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Ministério de Portos e Aeroportos investe R$ 153,9 milhões na modernização da Eclusa de Amarópolis (RS)

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O Ministério de Portos e Aeroportos investiu R$ 153,9 milhões na modernização da Eclusa de Amarópolis, no Rio Grande do Sul. A iniciativa visa o fortalecimento da infraestrutura hidroviária e garantir mais segurança e eficiência à navegação interior. O investimento faz parte da política pública de manutenção das eclusas e das vias navegáveis conduzida pelo MPor em parceria com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Somente em 2025, mais de R$ 500 milhões foram destinados à manutenção e modernização das hidrovias em diferentes regiões do país, garantindo melhores condições de navegação para embarcações de carga e passageiros.

Segundo o secretário nacional de Hidrovias e Navegação do Ministério de Portos e Aeroportos, Otto Luiz Burlier, a modernização dessas estruturas é essencial para garantir a continuidade das operações nas hidrovias brasileiras. “As eclusas são estruturas estratégicas para a navegação interior. Investir na modernização e manutenção dessas estruturas significa garantir segurança para as embarcações, eficiência no transporte de cargas e melhores condições de mobilidade para as populações que dependem dos rios”, destacou o secretário.

Além da eclusa de Amarópolis, o Rio Grande do Sul possui outras quatro eclusas em operação: Bom Retiro do Sul, Dom Marco, Fandango e Anel de Dom Marco. Juntas, elas permitem a continuidade da navegação em trechos de rios com diferentes níveis de altura. O estado também abriga a eclusa mais antiga em funcionamento no Brasil, evidenciando a tradição da navegação interior na região.

Infográfico - Como funciona uma eclusa
Infográfico – Como funciona uma eclusa
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Funcionamento de uma eclusa

As eclusas são estruturas hidráulicas que funcionam como uma espécie de “elevador para embarcações”. Elas permitem que barcos e comboios de carga subam ou desçam trechos de rios que apresentam diferenças de altura ao longo do percurso.

O sistema funciona por meio de uma câmara que se enche ou se esvazia de água de forma controlada. Quando a embarcação entra na estrutura, o nível da água é ajustado até alcançar a altura do trecho seguinte do rio, permitindo que o trajeto continue com segurança.

De acordo com o diretor de Gestão Hidroviária do MPor, Eliezé Bulhões, a manutenção dessas estruturas é fundamental para garantir a navegabilidade das hidrovias. “A eclusa é um equipamento essencial para permitir a passagem segura das embarcações em rios com desníveis. A modernização dessas estruturas aumenta a confiabilidade das operações e contribui para manter as condições adequadas de navegação nas hidrovias brasileiras”, explicou.

Transporte eficiente e sustentável
Além de garantir a navegabilidade dos rios, estruturas como as eclusas contribuem para ampliar a eficiência do transporte hidroviário, considerado um dos modais mais sustentáveis para grandes volumes de carga. Uma única embarcação ou comboio pode transportar grandes quantidades de mercadorias com menor consumo de combustível por tonelada transportada e menor emissão de poluentes quando comparado ao transporte rodoviário.

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Isso ajuda a reduzir custos logísticos e fortalece o papel das hidrovias como alternativa eficiente para o transporte no país. A modernização dessas estruturas também melhora as condições de segurança da navegação e reforça a infraestrutura logística brasileira, beneficiando regiões que dependem diretamente dos rios para o transporte de pessoas e mercadorias.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Pesquisa e sustentabilidade ganham espaço na agenda da pesca na Amazônia

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O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, cumpriu nesta quinta-feira (24), em Manaus (AM), uma série de compromissos voltados ao fortalecimento da pesquisa, da inovação e do desenvolvimento sustentável da pesca e da aquicultura na Amazônia. A agenda incluiu reunião com a Reitoria da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), encontro com professores de Engenharia de Pesca e participação na abertura do II Congresso de Engenharia, Agronomia e Tecnologia do Amazonas (II CENATEC).

Durante a visita à UFAM, o ministro se reuniu com a reitora Tanara Lauschner para tratar de ações da universidade relacionadas aos impactos do El Niño na região. Segundo Edipo “o Governo Federal vem atuando em todas as frentes para salvaguardar a população ribeirinha e o povo da Amazônia”.

A agenda também teve diálogo com professores do curso de Engenharia de Pesca, com destaque para a análise dos resultados de dois Termos de Execução Descentralizada (TEDs) firmados entre o MPA e a instituição. Os projetos contemplam o Manejo Pesqueiro de Espécies Amazônicas Migratórias, e a Pesca Ordenada e Sustentável da Piracatinga. As iniciativas reforçam a cooperação entre governo e universidade na produção de conhecimento e no desenvolvimento de estratégias para o manejo sustentável dos recursos pesqueiros amazônicos.

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A programação do ministro também incluiu a cerimônia de abertura do II CENATEC, que reúne estudantes, profissionais, pesquisadores, professores, empresas e representantes de instituições públicas e privadas das áreas de Engenharia, Agronomia e Tecnologia. No congresso, que também aborda temas relacionados à inovação, ao desenvolvimento tecnológico e à sustentabilidade na Amazônia, o ministro destacou as políticas públicas do Governo Federal no Amazonas e a representatividade feminina no setor e na liderança do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amazonas (CREA- AM).

“O Governo Federal dedica uma atenção muito especial ao Amazonas. Ao acompanharmos os debates sobre as BRs 319 e 174, além dos investimentos e realizações do Novo PAC na região — como as entregas das pontes sobre os rios Cruzá e Autaz-Mirim —, fica evidente que essas políticas dialogam com a verdadeira essência da engenharia. Nosso papel é sair da zona de conforto e construir um país melhor para a população.” afirmou Edipo.

Pesca e aquicultura no Amazonas

A agenda ocorre em um estado de grande relevância para a atividade pesqueira brasileira. O Amazonas possui 151.426 pescadores registrados, dos quais 44% são mulheres, além de 749 aquicultores registrados. O estado também contabiliza 82 indústrias de pescado registradas e produção anual de mais de 12 mil toneladas de pescado, segundo dados de 2024.

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O estado também registrou a emissão de 551 licenças para pescadores esportivos, segmento que integra as diferentes atividades relacionadas ao uso sustentável dos recursos pesqueiros e ao desenvolvimento econômico da região.

Próximos compromissos

A agenda do ministro em Manaus continua nesta sexta-feira (25), com visita a uma fazenda de piscicultura e atividades relacionadas ao contrato de águas da União. Na sequência, Edipo Araujo terá visita institucional no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), ampliando o diálogo com instituições de pesquisa que atuam no desenvolvimento científico e tecnológico da região.

Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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