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Ministério Público do Paraná cria núcleo regional do Gaeco em Paranaguá, totalizando nove unidades em todo o estado

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O trabalho de enfrentamento do crime organizado e de controle externo da atividade policial no Litoral passa a ser realizado por um núcleo específico do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), implantado pelo Ministério Público do Paraná, nesta quinta-feira, 10 de agosto, em Paranaguá. Pautado por atuação descentralizada, o Gaeco conta agora com nove unidades regionais para atender todo o Paraná, estando as demais nas comarcas de  Curitiba, Ponta Grossa, Londrina, Maringá, Foz do Iguaçu, Cascavel, Guarapuava e Francisco Beltrão.

Instituído pela Procuradoria-Geral de Justiça (Resolução 6085/2023), o Gaeco de Paranaguá também irá atuar no âmbito das comarcas de Antonina, Guaratuba, Matinhos, Morretes e Pontal do Paraná, sob a coordenação do promotor de Justiça Vinicius Fernando Zanatto.  A nova unidade será alocada na sede do MPPR em Paranaguá.

“Paranaguá é uma região portuária onde há bastante necessidade de uma estrutura de combate às organizações criminosas, diante da escalada de violência no local”, afirma o procurador-geral de Justiça, Gilberto Giacoia. “Mesmo com a qualidade de excelência dos promotores de Justiça que lá atuam na área criminal, não há dúvida de que esse aporte de uma estrutura do Gaeco é fundamental para operacionalizar um eficiente combate e diminuir e controlar o avanço do crime organizado”, ressalta.

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De acordo com o coordenador estadual do Gaeco, Leonir Batisti, o novo núcleo foi criado diante da necessidade de intensificar a atuação do Ministério Público no Litoral, especialmente em relação ao atendimento das demandas das áreas ambiental e de segurança pública. “As Promotorias de Justiça vêm apontando para um aumento significativo dessas demandas nos últimos tempos, casos que envolvem inclusive a instalação de organizações criminosas”, destaca. Ainda segundo Batisti, neste momento, o MPPR articula com a Secretaria de Estado da Segurança Pública a constituição das equipes de policiais militares e civis que irão compor o núcleo.

Atuação

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) é o órgão do Ministério Público Paraná responsável por investigações, atividades de combate e ações penais relacionadas ao crime organizado e ao controle externo da atividade policial. Atua também no enfrentamento a crimes que apresentam ramificações junto a instâncias de poder público.

A criação de núcleos regionais do Gaeco teve início em 1998, quando foi instalada a sede de Londrina. Além de promotores de Justiça e servidores do MPPR, os grupos especiais têm em suas estruturas policiais militares e policiais civis, colocados à disposição do MPPR com base na determinação contida no Decreto 10296/2014, do Governo do Estado do Paraná. 

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História

O Gaeco foi criado em 1994, inicialmente com o nome de Promotoria de Investigação Criminal (PIC), com atribuições de caráter geral na área criminal. Em 1997, suas funções foram delimitadas com as características mantidas até hoje. Já naquele período, o grupo passou a desenvolver um trabalho importante para o Paraná, especialmente no que se refere ao controle externo. A adoção do nome Gaeco foi estabelecida em 2007 pela Procuradoria-Geral de Justiça. Em abril de 2008, foi instituída a Coordenação Estadual do Grupo de Atuação Especial.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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Encontro debate integração científica no contexto do acordo entre Mercosul e União Europeia

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Iniciativa coordenada pela Fundação Araucária, Curitiba sedia nesta terça e quarta-feira (19 e 20) o Encontro de Agências de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) do Sul da América do Sul, que reúne representantes de instituições de fomento e pesquisa do Brasil, Argentina, Paraguai, Chile e Uruguai. O objetivo é discutir estratégias conjuntas de cooperação científica, inovação e desenvolvimento sustentável no contexto do acordo entre Mercosul e União Europeia.

O evento acontece no Campus da Indústria – Fiep e reúne representantes das Fundações de Amparo do Pará (Fapespa), Santa Catarina (Fapesc), do Rio Grande do Sul (Fapergs) e do Mato Grosso do Sul (Fundect), além de instituições internacionais como o Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas da Argentina (Conicet), o Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia do Paraguai (Conacyt), a Agência Nacional de Pesquisa e Inovação do Uruguai (ANII), a Agência Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento do Chile (Ania) e o Instituto Politécnico de Bragança.

Segundo o presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig, o acordo entre Mercosul e União Europeia exige, cada vez mais, competitividade, sustentabilidade e inovação dos países do bloco de integração da América do Sul. Ele afirmou que a ciência e tecnologia têm um papel fundamental nesse processo, ajudando a construir soluções e pesquisas que fortaleçam a participação da América do Sul nesse novo cenário internacional.

“O que estamos fazendo aqui é dando início a uma aproximação entre as agências de ciência e tecnologia do Sul do Brasil e dos países do Mercosul, buscando identificar agendas comuns e possibilidades de atuação conjunta”, disse.

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O secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, Aldo Bona, ressaltou o protagonismo do Estado na promoção da integração científica sul-americana. “A Europa já possui uma tradição consolidada de cooperação em ciência e tecnologia e queremos discutir aqui como avançar em trabalho em rede, colaboração e financiamento conjunto na América do Sul em temas de interesse transfronteiriço”, comentou.

A programação inclui apresentações institucionais, debates sobre prontidão tecnológica, oficinas colaborativas e construção de estratégias conjuntas voltadas ao fortalecimento da integração regional em áreas estratégicas como bioeconomia, agroalimentação, sustentabilidade, logística, energia e digitalização produtiva.

“A construção de estratégias regionais exige integração entre os diferentes biomas e realidades da América do Sul e este encontro poderá contribuir para novas agendas cooperativas em bioeconomia, sustentabilidade e inovação regional”, disse o presidente do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), Marcel do Nascimento Botelho.

AGENDA COMUM – Entre os destaques do encontro está a construção da chamada “Agenda Comum de Curitiba”, documento que deverá consolidar prioridades de pesquisa aplicada, mecanismos de financiamento conjunto e estratégias de compartilhamento de infraestrutura científica entre os países participantes.

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A representante da ANII, Sofia Riobo, destacou que o momento é especialmente importante para fortalecer a cooperação científica regional. “Estamos em um momento em que a cooperação entre as agências da região é fundamental. Esperamos ampliar iniciativas de pesquisa colaborativa em rede com foco em temas relevantes para toda a América do Sul”, afirmou.

O encontro integra a estratégia da Fundação Araucária de fortalecer as chamadas “Rotas de Integração Sul-americanas em CT&I”, proposta voltada à construção de uma integração regional baseada em ciência, tecnologia e inovação, tendo como eixo central o desenvolvimento sustentável e os ativos compartilhados do território sul-americano.

Nesta quarta-feira (20) acontece a assinatura do memorando de entendimento do programa Ganhando o Mundo da Ciência entre a Fundação Araucária e o Conicet, da Argentina, ampliando as ações de internacionalização da ciência paranaense e a cooperação acadêmica entre os países.

“Este programa nos permite integrar jovens em ambientes científicos e tecnológicos, promover intercâmbio e fortalecer a integração entre pessoas e equipes de pesquisa. Para o Conicet, essa parceria com o Paraná é muito importante porque amplia as possibilidades de cooperação em áreas estratégicas e aproxima nossos sistemas científicos em uma agenda comum de desenvolvimento e inovação”, comentou o diretor do Conicet, Walter Sione.

Fonte: Governo PR

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