Brasil
MME lança consultas públicas do PDE 2035 e do PNE 2055 e reforça planejamento estratégico do setor energético
O Ministério de Minas e Energia (MME) lançou, nesta quinta-feira (12/2), as consultas públicas que subsidiarão o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2035 e o Plano Nacional de Energia (PNE) 2055, dois dos principais instrumentos de planejamento do setor energético brasileiro. Elaborados pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao MME. os documentos oferecem base técnica para orientar decisões de curto, médio e longo prazo, fortalecer a previsibilidade regulatória e apoiar políticas públicas estratégicas.
Representando o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, o secretário executivo do MME, Gustavo Ataíde, afirmou que planejamento garante o rumo da transição.
“Como disse o ministro, o planejamento é o que explica a solidez do setor energético brasileiro. O PDE e o PNE estruturam decisões, garantem previsibilidade e organizam a expansão com base técnica. É sobre essa base que se sustenta a Política Nacional de Transição Energética, cujo plano nacional representa o verdadeiro mapa do caminho da transição energética do país”, afirmou Gustavo Ataíde.
O PDE 2035 tem horizonte de dez anos e caráter indicativo, reunindo projeções e análises que avaliam a adequação do suprimento e as necessidades de expansão do setor. Publicado anualmente, o plano evolui a cada ciclo e incorpora atualizações metodológicas e cadernos temáticos complementares.
Já o PNE 2055 possui natureza estratégica e horizonte de 30 anos, com publicação quinquenal. Nesta edição, o estudo apresenta inovações metodológicas, incluindo modelagem integrada que otimiza custos totais e garante consistência entre oferta, demanda e infraestrutura. O documento trabalha com cenários prospectivos e explora tendências tecnológicas e incertezas do setor, oferecendo recomendações para orientar políticas e investimentos.
Planejamento integrado e transição energética
Os dois planos estão alinhados à Política Nacional de Transição Energética (PNTE) e servem de base técnica para seus instrumentos, como o Plano Nacional de Transição Energética (Plante) e o Fórum Nacional de Transição Energética (Fonte), contribuindo para estruturar a trajetória brasileira rumo a um sistema energético seguro, competitivo e de baixo carbono.
O PNE 2055 aponta ainda que o país possui potencial renovável anual estimado em cerca de 1,6 bilhão de toneladas equivalentes de petróleo, aproximadamente cinco vezes o consumo atual, vantagem estratégica capaz de atrair investimentos e apoiar a descarbonização de cadeias produtivas globais.
As consultas públicas do Relatório do PDE 2035 e do Relatório Síntese do PNE 2055 ficarão abertas por 30 dias a partir da publicação e poderão ser acessadas pelos portais do MME e do Participa + Brasil, permitindo contribuições da sociedade, do setor produtivo e de especialistas.
Compuseram o palco, ao lado do secretário Executivo do Ministério de Minas e Energia, Gustavo Ataide, o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Thiago Prado; o presidente do Fórum das Associações do Setor Elétrico (FASE), Mário Menel; a secretária substituta da Secretaria Nacional de Transição Energética e Planejamento do Ministério de Minas e Energia (SNTEP/MME), Lorena Silva; e a assessora da Presidência da EPE, Patrícia Nunes.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Brasil
Ministro da Saúde participa de fórum sobre inovação e desenvolvimento do setor de saúde
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, nesta segunda-feira (6), do Fórum Amcham Saúde, promovido pela Câmara Americana de Comércio, cujo tema principal neste ano foi “A Nova Regulação da Saúde no Brasil: Priorizar para Avançar”. A parceria entre Brasil e Estados Unidos tem mais de dois séculos e envolve governos, universidades, instituições e empresas, com foco em ampliar o acesso do SUS a tecnologias em saúde e indicadores sanitários.
“Essa relação faz com que o Brasil tenha, sobretudo por meio da cooperação com empresas que têm matriz nos Estados Unidos, acesso a um conjunto de tecnologias que contribuem para a qualidade da assistência à saúde”, disse o ministro Padilha na abertura do fórum.
Segundo o ministro, a combinação entre o Sistema Único de Saúde (SUS), que atende mais de 200 milhões de pessoas, e o sistema de saúde suplementar faz com que o Brasil esteja entre os mercados mundiais para medicamentos, equipamentos e tecnologias em saúde. Ele também falou sobre instrumentos do setor privado, como as Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs), o compartilhamento de risco, as encomendas tecnológicas e os mecanismos de aquisição.
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
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