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Ministério do Turismo destina R$ 1 milhão para a final do Campeonato Brasileiro de Quadrilhas Juninas, em Maceió (AL)

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As cores e as coreografias que marcam as festas juninas de todo o país vão tomar conta de Maceió (AL) entre os dias 23 e 26 de julho. Para fortalecer uma das maiores celebrações culturais do Brasil, o Ministério do Turismo (MTur) vai destinar R$ 1 milhão para patrocinar a final do 6º Campeonato Brasileiro de Quadrilhas Juninas.

A expectativa é que o evento reúna grupos de 25 estados, movimentando mais de R$ 8 milhões na economia local e gerando cerca de 1,2 mil empregos.

Além da disputa nacional, o evento contará com apresentações culturais, shows, feira de artesanato e praça gastronômica. A expectativa é receber cerca de 30 mil visitantes durante os quatro dias de programação.

Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, apoiar eventos como esse é extremamente importante porque preserva a cultura e as tradições locais, ao mesmo tempo que desenvolve as economias dos destinos. “As festas juninas fazem parte da identidade do povo brasileiro e são um importante atrativo turístico em todas as regiões do país. Apoiar a final desse campeonato é valorizar essa tradição, incentivar o turismo cultural e criar oportunidades para milhares de pessoas, gerando emprego e renda”, afirma.

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Temporada Junina
Levantamento do MTur aponta que apenas cinco dos principais destinos juninos do país – Campina Grande (PB), Caruaru (PE), Mossoró (RN), Maracanaú (CE) e Petrolina (PE) – movimentaram cerca de R$ 2,4 bilhões em 2026. 

As cinco cidades também integram o projeto “Destino: Festas Juninas”, lançado pelo MTur neste ano.

Ao longo de dez episódios, a websérie mostrou os bastidores dos festejos e as histórias de quem ajuda a manter viva uma das principais manifestações culturais do país.

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Brasil

Mercado Livre de Energia: entenda como funciona a migração e as regras para contratação de energia

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O Mercado Livre de Energia é a modalidade em que os consumidores habilitados podem escolher de quem comprar energia elétrica e negociar condições contratuais diretamente com fornecedores, geradores ou comercializadores, ampliando a competitividade. Nesse ambiente, é possível definir aspectos como preço, quantidade de energia contratada, prazo de fornecimento, forma de pagamento e, em alguns casos, a origem da energia adquirida.

Todos os consumidores conectados em média e alta tensão, classificados no Grupo A (tensão igual ou superior a 2,3 kV), já estão aptos a migrar. Se a carga individual do consumidor for menor que 500 kW, a participação exige a intermediação de um agente varejista, que gerencia a compra e assume a representação do consumidor junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Esse formato simplifica toda a gestão da comercialização no mercado livre para consumidores com pequenas cargas.

No Brasil, a comercialização ocorre em dois ambientes:

  • Ambiente de Contratação Regulada (ACR) – A energia é fornecida pelas distribuidoras com condições definidas pela regulação setorial.
  • Ambiente de Contratação Livre (ACL) – As condições comerciais são negociadas entre compradores e vendedores.

Como funciona a contratação?

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No Mercado Livre de Energia, o fornecimento do serviço da entrega da energia para o consumidor continua utilizando a rede da distribuidora local, que permanece responsável pela entrega e manutenção do serviço de energia elétrica. A diferença está no modelo comercial, o consumidor segue pagando pelo uso da rede de distribuição (fio), mas ganha a liberdade de negociar o preço e as condições da energia diretamente com geradores, comercializadores ou produtores independentes.

Essa modalidade envolve diferentes agentes do setor elétrico:

  • Geradores – Responsáveis pela produção da energia elétrica;
  • Comercializadores – Realizam a compra e venda da energia;
  • Consumidores livres e especiais – Empresas e unidades consumidoras habilitadas a contratar energia no ACL;
  • Distribuidoras – Responsáveis pela operação e manutenção das redes de distribuição; e
  • Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – Entidade responsável pelo registro dos contratos e pela contabilização e liquidação das operações de mercado.

Quando os consumidores de baixa tensão poderão migrar?

A partir do final de 2027 os consumidores atendidos em baixa tensão (inferior a 2,3 kV), como pequenos estabelecimentos comerciais, propriedades rurais e indústrias de menor porte, hospitais e escolas, poderão exercer o direito de escolha do seu fornecedor de energia, de acordo com o Decreto nº 13.097/2026. Segundo o texto do regulamento, a abertura de mercado ocorrerá nas seguintes datas para esses consumidores: 

  • Em novembro de 2027 – Todos os consumidores industriais e comerciais com qualquer carga e tensão poderão começar a migrar para o mercado livre;
  • Em novembro de 2028 – Para todos os demais consumidores.
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O texto estabelece o prazo mínimo para que esses consumidores comuniquem à distribuidora a escolha de um novo fornecedor de energia elétrica, de acordo com as próprias necessidades, e determina as regras que precisarão ser obedecidas para fazer a migração para o Ambiente de Contratação Livre (ACL). Isso inclui requisitos para formalizar a opção, representação por agentes varejistas e prestação de informações aos consumidores. O texto também disciplina o chamado Supridor de Última Instância (SUI), que é quem vai garantir a energia elétrica ao consumidor, caso o novo fornecedor dele tenha algum problema.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | (61) 99129-3578 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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