Connect with us


Paraná

MPPR firma TAC com Município de Ibaiti para garantir a mulheres vítimas de violência doméstica e familiar acesso a serviço de acolhimento provisório

Publicado em

O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Ibaiti, no Norte Pioneiro, firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que ampliará o atendimento a vítimas de violência doméstica. Firmado com o Município e uma entidade filantrópica, o acordo garantirá a implementação de um serviço de acolhimento temporário a mulheres vítimas de violência atendidas pelos órgãos da rede de proteção.

Áudio da promotora de Justiça Janaína de Almeida Coimbra

A entidade que assina o TAC já é cadastrada pelo Município para a oferta de serviço de pernoite para pessoas em trânsito e em situação de vulnerabilidade e passará a receber recursos públicos também para oferecer o abrigamento das mulheres vítimas de violência. O acolhimento será feito em espaço separado dos demais públicos atendidos e haverá com vigilância ininterrupta, de modo que seja garantida a segurança e privacidade das vítimas.

A implementação e manutenção, por estados e municípios, de locais para atendimento integral e multidisciplinar para mulheres e respectivos dependentes em situação de violência doméstica e familiar é uma previsão da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) e visa garantir a integridade física das mulheres e permitir que saiam de situações de risco.

Leia mais:  Núcleo do Gaeco de Curitiba deflagra a Operação Silvin para apurar a atuação na capital de integrantes de organização criminosa armada de caráter nacional

Ao celebrar o TAC, a Promotoria de Justiça pondera que, embora o Município conte com uma Rede de Proteção à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar, considerando o expressivo número de registros de casos de pedidos de medidas protetivas de urgência, foi considerado necessária a implementação de uma política pública própria para o atendimento da demanda de mulheres que necessitem de acolhimento provisório.

Funcionamento – Caberá ao Município, a partir dos serviços da rede de proteção, avaliar a situação em que se encontram as mulheres vítimas de violência doméstica e encaminhar para o acolhimento provisório aquelas que tiverem tal demanda. O local será destinado ao acolhimento provisório e abrigamento temporário de curta duração (até 15 dias) para mulheres em situação de violência doméstica, acompanhadas ou não de seus filhos.

O ajuste firmado com o Ministério Público prevê que, ao chegar no serviço de acolhimento, à mulher vítima deverá ser prontamente atendida pela equipe do local, que deverá identificar a existência de necessidades imediatas, como alimentação ou banho e, em seguida ser apresentada à casa, suas rotinas, bem como ao restante da equipe e a outras mulheres acolhidas, quando for o caso. A mulher também deverá ser informada sobre a gratuidade do serviço e passará por atendimento multidisciplinar pela Rede de Proteção à Mulher Vítima de Violência Doméstica.

Leia mais:  Com previsão para setembro, duplicação da Rodovia dos Minérios alcança força total

A Promotoria de Justiça fiscalizará a prestação do serviço e, em caso de descumprimento das cláusulas do TAC, há a previsão de aplicação de multas diárias aos signatários, que podem variar de R$ 1 mil a R$ 30 mil.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

Comentários Facebook

Paraná

Em reforços históricos, Estado nomeia mais 168 profissionais para a Polícia Científica

Published

on

O Governo do Estado oficializou nesta semana a nomeação de 168 novos profissionais para a Polícia Científica do Paraná (PCIPR), conforme os Decretos n.º 13.471 e 13.472 . É o mesmo número em apenas uma convocação, feita em setembro de 2025, mantendo o maior nível de recomposição do efetivo já registrado na instituição. A iniciativa reforça o compromisso estadual com a segurança pública e com a modernização dos serviços periciais. Serão 99 peritos e 69 técnicos de perícia.

“A nova nomeação reforça o papel estratégico da Polícia Científica dentro da segurança pública do Paraná. Pelo segundo ano consecutivo, o Estado mantém o maior nível de incorporação de servidores da história da instituição, consolidando um movimento contínuo de fortalecimento da perícia oficial. Nos últimos anos, houve a ampliação das unidades em todas as regiões do Estado e, agora, esse avanço tem continuidade com o reforço no efetivo, ampliando a capacidade de resposta e o atendimento à população”, afirma o secretário da Segurança Pública, coronel Saulo Sanson.

Leia mais:  Paraná registra 3º maior saldo de empregos nos 10 primeiros meses do ano

Os novos profissionais serão distribuídos estrategicamente para atender às demandas das diferentes regiões do Estado. Com a nova nomeação, a instituição ultrapassa a marca de mil servidores em atividade, ampliando significativamente sua capacidade de atendimento e investigação técnico-científica em todo o Paraná. Em 2019, o número total de servidores era inferior a 300.

“Esse reforço no efetivo representa mais um avanço no trabalho que já vem sendo realizado. A Polícia Científica tem um papel central na produção da prova técnica, que sustenta investigações e decisões da Justiça. Com mais servidores, avançamos na capacidade de atendimento, reduzimos prazos e fortalecemos a presença da perícia em todo o Estado, com impacto direto na eficiência do sistema de segurança pública”, destaca o diretor-geral da PCIPR, Ciro Pimenta.

O reforço no efetivo permitirá maior agilidade na produção de laudos e no atendimento de ocorrências, beneficiando diretamente a população.

O curso de formação será dividido em duas etapas, com início no mês de junho para os peritos e em agosto para os técnicos de perícia, com duração prevista de três meses.

Leia mais:  Com previsão para setembro, duplicação da Rodovia dos Minérios alcança força total

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262