Brasil
Ministério dos Transportes entrega duplicação da BR-104/PE e melhora mobilidade no Agreste com investimento de R$ 390 milhões
O ministro dos Transportes, George Santoro, entregou nesta quinta-feira (23) a duplicação e restauração da BR-104 em Pernambuco. Ao todo, foram modernizados 51,4 quilômetros, com investimento total de R$ 390 milhões, para melhorar o tráfego dos mais de 17 mil motoristas que passam diariamente pelos municípios de Caruaru, Toritama e Taquaritinga do Norte.
“Melhoramos essa ligação e avançamos em novos investimentos, como a travessia urbana de Toritama e a futura variante, que já está em fase de projeto. É uma obra estratégica para destravar a logística e impulsionar o crescimento da região”, destacou o ministro dos Transportes, George Santoro.
Na última etapa das obras, foram concluídos 10 quilômetros de duplicação, 13,4 quilômetros de restauração e cerca de 2 quilômetros de pistas locais paralelas, com aporte de R$114 milhões. A BR-104 é um eixo importante que interliga Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Rio Grande do Norte, consolidando seu papel estratégico para o desenvolvimento do Nordeste.
“Quem passa todos os dias por esse perímetro vê a importância dessa obra. O trânsito aqui sempre foi muito carregado, e a duplicação traz mais fluidez para a região. Parece até um sonho realizado ver esse viaduto funcionando depois de tantos anos”, comemorou o prefeito de Toritama, Sérgio Colin.
Entre as intervenções, o Ministério dos Transportes revitalizou duas pontes, construiu uma nova e implantou dois viadutos, um em cada sentido da via. Os avanços facilitam o transporte de cargas, o escoamento da produção e a mobilidade da população, tanto no dia a dia quanto em viagens pela região.
Impacto regional
Para quem vive a realidade da estrada, a mudança já é perceptível. A enfermeira Gleisiane da Silva relata os impactos da duplicação da BR-104 na rotina da população. “A entrega dessa BR muda totalmente a nossa vida. Vai facilitar a passagem de veículos, otimizar o tempo das pessoas e melhorar muito a circulação na cidade, principalmente nos dias de feira. A gente esperou muito por essa obra e agora vê que valeu a pena. Vai evitar acidentes e trazer mais organização. Para quem mora aqui em Toritama, é gratificante”, afirmou a moradora.
Minha Casa, Minha Vida
Durante a agenda no estado, o chefe da pasta dos Transportes, George Santoro, representou o ministro das Cidades, Vladimir Lima, e inaugurou 123 novas moradias do programa Minha Casa, Minha Vida em Caruaru. O Governo do Brasil investiu mais de R$ 29 milhões na construção das unidades habitacionais para famílias pernambucanas.
“As pessoas são o nosso objetivo. Melhorar a vida delas é o que orienta os investimentos. Nosso foco é entregar condições para que as pessoas possam trabalhar, crescer e ter mais qualidade de vida”, concluiu o ministro George Santoro.
Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes
Fonte: Ministério dos Transportes
Brasil
Autoridades públicas e especialistas debatem custos operacionais e segurança jurídica no setor aéreo
O secretário Nacional de Aviação Civil, Daniel Longo, participou, nesta quinta-feira (24), do Fórum Brasileiro de Aviação, que reuniu autoridades públicas, especialistas e representantes do setor para debater desafios regulatórios e o avanço da judicialização na aviação brasileira. No centro das discussões estiveram a segurança jurídica, a previsibilidade regulatória e a redução de custos como pilares para o desenvolvimento sustentável do setor.
Promovido pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o encontro abordou temas estratégicos para o ambiente de negócios, como regulação econômica, custos operacionais, impactos da reforma tributária e a preparação do Brasil para sediar o congresso da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), um dos principais do setor aéreo mundial.
Durante o evento, Daniel Longo destacou que o Governo Federal acompanha de perto as discussões e tem duas preocupações centrais no contexto da reforma tributária: o possível aumento de custos e a garantia de segurança jurídica. “Temos duas preocupações. A primeira é o custo. Antecipamos que a carga tributária pode triplicar para as empresas, o que precisa ser analisado à luz das características do setor. A segunda é a segurança jurídica e a previsibilidade regulatória, fundamentais para atrair investimentos”, afirmou.
Longo ressaltou, ainda, que, embora existam limitações na atuação direta, cabe ao governo promover o diálogo e buscar soluções estruturais. “Temos pouca ingerência sobre o preço do QAV e sobre a política tributária. Nosso papel, como formuladores de política pública, é abrir o diálogo com quem tem competência sobre esses temas e construir caminhos viáveis”, explicou.
A procuradora-geral da Fazenda Nacional, Anelize Almeida, apontou lacunas no debate regulatório e defendeu o avanço em instrumentos ainda pouco explorados. “Há pontos que ficaram cegos na discussão. Estamos diante de uma transformação. Teremos um desafio operacional grande, mas vejo, em um curto espaço de tempo, como um ano, benefícios relevantes”, afirmou.
O economista e professor José Roberto Afonso chamou atenção para o cenário internacional e para a oportunidade estratégica do Brasil com a realização do Congresso da Iata no país. Segundo ele, o país apresenta vantagens competitivas, como a ausência de escassez de combustível de aviação, realidade diferente de outros mercados.
“O Brasil está em uma boa situação, porque não há escassez de QAV. Em Lisboa, por exemplo, já há dúvidas sobre o abastecimento para o período de férias. Precisamos deixar claro que o país tem capacidade de desenvolvimento de longo prazo, com estratégia política e segurança jurídica e econômica”, destacou.
O Fórum reforçou a importância da coordenação entre governo, setor produtivo e órgãos reguladores para enfrentar os desafios estruturais da aviação brasileira. A construção de um ambiente mais previsível, com regras claras e custos equilibrados, foi apontada como essencial para ampliar investimentos, fortalecer a conectividade e preparar o país para um novo ciclo de crescimento no transporte aéreo.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
Fonte: Portos e Aeroportos
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