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Brasil

Ministério da Saúde participa da abertura do 10º Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde

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O Ministério da Saúde participou, nesta quarta-feira (16), em Manaus (AM), da abertura oficial do 10º Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde (CSHS). Promovido pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), o encontro é realizado pela primeira vez na Região Norte e reúne pesquisadores, docentes, estudantes, profissionais dos serviços de saúde e representantes de movimentos sociais.

Com o tema “Interculturalidade, ambiente e saúde: desafios do século XXI para a vida e a conexão dos territórios”, o congresso promove debates sobre as diferentes realidades que atravessam a saúde coletiva no país, com atenção às especificidades da Amazônia e das populações que vivem na região.

Representando o Ministério da Saúde na cerimônia, a secretária de Informação e Saúde Digital, Maria Aparecida Cina da Silva, destacou a importância de considerar as características dos territórios na formulação das políticas públicas de saúde. Segundo ela, as grandes distâncias, a diversidade cultural e a presença de povos indígenas, populações ribeirinhas e comunidades da floresta evidenciam a necessidade de respostas adequadas às diferentes realidades do país.

A Amazônia nos mostra, de maneira muito concreta, que não é possível pensar uma política nacional de saúde sem considerar as diferentes realidades do nosso país”, afirmou.

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Formação de sanitaristas indígenas

A cerimônia de abertura também foi marcada pela entrega de certificados a cinco indígenas que concluíram o mestrado em Saúde Coletiva no Alto Solimões. A secretária Maria Aparecida Cina da Silva participou da entrega dos certificados aos novos mestres.

A formação reúne uma turma de 13 alunos indígenas. Durante a solenidade, foi destacada a importância das ações afirmativas e do acompanhamento pedagógico no processo de formação dos participantes.

A entrega dialogou com um dos pontos abordados pela secretária durante a abertura do congresso: a importância de reconhecer os saberes, as culturas, as necessidades e as características das populações na construção das políticas públicas de saúde.

O SUS precisa conhecer o território, mas também precisa escutar o território”, ressaltou Cina.

Saúde digital e territórios

Durante a abertura, a secretária também abordou o papel da informação e da transformação digital diante dos desafios de acesso à saúde em um país de dimensões continentais. Segundo Cina, a saúde digital e a telessaúde podem contribuir para aproximar profissionais e serviços, apoiar o cuidado e ampliar o acesso da população, inclusive em áreas remotas.

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A secretária ressaltou que transformação digital não significa apenas disponibilizar tecnologia. Para que as soluções contribuam para a equidade, é necessário considerar as condições de cada território, como as possibilidades de conectividade, as diferentes formas de acesso à informação e as necessidades das pessoas. “A tecnologia precisa ser uma ferramenta para reduzir distâncias e desigualdades e não para criar barreiras”, destacou.

Cina também chamou atenção para a relação entre dados, produção de conhecimento e compreensão das realidades locais. Em sua fala, destacou que dados e indicadores são fundamentais para orientar as políticas públicas, mas que também é necessário compreender as experiências, os modos de vida, as culturas e as relações das populações com seus territórios.

Ao encerrar a participação, a secretária relacionou o fortalecimento do SUS na Amazônia ao cuidado com as pessoas, os territórios e a floresta, dimensões que, segundo ela, precisam permanecer em diálogo.

Patrícia Rodrigues
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Chegadas de turistas internacionais no Ceará aumentam 24%

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A posição geográfica privilegiada e o fortalecimento da conectividade aérea vêm impulsionando o turismo internacional no Ceará. Entre janeiro e agosto de 2026, o estado registrou 86.021 chegadas de turistas estrangeiros, crescimento de 23,6% em relação aos 69.623 visitantes que vieram de outros países no mesmo período do ano passado.

Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, o desempenho representa mais recursos circulando na economia e novas oportunidades para os trabalhadores e empreendedores do estado. “Esse crescimento mostra que o Ceará está transformando sua força turística em resultado. São mais estrangeiros ocupando hotéis, consumindo nos restaurantes, contratando passeios e comprando do pequeno empreendedor”, afirma o ministro.

Ele também ressaltou que os números podem ser ainda melhores até o final do ano por conta do início da temporada dos ventos – um dos maiores ativos do estado, que transforma o litoral cearense na capital mundial dos esportes náuticos nesse período.

Com ‘ventos perfeitos’, destinos como Cumbuco, Jericoacoara e Preá atraem velejadores do mundo inteiro para a prática de kitesurf e windsurf.

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“Esse fenômeno natural impulsiona a economia local, lotando a rede hoteleira, movimentando a gastronomia e gerando emprego e renda para as comunidades costeiras”, complementou Feliciano.

A conectividade aérea é um dos fatores decisivos para esse desempenho. Fortaleza vem se consolidando como uma das principais portas de entrada do Nordeste, impulsionada por ligações diretas como a rota Fortaleza-Lisboa. Na alta temporada, a partir de novembro, a operação passará de três para cinco voos semanais, acrescentando milhares de assentos à oferta entre o Ceará e a Europa.

Atualmente, Portugal e França lideram a emissão de turistas estrangeiros para o Ceará, seguidos por Argentina, Itália, Alemanha e Estados Unidos.

Os dados são do Ministério do Turismo, com base em informações da Polícia Federal, e divulgados em parceria com a Embratur.

O crescimento no Ceará acompanha o bom momento do turismo no país. De janeiro a agosto de 2026, o Brasil recebeu 6.451.257 turistas estrangeiros – mesmo patamar do ano passado, que foi recorde.

Apenas em agosto, entraram no país 576.276 visitantes internacionais, o maior número registrado para o mês desde o início da série histórica, em 2009, e mantendo o patamar de 576 mil visitantes registrados no mesmo período do ano passado.

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O país bateu recentemente recorde na movimentação aérea doméstica. De janeiro a julho (último mês divulgado) a Anac contabilizou 59 milhões de passageiros. 

Os gastos de turistas internacionais também atingiram o maior valor da história, segundo o Banco Central. Foram R$ 33,6 bilhões de janeiro a julho (último mês divulgado).

Já o turismo corporativo registrou o maior faturamento da história nos sete primeiros meses de 2026: R$ 8,4 bilhões.

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

 

Fonte: Ministério do Turismo

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