Brasil
MMA leva registro, vacinação e microchipagem de animais domésticos à primeira edição do Governo do Brasil na Rua
O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) levou serviços de microchipagem, vacinação e registro de cães e gatos por meio do Sistema do Cadastro Nacional de Animais Domésticos (SinPatinhas) à primeira edição do programa Governo do Brasil na Rua, realizada no último sábado (13/12) na região administrativa do Sol Nascente, em Brasília. A ação integrou um mutirão de ações gratuitas oferecidas pelo governo federal à população, entre as quais perícias do INSS e orientação previdenciária, programas de crédito para microempreendedores, inclusão digital e carreta de saúde com exames oftalmológicos, vacinação e procedimentos odontológicos.
Foram emitidas 187 carteirinhas (RG Animal) de cães e gatos, realizados 83 procedimentos de microchipagem e aplicadas 100 vacinas antirrábicas. Maria de Fátima da Silva, moradora de Sol Nascente e tutora de 35 gatos, foi uma das beneficiárias. Quinze de seus animais foram atendidos no estande do SinPatinhas e os demais receberam o microchip em casa, onde a equipe do MMA concluiu a identificação dos 35 gatos. Parte dos bichinhos também foi vacinada.
O SinPatinhas foi lançado em abril deste ano no Palácio do Planalto com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da primeira-dama Janja da Silva. Parte do Programa Nacional de Proteção e Manejo Populacional Ético de Cães e Gatos (ProPatinhas), o sistema permite o registro de cães e gatos de forma gratuita nesta página por tutores, organizações da sociedade civil, estados e municípios.
Cada animal cadastrado recebe um número de identificação único, válido em todo o território nacional – o RG Animal. O documento conta com um QR Code, que pode ser fixado na coleira do animal. Em caso de perda, qualquer pessoa pode escanear o código e ajudar na localização do tutor. O SinPatinhas possibilita também o acompanhamento da destinação de recursos federais para essas ações em cada ente federativo ou beneficiário de emendas parlamentares, promovendo mais transparência nos gastos públicos.
Até o momento, mais de 943 mil animais domésticos já foram registrados na plataforma do SinPatinhas (596 mil cães e 347 mil gatos). Por meio do Governo do Brasil na Rua, o objetivo é levar o sistema diretamente à população.
“O SinPatinhas é a porta de entrada dos responsáveis para as políticas públicas voltadas aos animais. Ao registrar seu cão ou gato no sistema, além de protegê-lo – já que, em caso de perda, o responsável pode ser localizado por meio da consulta pública do microchip –, a pessoa passa a receber informações sobre vagas de microchipagem, castração e campanhas de vacinação disponíveis em sua região”, explicou a diretora do Departamento de Proteção, Defesa e Direitos Animais do MMA, Vanessa Negrini.
Ela afirmou que, para o Governo do Brasil, o cadastro dos animais é fundamental, pois gera dados qualificados que orientam o planejamento, o fortalecimento e a ampliação das políticas públicas de proteção e bem-estar animal. “Por isso, o lema do SinPatinhas é: Quem ama, registra”, destaca.
Em Brasília, a ação contou com o apoio da Fiocruz, da Universidade de Brasília (UnB), da Uninassau e da Uniceplac, que mobilizaram equipes veterinárias para o atendimento ao público.
Governo do Brasil na Rua
O Governo do Brasil na Rua é uma iniciativa interministerial coordenada pela Secretaria-Geral da Presidência da República (SGPR). Além do registro de animais domésticos no SinPatinhas, vacinação e microchipagem, a primeira edição levou à população perícias do INSS e orientação previdenciária; programas de crédito para microempreendedores; inclusão digital; esclarecimento de dúvidas, por meio de agência da Caixa, sobre o Minha Casa Minha Vida e o Reforma Casa Brasil; carreta de saúde com exames oftalmológicos, vacinação e procedimentos odontológicos; a Tenda Lilás, do Ministério das Mulheres, que orienta mulheres sobre medidas de enfrentamento à violência; e explicações sobre microcrédito do Acredita no Primeiro Passo por meio do Ministério do Desenvolvimento Social sobre o Pé-de-Meia pelo Ministério da Educação.
(Com informações da Secom/PR)
Acesse aqui o site do SinPatinhas.
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Brasil
Em Moscou, Ministério da Saúde defende soberania tecnológica como pilar de sustentabilidade para o SUS
O papel estratégico do Ministério da Saúde como indutor de inovação de tecnologias nacionais para o Sistema Único de Saúde (SUS) foi reforçado pela secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE) do Ministério da Saúde, Fernanda De Negri, no dia 14/05, em Moscou, na Rússia. A manifestação foi feita durante seminário que abordou as tendências para saúde mundial até 2030 na 11ª Reunião Anual do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB, na sigla em inglês) do Brics.
Na avaliação da secretária, incentivar o setor produtivo nacional a desenvolver novas substâncias e moléculas é fundamental para enfrentar desafios locais e globais, como os vivenciados durante a pandemia de Covid-19. “Queremos estimular que o setor produtivo brasileiro seja capaz de desenvolver novas substâncias e novas moléculas para superar os desafios. Essa articulação contribui para a sustentabilidade financeira do sistema de saúde”, pontuou.
Para avançar, explicou Fernanda De Negri, a pasta tem estruturado uma série de ações. Como exemplo, está o sequenciamento genético de 100 mil brasileiros pelo Programa Nacional de Genômica e Saúde de Precisão (Genomas Brasil).
As informações serão disponibilizadas em banco de dados nacionais, com capacidade de impulsionar a medicina de precisão no SUS, enfatizou. “A miscigenação da nossa população permite que as características genéticas sejam muito específicas e diferentes do resto do mundo. É ainda mais necessário que possamos fotografar essa diversidade genética para entender até que nível ela afeta a saúde da população brasileira”.
O aprimoramento, seguiu Fernanda De Negri, também passa pelo uso da inteligência artificial, desde que sejam priorizadas a segurança e a ética das informações dos usuários do SUS. “Um sistema de saúde como o nosso, que atende mais de 200 milhões de pessoas, deve desenvolver capacidades de análise e ferramentas de dados para melhorar a própria gestão, reduzir custos e otimizar os serviços para a população brasileira”, pontuou.
Nesse campo, a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), plataforma do Ministério da Saúde que conecta diferentes sistemas de saúde e já conta com mais de 5 bilhões de registros, entre informações de vacinas, exames, pareceres médicos, foi mencionada. “Ao integrar os resultados de ensaios clínicos ao acompanhamento do desempenho terapêutico no cotidiano dos pacientes, o sistema ganha a capacidade de validar o impacto real das inovações, garantindo uma gestão assistencial mais precisa e fundamentada.”
No mesmo dia, a secretária cumpriu agenda de reuniões bilaterais com instituições russas para discutir oportunidades de cooperação em temas estratégicos para o Brasil. A missão internacional da representante do Ministério da Saúde prosseguiu até sexta-feira (15/05), quando participou de reuniões promovidas pelo Novo Banco de Desenvolvimento do Brics.
Hospital inteligente
Em janeiro deste ano, o Governo do Brasil e o NDB assinaram um contrato no valor de US$ 320 milhões (cerca de R$ 1,7 bilhão) para a construção Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente (ITMI), que será o primeiro hospital inteligente do SUS.
A iniciativa contará com o investimento total de R$ 1,9 bilhão, dos quais R$ 110 milhões são do governo federal e R$ 55 milhões do Governo de São Paulo, em recursos adicionais. Construído já para ser referência nacional e modelo de assistência em saúde totalmente digital para os países do Brics, o ITMI ficará em São Paulo (SP) e usará inteligência artificial, telemedicina e conectividade integrada.
Atualmente, 11 países compõem o Brics: Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã.
Roberta Paola
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
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