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Brasil

Ministério dos Transportes apresenta estratégias brasileiras em evento-chave da COP30

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Comprometido com o diálogo global para o desenvolvimento de uma infraestrutura ambientalmente equilibrada, o subsecretário de Sustentabilidade do Ministério dos Transportes, Cloves Benevides, debateu o papel da América Latina no avanço das metas de baixo impacto ambiental na logística com líderes governamentais, representantes da sociedade civil e da iniciativa privada, nesta sexta-feira (14), durante a COP30 em Belém (PA).

“Ontem e hoje, as discussões abordaram logística, cidades, infraestrutura e energia, destacando a correlação entre esses temas. Se pensarmos o mundo como um corpo humano, as artérias que transportam sangue seriam as grandes rodovias e os modais ferroviários, porque são eles que movimentam o desenvolvimento, estruturam a trajetória dos territórios e transportam a carga”, afirmou.

O encontro representou um marco diante da urgência de uma colaboração intersetorial para acelerar a agenda de operacionalização logística internacional, com o objetivo de transformar o transporte em um catalisador de resiliência climática e equidade social. A iniciativa reforça o papel do setor como alavanca para o crescimento inclusivo e sustentável, superando o estigma de ser apenas um dos principais contribuintes para as emissões globais.

Durante a apresentação do Brasil às delegações estrangeiras, Cloves Benevides destacou que os esforços do Governo Federal estão sendo traduzidos em ações concretas voltadas para custos, intermodalidade e conectividade regional. Segundo ele, esses avanços são possíveis graças a parcerias inovadoras, modelos de governança mais inclusivos e medidas céleres para transformar a mobilidade rumo ao baixo carbono.

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“O Ministério dos Transportes está plenamente integrado ao Plano Clima e à taxonomia sustentável. Estamos impulsionando a agenda de mitigação brasileira por meio de planos econômicos verdes e da transição energética. Nossos contratos de concessão agora incluem recursos específicos destinados à resiliência e à adaptação da infraestrutura”, detalhou o subsecretário.

Caminhos do progresso

Durante o evento, o Ministério dos Transportes integrou dois pavilhões dedicados aos caminhos verdes dos modais ferroviário e rodoviário, localizados na Zona Verde e na Zona Azul, promovendo a transição energética, a ampliação dos modais e o maior ciclo de investimentos em infraestrutura nacional.

O subsecretário de Sustentabilidade da pasta ressaltou que o transporte sustentável será um motor de novas oportunidades econômicas e sociais, capaz de tornar as cidades mais saudáveis, eficientes e habitáveis a médio e longo prazo, conforme previsto no Plano Nacional de Logística 2050, a ser lançado em dezembro.

“Na Zona Verde, o espaço foi dedicado a debates e conteúdos nacionais. Já na Zona Azul, ocorreu a primeira participação internacional do setor de Transportes junto às organizações globais. O Brasil conduz o debate local e aponta para o futuro: apresenta componentes estratégicos, reforça a importância do diálogo com outros países e demonstra estar em sua melhor fase de infraestrutura sustentável da história”, concluiu.

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Agenda

No encerramento da primeira semana do maior evento climático do mundo, neste sábado (15), o Ministério dos Transportes participará da Declaração Conjunta sobre Sistemas de Transporte Sustentáveis.

A iniciativa reforça a participação de diferentes entes nas estratégias globais de descarbonização e resiliência, além de contribuir para a construção de um Objetivo Global de Transporte até 2050.

Também estarão presentes no painel o ministro das Cidades, Jader Filho; o ministro dos Transportes do Chile, Juan Carlos Muñoz Abogabir; o secretário-geral do International Transport Forum (ITF/OCDE), Young Tae Kim; entre outras autoridades.

Na parte da tarde, ocorre o debate “Concessões Sustentáveis de Transporte: Caminhos para a Integração Climática na Regulação”. A mesa abordará a incorporação de critérios socioambientais e ambientais nos contratos de concessão federais, com foco no setor rodoviário.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Governo do Brasil anuncia ações para fortalecer proteção ambiental e enfrentar mudanças climáticas

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A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, participou, nesta quarta-feira (10), da cerimônia em que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou um conjunto de ações para fortalecer a proteção ambiental, enfrentar a mudança do clima e impulsionar o desenvolvimento sustentável no País. O evento, que ocorreu no Palácio do Planalto e celebrou o Dia Mundial do Meio Ambiente, reuniu ministros, autoridades e representantes da sociedade civil.   

Durante a cerimônia, o Governo do Brasil apresentou medidas voltadas à conservação dos biomas brasileiros, à ampliação do reconhecimento dos serviços ambientais prestados por comunidades tradicionais e à preparação do País para os desafios da transição ecológica e da adaptação climática. 

Um dos principais atos foi a sanção da Lei da Política Nacional para Recuperação da Caatinga que, acompanhada do lançamento do Programa Recaatingar, passa a contar com aporte inicial de R$ 60 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Banco do Nordeste (BNB). Além disso, foi anunciada a regulamentação da Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), investimentos voltados para a agenda ambiental brasileira, além de outras ações.  

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Segundo Luciana Santos, a participação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) reforça a importância da produção científica e da inovação tecnológica para subsidiar políticas públicas de proteção ambiental, monitoramento dos biomas, enfrentamento dos eventos climáticos extremos e desenvolvimento de soluções sustentáveis para o País. “A ciência, a tecnologia e a inovação têm papel decisivo na construção de um modelo de desenvolvimento capaz de combinar crescimento econômico, inclusão social e preservação ambiental. O conhecimento científico é fundamental para orientar políticas públicas e gerar soluções para os desafios climáticos do presente e do futuro”, destacou. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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