagem vazias em 21 propriedades. Foram lavrados 47 termos de fiscalização e cinco autos de infração, sendo também expedido um auto de prisão em flagrante pelo crime de produção, armazenamento e transporte de agrotóxicos ou produtos de controle ambiental não registrados ou não autorizados. Além disso, 1.162,7 litros de agrotóxicos impróprios para uso foram retirados de circulação. Em três propriedades, foram localizados animais domésticos em situação de vulnerabilidade, sendo também registrado um boletim de ocorrência por maus-tratos a animais.
Um dos casos de maior gravidade ocorreu no município de Quarto Centenário, onde foi constatado o descarte inadequado de embalagens vazias de agrotóxicos, muitas delas depositadas a céu aberto diretamente sobre solo permeável, além de outras armazenadas em “big bags”, também expostas ao tempo e em contato direto com o solo, com risco de contaminação ambiental.
Verificou-se ainda a reutilização indevida dessas embalagens para alimentação de animais, prática proibida pelas normas sanitárias e ambientais devido ao risco de intoxicação. Outra irregularidade apurada foi a queima de embalagens de agrotóxicos, incluindo um recipiente do produto estrangeiro B-Boxing, caracterizando não apenas descarte irregular, mas também uso de produto não registrado ou não autorizado. Em relação aos animais, foram encontrados seis cães e cinco gatos (sendo dois filhotes) em condições inadequadas que configuravam situação de maus-tratos, o que motivou o recolhimento por parte de organização não-governamental de Goioerê com atuação na área de proteção animal. Foram ainda localizadas cinco calopsitas mantidas em ambiente insalubre, sem acesso a alimentação e água.
As investigações prosseguirão, e os responsáveis pelas propriedades flagradas com irregularidades poderão responder criminalmente por crimes ambientais, como o armazenamento de substâncias tóxicas ilegais e maus-tratos contra animais.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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