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MME promove workshop sobre aprimoramentos na operação dos reservatórios do SIN

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O Ministério de Minas e Energia (MME) realizou, nessa terça-feira (4/11), o workshop Avaliação das Responsabilidades Relacionadas aos Condicionantes Operativos do SIN e Proposição de Aprimoramentos, que reuniu representantes de instituições do setor elétrico e de recursos hídricos. O encontro teve como objetivo discutir as atribuições e responsabilidades dos diferentes órgãos que influenciam o uso e a operação dos reservatórios do país, buscando identificar gargalos, sobreposições de competências e oportunidades de melhoria na governança e nos instrumentos regulatórios e operacionais.

Durante a abertura do evento, o diretor de programa da Secretaria Nacional de Energia Elétrica (SNEE), Guilherme Godoi, ressaltou a atuação da Pasta para garantir o fortalecimento da gestão integrada dos reservatórios do SIN. “A governança e a gestão integrada dos reservatórios são temas que exigem um trabalho conjunto, construído a várias mãos. Essa é uma das ações prioritárias de curto prazo do Plano de Recuperação dos Reservatórios de Regularização do País (PRR) e tem grande importância para melhoria do ambiente regulatório. Estamos vivendo um momento de transformação da nossa matriz elétrica, com a diversificação das fontes e a incorporação de novas tecnologias, o que traz impactos diretos sobre a operação e a resiliência do sistema. Por isso, é fundamental compreender de que forma os condicionantes operativos influenciam o desempenho do SIN e como podemos aprimorar nossa governança para garantir mais eficiência e segurança energética”, disse. 

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A iniciativa integra o PRR e faz parte dos esforços do MME para promover o debate técnico e institucional sobre os desafios e oportunidades da gestão integrada dos reservatórios utilizados na geração de energia elétrica.

Os presentes puderam acompanhar, ainda, dois painéis temáticos. O primeiro, “Critérios para definição de condicionantes operativos hidráulicos”, abordou os critérios utilizados atualmente na definição e rito de avaliação de impacto de condicionantes operativos hidráulicos e as principais dificuldades enfrentadas neste processo.

Já o segundo painel, “Estrutura atual de atribuições e responsabilidades relacionadas aos condicionantes operativos hidráulicos”, discutiu a estrutura atual e a necessidade de criação de novos instrumentos para delimitar responsabilidades e fortalecer a articulação entre a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e os Comitês de Bacias, além de outras instituições envolvidas nos procedimentos de definição e revisão das condições de operação e restrições hidráulicas.

O workshop contou com a participação de especialistas da ANA, ONS, ANEEL, EPE, ABRAGE, Tribunal de Contas da União (TCU), Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBH), Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco, Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (CEIVAP) e Instituto Água e Terra do Paraná (IAT).

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Em ação inédita, Ministério da Saúde leva prontuário eletrônico à Saúde Indígena do Ceará

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O Ministério da Saúde disponibilizou, nesta sexta-feira (12), o Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC e-SUS APS) para uso nas unidades básicas de saúde indígenas contempladas no Polo Base Maracanaú, no Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Ceará. Segundo território-piloto beneficiado com a iniciativa, o Ceará passa a contar com a ferramenta em mais uma etapa da ação inédita do Governo do Brasil para fortalecer a saúde digital nos territórios indígenas, qualificar o cuidado ofertado à população indígena e ampliar a integração das informações com as bases nacionais do Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com a secretária de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Lucinha Tremembé, a medida representa a informatização dos registros e qualificação do cuidado na saúde indígena. “Com o PEC e-SUS APS, os profissionais passam a contar com informações organizadas em um único ambiente digital, incluindo histórico de atendimentos, evolução clínica, exames e demais registros de saúde. Além de reduzir retrabalho, a iniciativa garante continuidade da assistência e o acompanhamento individual dos usuários indígenas”, pontuou. 

Para o secretário-adjunto de Atenção Primária à Saúde, Ilano Barreto, a implantação do prontuário eletrônico qualifica a organização da Atenção Primária nos territórios indígenas. “O prontuário eletrônico fortalece a gestão do cuidado ao integrar as informações às bases nacionais do SUS. Essa é uma ferramenta estratégica que vai promover ainda mais a Atenção Primária. Na saúde indígena, esse avanço significa resolutividade adequada à realidade de cada comunidade e monitoramento dos indicadores”, destacou.

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A chegada da ferramenta ao DSEI Ceará dá continuidade ao projeto piloto iniciado na Casa de Saúde Indígena (Casai) Brasília, onde a implantação ocorreu em maio. O sistema já está disponível para as unidades contempladas nesta fase, e o uso pelas equipes será ampliado conforme o avanço das capacitações presenciais, que já estão em andamento.

No DSEI Ceará, as equipes lotadas no Polo base Maracanaú e nas Unidades Básicas de Saúde Indígena (UBSI) Dona Joaquina Vieira, e Pajé Barbosa, foram as primeiras a receberem treinamento no estado. 

 Sistema adaptado  

Atualmente, a Sesai utiliza como ferramenta oficial o Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena (Siasi), uma plataforma que contém dados demográficos e epidemiológicos. Com a ampliação do PEC e-SUS APS, a expectativa é que haja a integração entre os mecanismos, além do reforço da confiabilidade e consistência das informações. Entre outros pontos, o prontuário eletrônico recebeu adequações específicas para a realidade dos povos originários como, por exemplo, inclusão do nome tradicional, informações sobre o DSEI, Polo Base, aldeia de referência, períodos de ausência do território indígena, entre outras informações relevantes para o acompanhamento da saúde dessa população.  

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Capacitação e expansão 

A expansão e utilização do prontuário está condicionada à realização de treinamentos coordenados por equipes da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) e da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (Saps). Até o momento, mais de 100 profissionais já foram qualificados para operar a ferramenta nas unidades consideradas piloto. 

A previsão é que o PEC e-SUS APS seja gradualmente implantado nos 34 Distritos Sanitários, respeitando as especificidades locais de infraestrutura tecnológica, conectividade, organização dos serviços e diálogo permanente com os povos indígenas. Na próxima etapa, a expectativa é que ação chegue ao DSEI Yanomami, distrito estratégico responsável pelas populações indígenas dos estados brasileiros do Amazonas e de Roraima. 

Leidiane Souza 
Raiane Azevedo

Ministério da Saúde 

Fonte: Ministério da Saúde

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