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Ministro do Turismo assina convênio para qualificação profissional em seis municípios da Paraíba

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O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, assina nesta terça-feira (23), em Campina Grande (PB), convênio para qualificação profissional e fortalecimento da gestão empresarial no setor turístico na Paraíba.

O investimento, do Ministério do Turismo, é de R$ 1 milhão.

O Qualifica Turismo Paraíba vai promover qualificação profissional em seis municípios com reconhecido potencial turístico: João Pessoa, Campina Grande, Patos, Cabaceiras, Bananeiras e Cajazeiras, por meio da realização de cursos de capacitação voltados aos profissionais e demais interessados no setor turístico.

As oportunidades serão oferecidas através da execução descentralizada de cursos, oficinas, formações técnicas e consultorias, em parceria com o Instituto Federal da Paraíba (IFPB), o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE/PB) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC/PB).

Serão capacitados até duas mil pessoas em 18 tipos de cursos.

O público-alvo prioritário são profissionais e trabalhadores que já atuam no setor turístico, especialmente em hotéis, pousadas, bares, restaurantes e comércio ligado ao atendimento ao visitante. Também serão contemplados jovens e adultos que buscam inserção no mercado de trabalho através do turismo.

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Serviço

Evento: Assinatura de convênio do Qualifica Turismo Paraíba
Data: 23 de junho (terça-feira)
Horário: 10h
Local: Museu de Arte e Ciência de Campina Grande (MAC)
Endereço: Rua João Lélis, 581 – Catolé, Campina Grande (PB)

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Medicamento inovador ofertado no SUS reduz em até 85% as internações de pessoas com fibrose cística

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O uso do medicamento Trikafta no tratamento da fibrose cística reduziu em até 84,8% as internações de pacientes no Sistema Único de Saúde (SUS). Os primeiros resultados do cuidado com a terapia de alto custo, ofertada gratuitamente na rede pública há quase dois anos, foram apresentados nesta quinta-feira (6), durante evento realizado na Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), em Brasília, com a participação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Atualmente, mais de 2,4 mil pacientes são beneficiados com a terapia no sistema público. Na rede privada, uma caixa do Trikafta custa, em média, R$ 194,5 mil.  Já o tratamento pode chegar R$ 2,5 milhões por paciente por ano.

“Estamos falando de salvar vidas e aliviar o bolso das famílias. Esses debates e estudos representam mais um passo para atrair a indústria a firmar novas parcerias com o SUS e ampliar a produção nacional de medicamentos. Com isso, garantimos um acesso mais sustentável aos tratamentos, reduzindo a necessidade de transplantes, internações e até do uso de antibióticos”, disse Padilha.

O Relatório Nacional de Monitoramento, realizado pelo Grupo Brasileiro de Estudos de Fibrose Cística, evidencia que o medicamento também diminuiu em até 91,6% a necessidade de oxigenioterapia domiciliar das pessoas com a doença. Também foi observado uma redução de até 90% dos transplantes pulmonares após a oferta do medicamento, redução dos ciclos de inflamação e infecção, diminuição de 66,7% no uso de antibióticos sistêmicos, aumento médio de 10 a 14 pontos na função pulmonar e benefícios consistentes no estado nutricional.

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O estudo de vida real ocorreu ao longo de um ano e avaliou 647 pessoas, entre crianças, adolescentes e adultos, em tratamento com a terapia tripla moduladora elexacaftor, tezacaftor e ivacaftor (Trikafta). O acompanhamento foi realizado em 39 Centros de Referência no Brasil. Um dos biomarcadores mais sensíveis da fibrose cística é o cloreto no suor, que apresentou redução após a utilização do Trikafta, proporcionando maior qualidade de vida, domínio físico e respiratório aos pacientes.

A fibrose cística é uma doença genética hereditária rara que faz o corpo produzir um muco muito grosso e pegajoso, que entope os pulmões e o aparelho digestivo, causando tosses constantes, infecções respiratórias e dificuldade para digerir os alimentos e ganhar peso. No SUS, o cuidado é realizado na atenção especializada, com 128 centros de referência habilitados em todo o país, iniciando com o diagnóstico por meio da triagem neonatal, realizada por meio do teste do pezinho, seguido de tratamento de qualidade e multiprofissional à população nos serviços de referência.

Oferta do Trikafta no SUS

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O medicamento pode ser retirado pelo paciente nas farmácias de alto custo de todo o país, com a apresentação da receita médica devidamente emitida e carimbada pelo especialista. O medicamento é administrado em casa, por via oral, seguindo as diretrizes de tratamento de acordo com o quadro clínico de cada pessoa.

Até o momento, o Ministério da Saúde já entregou mais de 6 milhões de unidades do medicamento aos estados, que são responsáveis pela distribuição aos municípios. Ao todo, foram investidos R$ 2,8 bilhões em recursos federais.

Em 2023, o tratamento foi incorporado ao SUS para pacientes a partir de seis anos que apresentem, pelo menos, uma mutação F508del no gene CFTR, localizado no cromossomo 7, que produz uma proteína que controla a passagem de sal e água pelas células. Mutações ou erros neste gene impedem o fluxo correto de líquidos, tornando as secreções do organismo mais espessas, dificultando a sua eliminação e desencadeando sintomas como pneumonias, tosse crônica, dificuldade para ganhar peso e estatura e diarreia.

 Taís Nascimento
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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