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MME destaca potencial de Minas Gerais em gás natural e hidrogênio natural

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Como parte da programação da Caravana Federativa em Belo Horizonte (MG), o Ministério de Minas e Energia (MME) promoveu nesta sexta-feira (12/12) uma oficina para apresentar a Oferta Permanente de Concessão (OPC) de petróleo e gás natural aos municípios de Minas Gerais. A iniciativa evidenciou ainda o potencial do estado para a exploração de gás natural e de hidrogênio, além de detalhar o funcionamento do modelo que permite a oferta contínua de blocos exploratórios e áreas com potencial produtivo, ampliando a previsibilidade e a atratividade para investimentos no setor.

A apresentação destacou a Bacia do São Francisco, especialmente na porção mineira do território, onde estudos indicam a presença de gás natural em reservatórios de baixa permeabilidade. Também foram abordadas as perspectivas associadas ao hidrogênio natural, ampliando o horizonte de oportunidades energéticas e industriais para o estado. Atualmente, dezenas de blocos localizados em Minas Gerais estão listados nos editais da Oferta Permanente, abrangendo mais de uma centena de municípios e abrindo novas frentes para o desenvolvimento econômico regional.

“A disponibilização contínua de áreas na Oferta Permanente permite que os municípios de Minas Gerais se preparem melhor para receber investimentos, geração de empregos e arrecadação, com mais planejamento e segurança jurídica”, afirmou o diretor do Departamento de Política de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural do MME, Carlos Agenor.

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Durante a oficina, foram explicadas as etapas necessárias para a inclusão das áreas na Oferta Permanente, que envolvem análises técnicas, manifestações institucionais, consultas públicas e procedimentos de licitação. O modelo busca assegurar segurança jurídica, respeito às normas ambientais e transparência, ao mesmo tempo em que acelera a disponibilização de áreas para exploração.

Além do potencial energético, a iniciativa foi apresentada como vetor de geração de empregos, arrecadação de royalties e estímulo à industrialização local, contribuindo para o fortalecimento das economias municipais, a segurança energética e a diversificação da matriz energética brasileira.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Da ciência ao cuidado: Ministério da Saúde debate estratégias para acelerar o acesso à inovação nos serviços do SUS

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Inovação em saúde, pesquisas clínicas, inteligência artificial, terapias avançadas e tecnologias de ponta ocuparam o centro do debate público durante a realização da Feira SUS Inova Brasil. O evento foi promovido pelo Ministério da Saúde, em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, na capital carioca nesta sexta-feira (17/04). A programação contou com espaços de conexões e painéis temáticos que reuniu representantes da sociedade civil e especialistas do setor público e privado.

A secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação do Ministério da Saúde, Fernanda De Negri, ressaltou que o evento soma-se aos esforços do Governo do Brasil para acelerar o caminho entre o que é produzido no país e a disponibilização no sistema público. O debate, destacou a secretária, precisa ser feito com a participação direta de gestores municipais e estaduais para construir estratégias cada vez mais integradas e colaborativas.

Entre as medidas já adotadas, está o apoio às pesquisas clínicas. “É a partir delas que a gente vai conseguir testar essas novas tecnologias que estão sendo feitas. E, quanto mais a gente for eficiente nesse processo, mais a gente consegue aproximar e trazer essas tecnologias para o uso efetivo no sistema de saúde lá na ponta”, enfatizou.

Outra ação destacada por Fernanda De Negri foi a implementação do Programa Nacional de Inovação Radical. Realizado em conjunto com o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), a inciativa tem o objetivo de impulsionar o conhecimento científico em soluções concretas, por meio de medicamentos, tratamentos e dispositivos que atendam às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS). “As ações são justamente para acelerar e reduzir esse gap entre a pesquisa e a inovação, e o uso dessa inovação no sistema público de saúde”, concluiu.

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 Caminhos da inovação aplicada

 Quatro outros painéis também integraram o evento. O primeiro foi dedicado à saúde digital. Nele, especialistas discutiram como o uso eficiente de dados, da inteligência artificial e da medicina de precisão podem apoiar a modernização do SUS e, consequentemente, contribuir para a diminuição de custos. O debate mostrou que a análise qualificada dessas informações já orienta a criação de políticas públicas e apoia gestores locais a tomar decisões mais rápidas, seguras e eficientes, impulsionando novas formas de inovar na saúde pública.

 O segundo painel destacou a importância de transformar resultados de pesquisas em soluções reais para o SUS, por meio da pesquisa clínica, da avaliação de novas tecnologias e da inovação em saúde. Os debatedores apontaram oportunidade para avançar em questões regulatórias, de organização dos serviços e de parcerias estratégicas para que essas inovações sejam adotadas em larga escala.

Tecnologia que transforma

 A discussão sobre inovação em saúde avançou com o debate sobre o Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS) e seu papel na redução das desigualdades regionais no país. Especialistas destacaram que políticas públicas orientadas às características de cada território podem impulsionar o desenvolvimento produtivo local, fortalecer cadeias estratégicas do SUS e gerar impacto social direto nas comunidades. A aposta em soluções que dialogam com as realidades das regiões brasileiras foi apontada como caminho para ampliar a equidade, promover autonomia tecnológica e consolidar um modelo de inovação capaz de responder às necessidades concretas da população.

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O último painel foi em torno de como o cuidado com pacientes com câncer está mudando com a novas tecnologias, que vão desde exames mais precisos, como os que usam biomarcadores e biossensores, até tratamentos avançados, como a terapia CAR-T, que usa as próprias células de defesa do paciente para atacar o tumor. O diálogo reforçou que unir diagnósticos mais confiáveis a terapias inovadoras é fundamental para que o SUS consiga adotar essas novidades de forma sustentável e para um número cada vez maior de pessoas.

Conexões

A programação contou ainda com espaços de conexão. Foi nesse ambiente que a mestranda em Gestão de Competitividade e Saúde, Ariane Volin, de 44 anos, natural do Pará e atualmente morando em São Paulo, encontrou oportunidade de compreender melhor os estágios da inovação no Brasil, especialmente no que diz respeito à pesquisa e à aplicação de práticas de governança.

Para ela, a feira é uma vitrine e um momento oportuno para aprofundar seu olhar sobre gestão. “O conteúdo apresentado contribui diretamente para minha pesquisa sobre governança pública em projetos. Estou acompanhando temas como privacidade, segurança da informação e a aplicação prática do conhecimento”, ressaltou Ariane.

Assista aos debates da Feira SUS Inova Brasil

Janine Russczyk
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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