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MMA anuncia cooperação com estados para fortalecer governança da educação ambiental

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O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) anunciou a formalização de Protocolos de Intenção (PI) e de Acordos de Cooperação Técnica (ACT) com os governos estaduais para estruturar uma agenda de cooperação federativa voltada ao fortalecimento das Comissões Interinstitucionais de Educação Ambiental (CIEAs), à municipalização da educação ambiental e à consolidação do monitoramento e da avaliação das políticas públicas.

A proposta, amparada pela Lei nº 9.795/1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), prevê o apoio aos estados, com protagonismo das CIEAs, na indução e no fortalecimento das políticas municipais. Entre as ações estão a criação de instâncias de governança participativa, a inserção da temática nos instrumentos de planejamento público, como o Plano Plurianual (PPA), e a promoção de condições institucionais que assegurem a sustentabilidade das iniciativas.

Com vigência de cinco anos, os Protocolos de Intenção consolidam um compromisso de longo prazo entre União e estados, reforçando a educação ambiental como política pública estruturante, contínua e de caráter de Estado.

Os anúncios foram realizados durante o VI Encontro Nacional das Comissões Interinstitucionais de Educação Ambiental (CIEAs), promovido entre os dias 22 e 25 de abril, no Centro Universitário Cesmac, em Maceió (AL).

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“O que estamos consolidando é um processo estruturante de fortalecimento da Educação Ambiental como política pública de Estado, baseado na cooperação federativa, na participação social e na produção de evidências para qualificar a tomada de decisão”, destacou o diretor de Educação Ambiental e Cidadania do MMA, Marcos Sorrentino.

O evento reuniu representantes das 27 CIEAs e contou com a participação de mais de 100 pessoas, incluindo integrantes do Ministério da Educação (MEC), órgãos ambientais estaduais, universidades e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, além de organizações da sociedade civil, como a Rede Brasileira de Educação Ambiental, a Articulação Nacional de Políticas Públicas de Educação Ambiental e o Comitê Assessor do Órgão Gestor da PNEA.

O encontro teve como foco o fortalecimento da governança da educação ambiental no país, a partir da integração entre os diferentes níveis federativos e da consolidação de uma cultura de monitoramento e avaliação das políticas públicas.

Durante a programação, o Departamento de Educação Ambiental e Cidadania (DEA/MMA) apresentou os resultados preliminares da Análise de Conjuntura Nacional das CIEAs, elaborada com base nos Indicadores de Colegiados de Políticas Públicas do Sistema MonitoraEA.

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Para Maria Henriqueta Andrade Raymundo, consultora técnica do DEA e pesquisadora do Inpe-Anppea, o MonitoraEA transforma dados em ação e fortalece a atuação das CIEAs. Ao mesmo tempo, segundo ela, o monitoramento participativo traz uma dimensão pedagógica de ação-reflexão-ação, essencial para aprimorar práticas e fortalecer a Educação Ambiental nos territórios.

A programação incluiu apresentações, diálogo e reflexão coletiva sobre os dados levantados, permitindo identificar desafios, potencialidades e caminhos para o fortalecimento da atuação das CIEAs nos territórios. Os debates reforçaram a importância de ampliar a capilaridade da educação ambiental, especialmente por meio da atuação articulada entre estados e municípios.

Segundo Isabelle Blengini, coordenadora da CIEA-SE e representante das CIEAs, o encontro, também, dialoga com a agenda internacional, especialmente no contexto da COP30, ao reafirmar a educação ambiental como eixo estratégico para o fortalecimento da governança climática no país.

O VI Encontro Nacional das CIEAs marca, assim, uma nova etapa na articulação federativa da educação ambiental, ampliando sua capilaridade e fortalecendo sua implementação nos municípios brasileiros.

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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PRF apreende 25 fuzis em maior ação da história da corporação

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Brasília, 17/6/2026
– A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou, na tarde desta quarta-feira (17), a maior apreensão de fuzis da história da corporação. A ação ocorreu na BR-277, em Santa Terezinha do Iguaçu (PR), próximo à fronteira entre Brasil e Paraguai, e integra o Programa Brasil Contra o Crime Organizado, do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

Durante a operação, os policiais encontraram 25 fuzis e 16 pistolas escondidos em um caminhão carregado com insumos para ração animal. Até então, a maior apreensão de fuzis da PRF havia sido registrada no Rio de Janeiro, em agosto de 2020.

O veículo era conduzido por um homem de 28 anos e transportava uma carga de insumos para ração animal que seguia da Argentina para Minas Gerais. Durante a abordagem, o motorista demonstrou nervosismo e informou aos policiais que transportava armas. Na vistoria, foram localizados armamentos e peças ocultos na cabine do caminhão.

Após a retirada e a montagem do material apreendido, foram contabilizados:

• 25 fuzis (22 calibre 5,56 mm e três calibre 7,65 mm);
• 898 munições de calibre 7,62 mm;
• 16 pistolas (14 calibre 9 mm e duas calibre .40);
• 4.150 munições calibre 9 mm;
• 127 carregadores.

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Entre as armas apreendidas, destacam-se dois fuzis AK-47, armamento de infantaria utilizado por grupos guerrilheiros, forças paramilitares e organizações criminosas. Em razão da confiabilidade e do baixo custo de produção, esse modelo se tornou uma das armas militares mais difundidas no mundo e também uma das mais utilizadas pelo crime organizado.

Diante dos fatos, o motorista foi preso e encaminhado à Polícia Federal em Foz do Iguaçu (PR), onde foi registrada a ocorrência por tráfico internacional de arma de fogo, crime cuja pena pode chegar a 16 anos de reclusão.

O Programa Brasil Contra o Crime Organizado é uma estratégia federal voltada ao enfraquecimento financeiro e operacional das facções criminosas, por meio de ações integradas de controle, investigação e combate destinadas a desarticular a logística dessas organizações.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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