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MON promove imersão coletiva no acervo que resultará em exposição inédita

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O Museu Oscar Niemeyer (MON) vai promover o projeto “Antes e Agora, Longe e Aqui Dentro”, que propõe uma imersão no acervo da instituição com o objetivo de gerar conteúdo para o setor Educativo. A coleção permanente do MON conta atualmente com 14 mil obras de arte.

Para dar início à proposta será realizado um seminário, nos dias 16 e 17 de outubro, no auditório Poty Lazzarotto, com a presença da artista e pesquisadora Glicéria (Célia) Tupinambá e do crítico de fotografia e pesquisador do campo da cultura visual, Ronaldo Entler.

O projeto é uma pesquisa no acervo do Museu que será desenvolvida pela professora e curadora Galciani Neves e pelo setor Educativo, que culminará com uma inédita exposição de obras da coleção permanente do MON.

A diretora-presidente do Museu, Juliana Vosnika, explica que metade das exposições realizadas apresenta obras do acervo, que quintuplicou de tamanho nos últimos anos e vem sendo cada vez mais valorizado. O projeto “Antes e Agora, Longe e Aqui Dentro” faz parte da ampla proposta educativa do Museu.

“O MON é um espaço vivo de diálogo, pesquisa e constante troca entre profissionais dos setores artístico e educacional com o público”, diz Juliana. “Esta nova proposta culminará com uma inédita exposição de obras do acervo, o que torna a rica coleção permanente cada vez mais acessível ao visitante”.

METODOLOGIA – A atividade tem como foco o acervo do MON. Seis artistas, com obras presentes na coleção permanente da instituição, foram selecionados para serem eixos do projeto. São eles: Cícero Dias, Miguel Bakun, Amelia Toledo, Efigênia Rolim, Rosana Paulino e Gustavo Caboco.

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A partir de uma ampla pesquisa, foram escolhidas aproximadamente 100 obras produzidas por 40 artistas do acervo. São trabalhos considerados relevantes tanto para o contexto de produção artística da cidade de Curitiba quanto para a história da arte do Estado do Paraná e do Brasil e que, assim, tentam celebrar a diversidade do acervo e sua importância.

A proposta do seminário será gerar conteúdo educativo para o Museu, a partir de um mergulho em seu rico e diverso acervo. Para isso, o conceito do projeto utiliza o fundamento da “muvuca” (técnica de plantio ancestral), que restaura matas, pois se vale de adubo natural e da mistura de sementes.

“Os significados da palavra ‘mvúka’ articulam um modo de aproximar trabalhos de artistas, tempos de produção e linguagens distintas e propõem uma convivência diversa entre obras de arte e modos de pensar o mundo”, explica Galciani. “Dessa maneira, assim como na ‘mvúka’, a seleção das obras constituirá uma atmosfera expográfica complexa, diversa e de intensidade de experiências. Muitos modos de produzir, de pensar e compartilhar questões estéticas, éticas, políticas, sociais e culturais dialogarão entre si e atuarão polifonicamente”.

CONVIDADOS – Glicéria (Célia) Tupinambá é da aldeia Serra do Padeiro, localizada na Terra Indígena Tupinambá de Olivença, Bahia. Tem licenciatura Intercultural Indígena no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA) e cursa mestrado no programa de pós-graduação em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

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Ronaldo Entler é crítico de fotografia e pesquisador do campo da cultura visual. Graduado em Jornalismo (PUC-SP), mestre em Artes (IA-Unicamp), doutor em Artes (ECA-USP) e pós-doutor em Cinema (IA-Unicamp), é professor nos cursos de Arte e de Comunicação do Centro Universitário FAAP (SP). Foi editor do site “Icônica”, é colunista da Revista ZUM (IMS-SP) e autor do livro “Diante da Sombra” (Confraria do Vento, 2018).

SOBRE O MON – O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço:

“Antes e Agora, Longe e Aqui Dentro”

Auditório Poty Lazzarotto – entrada gratuita (mediante inscrição prévia)

16 outubro (segunda-feira)

19h: Abertura – Sobre Pensar um Projeto Cruzado: Curadoria e Educativo – Com Galciani Neves

19h45: Seminário 1 – O Museu e suas Floreiras – Com Glicéria Tupinambá

17 de outubro (terça-feira)

19h: Seminário 2 – História da Arte: Imagens em Trânsito, Narrativas em Conflito – Com Ronaldo Entler

Fonte: Governo PR

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Previsão é de tempo bom e ausência de chuva para a 4ª Corrida do Porto

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Apesar do sábado chuvoso em Paranaguá, não há previsão de chuva para este domingo (21), dia da 4ª Corrida do Porto. A informação consta no Sistema de Meteorologia da Portos do Paraná (Simport), que indica um cenário favorável aos corredores durante todo o período da realização da prova. A primeira largada está prevista para as 6h30, quando os termômetros deverão registrar 13°C.

Conforme os dados meteorológicos, a probabilidade de chuva está em 0% desde a noite deste sábado. As condições climáticas apontam apenas para a formação de neblina durante a madrugada e ao amanhecer de domingo. Sem ventos fortes, o sistema meteorológico indica a presença de uma brisa leve, de aproximadamente 3 nós (5,5 km/h), ao longo da prova.

O evento terá início cerca de uma hora após o começo oficial do inverno de 2026, que, segundo os meteorologistas, ocorrerá às 5h24 deste domingo.

Realizada pela Portos do Paraná, a prova reunirá mais de 4 mil participantes. Considerada a primeira corrida do mundo realizada em uma faixa portuária operacional, a Corrida do Porto conta com três percursos: 5 quilômetros (corrida e caminhada), 10 quilômetros e a inédita Meia Maratona, com 21 quilômetros.

ATLETAS RETIRAM OS ÚLTIMOS KITS – A entrega dos últimos kits para a prova segue até as 18h deste sábado. As retiradas já ocorreram em Curitiba, na quinta-feira (18), e em Paranaguá, na sexta-feira (19). Neste sábado, a distribuição acontece até as 18h no Palácio Taguaré, sede administrativa da Portos do Paraná, localizada na Avenida Ayrton Senna da Silva, nº 161.

Quem compareceu ao local nesta manhã encontrou um processo ágil, sem necessidade de enfrentar filas. Filipe Pereira Freitas, de 22 anos, participa da Corrida do Porto pela primeira vez e destacou a organização da entrega.

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“Foi só falar meu nome que já encontraram minha inscrição. Todos estão muito bem preparados, então foi tudo muito rápido. Também gostei bastante do kit. Achei a camiseta bonita e gostei da cor”, afirmou.

Estivador há um ano, Fábio Freitas participará da prova de 5 quilômetros ao lado do pai, Fabio José Freitas, de 48 anos. A Corrida do Porto era um desejo antigo do pai, que já trabalhou na área portuária e tinha curiosidade de retornar ao local onde atuou durante parte da vida.

“Será muito gratificante fazer esse percurso de forma recreativa, ainda mais ao lado do meu pai. Gosto muito de trabalhar no porto porque todos os dias aprecio essa paisagem. Vai ser muito bacana ver outras pessoas também aproveitando esse cenário”, destacou.

AJUSTES FINAIS SÃO REALIZADOS – A organização da Corrida do Porto realiza os últimos preparativos para a prova deste domingo. As estruturas instaladas em frente ao Palácio Taguaré, na Avenida Ayrton Senna da Silva, incluindo a arquibancada posicionada na área de chegada, já estão montadas. Por conta disso, a via está parcialmente interditada, com o fluxo de veículos organizado por sinalização e cones.

A arena principal, que receberá atletas e visitantes a partir das 5h30, também passa pelos ajustes finais. O espaço contará com diversos serviços de apoio, atrações para o público, espaço kids e praça de alimentação.

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LARGADA E ESTACIONAMENTO – A largada da Meia Maratona está marcada para as 6h30. Já as provas de 5 e 10 quilômetros terão início às 7h.

O pórtico de largada estará instalado na Avenida Portuária, enquanto a chegada ocorrerá na Avenida Ayrton Senna da Silva, em frente ao Palácio Taguaré.

Para oferecer maior comodidade aos participantes, três áreas estarão disponíveis para estacionamento. A primeira é o pátio em frente ao prédio histórico da Alfândega de Paranaguá, com acesso pela Avenida Governador Manoel Ribas, nº 150. A segunda será o pátio de caminhões da Cotriguaçu, com acesso pela Avenida Coronel José Lobo, nº 611. Por fim, haverá vagas limitadas no estacionamento do Palácio Taguaré, localizado na Avenida Ayrton Senna da Silva, nº 161.

Também será permitido estacionar na Avenida Coronel José Lobo. Por orientação da Superintendência Municipal de Trânsito, os veículos deverão permanecer estacionados em ângulo de 45 graus.

SEGURANÇA OPERACIONAL – Por questões de segurança, as atividades portuárias serão temporariamente interrompidas durante a passagem dos atletas pela faixa portuária. A concessionária Rumo também suspenderá a circulação de trens nos trechos que integram os percursos da prova.

VIAS TERÃO BLOQUEIOS NO DOMINGO – Algumas das principais vias da área portuária e do Centro Histórico de Paranaguá terão bloqueios totais ou parciais na manhã deste domingo (21). As intervenções ocorrerão por tempo determinado, conforme o cronograma da prova.

A lista completa dos bloqueios pode ser consultada no material de orientação disponibilizado pela organização do evento.

Fonte: Governo PR

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