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Ministérios do Turismo e de Portos e Aeroportos alinham integração para impulsionar desenvolvimento e promoção turística nacional

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O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, participou, nesta segunda-feira (19.01), de um encontro com o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho. A reunião serviu para ampliar o diálogo em pautas transversais e agendas em comum entre as duas pastas, como a importância da infraestrutura aérea e da aviação para a promoção de destinos brasileiros.

Durante o encontro, os ministros e as equipes debateram sobre o planejamento da malha aérea regional e o potencial turístico de cada localidade, garantindo que a oferta de voos esteja organizada de acordo com as vocações turísticas de cada região do Brasil.

O ministro Gustavo Feliciano reforçou a importância da sinergia entre o Ministério do Turismo e o Ministério de Portos e Aeroportos para expandir o potencial do setor, principalmente na demanda doméstica. “O trabalho conjunto e o diálogo permanente entre os ministérios fortalecem o desenvolvimento do país, trazendo benefícios, principalmente, para a população brasileira”, disse.

Já o ministro Silvio Costa Filho destacou que turismo e aviação são inseparáveis. “O turismo é uma das vocações naturais do Brasil e a aviação é a alavanca para esse potencial. Seja no São João do Nordeste, no Carnaval por todo o país ou nas belezas do Sul, vamos trabalhar para garantir as condições necessárias para que o turismo cresça e gere cada vez mais desenvolvimento para o Brasil”, disse.

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Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Conama aprova nova resolução para licenciamento ambiental da aquicultura

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O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) aprovou, nesta quarta-feira (2), a nova resolução que estabelece regras para o licenciamento ambiental da atividade de aquicultura. A norma substituirá a Resolução Conama nº 413/2009 e atualiza os critérios de enquadramento dos empreendimentos, adequando o licenciamento às características atuais do setor.

Entre os principais avanços da nova resolução está a definição do porte dos empreendimentos com base na produção. A modalidade de licenciamento também passa a considerar o porte da atividade: empreendimentos de pequeno porte poderão ser enquadrados na Licença por Adesão e Compromisso (LAC); os de médio porte, na Licença Ambiental Única (LAU); e os de grande porte estarão sujeitos ao licenciamento ordinário, conforme o enquadramento.

A nova regra também estabelece que o cultivo de espécies exóticas não altera, por si só, a modalidade de licenciamento. Além disso, o monitoramento ambiental deverá ser adequado ao porte do empreendimento, permitindo maior proporcionalidade entre as exigências ambientais e a escala da atividade.

A resolução incorpora ainda conceitos relacionados à realidade atual da aquicultura, como boas práticas aquícolas, adensamento, escapes em massa, espécies ornamentais, sistemas de cultivo integrado ou consorciado e sistemas de produção fechados.

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Construção da nova resolução

A revisão da Resolução Conama nº 413/2009 foi conduzida por um Grupo de Trabalho coordenado pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) e contou com a participação de diferentes órgãos públicos, instituições de pesquisa, representantes do setor produtivo, entidades estaduais e municipais de meio ambiente, especialistas e sociedade civil.

O grupo realizou reuniões ordinárias e extraordinárias entre dezembro de 2024 e novembro de 2025, período em que foram discutidas e construídas as propostas de atualização da regulamentação.

Entre os temas analisados esteve a atualização dos conceitos utilizados na regulamentação, buscando incorporar a evolução dos sistemas e das práticas de produção aquícola. Também foi discutido um novo modelo de enquadramento dos empreendimentos, considerando porte e sistema de produção.

A proposta também retirou o chamado grau de severidade da espécie como critério. Para o cultivo de espécies exóticas, alóctones ou híbridas, permanecem previstas medidas específicas de prevenção e mitigação de potenciais impactos ambientais, incluindo ações para evitar escapes e mecanismos de biossegurança.

Com a aprovação da nova resolução pelo Conama, a Aquicultura ganha muito com critérios mais justos e respeito a cadeia.

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ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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