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Ministério da Saúde discute melhorias e estratégias para a Revista do SUS

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Para avaliar avanços, discutir desafios e planejar o futuro da publicação científica, o Ministério da Saúde (MS) reúne o corpo editorial da Epidemiologia e Serviços de Saúde: revista do SUS (RESS), em Brasília (DF), nos dias 23 e 24. No encontro, editores e colaboradores da epidemiologia e dos serviços de saúde debatem sobre as principais necessidades do periódico, que segue o modelo de acesso sem custo aos autores ou leitores, em conformidade com a Ciência Aberta.

A mesa de abertura da reunião foi conduzida pelos editores Jorge Barreto, Taís Freire Galvão e Maria Auxiliadora Martins. Em sua fala, Taís Galvão explicou a importância de analisar o trabalho realizado até o momento e propor novos rumos para as próximas edições. “O encontro é uma oportunidade de alinhamento entre os membros do corpo editorial e tem como objetivo fortalecer o papel da RESS como veículo de referência para a saúde coletiva no Brasil”, destacou a editora executiva.

Na sequência, o editor-chefe, Jorge Barreto, apresentou o diagnóstico de situação da revista com ênfase na experiência de autores, revisores e editores. Em seguida foi realizada uma dinâmica em grupos, em formato de café mundial, para refletir sobre experiências e discutir propostas de melhoria no processo editorial. A programação vespertina do primeiro dia incluiu, ainda, uma plenária para devolutiva das discussões e a apresentação da nova versão do site da RESS.

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O cronograma planejado seguirá com uma oficina de trabalho voltada à proposição de avanços estratégicos para a revista, com o tema “Onde queremos chegar e como chegaremos lá?”. Os editores conduzirão, ainda, uma sessão para definição dos próximos passos da publicação.

No dia anterior ao início do encontro foi realizado um treinamento prático com candidatos a editores associados da revista com participação de 22 pesquisadores de várias partes do Brasil. Os profissionais receberam orientações para o manejo de manuscritos e boas práticas em comunicação e integridade em pesquisa. Além disso, participaram de uma sessão prática de editoria de manuscritos candidatos à publicação.

A Revista

A Epidemiologia e Serviços de Saúde: revista do SUS (RESS) é um periódico científico eletrônico de acesso aberto publicado trimestralmente. O material gratuito e de fluxo contínuo é editado pelo Ministério da Saúde e está em seu 34º volume. A RESS publica artigos científicos no ramo da saúde coletiva, incluindo epidemiologia, ciências sociais e humanas na saúde, gestão e planejamento e que apresentem evidências relevantes para o SUS.

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A publicação é a continuação do Informe Epidemiológico do SUS (IESUS) iniciado em 1992 pelo Centro Nacional de Epidemiologia (CENEPI), antecessor da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA). Em 2023, a partir do volume 12, número 1, a revista passou a ser denominada Epidemiologia e Serviços de Saúde.

O público-alvo é composto por pesquisadores, professores e estudantes de graduação e pós-graduação da área da Saúde Coletiva; gestores e profissionais de saúde; e demais interessados em debater temas relacionados à saúde pública.

Ciência Aberta

A Ciência Aberta (ou Open Science) é um movimento global que visa tornar a pesquisa científica mais transparente, acessível, colaborativa e reutilizável para a sociedade, promovendo conhecimento público e disseminado. Entre os principais benefícios estão o aumento da reprodutibilidade, maior impacto das pesquisas, mais colaboração, melhor retorno para a sociedade, além de inclusão e equidade. Especificamente na saúde, a iniciativa contribui para o aceleramento do progresso científico, para a melhora da saúde pública e promoção da transparência, fortalecendo, desta forma, a confiança dos cidadãos na ciência.

Suellen Siqueira
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Conheça Ouro Preto: o primeiro destino brasileiro reconhecido como Patrimônio Mundial da UNESCO

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Primeiro bem brasileiro inscrito na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO, em 1980, Ouro Preto (MG) preserva igrejas centenárias, casarões coloniais, museus e antigas minas de ouro que ajudam a contar parte da história do Brasil.

Fundada no fim do século XVII, Ouro Preto cresceu com a descoberta de ouro em Minas Gerais e se tornou um dos principais centros econômicos da colônia portuguesa. Também foi palco da Inconfidência Mineira e capital de Minas Gerais até 1897. Com o fim do ciclo da mineração, a cidade preservou seu conjunto urbano e hoje é um dos principais destinos de turismo histórico e cultural do país.

Ouro Preto recebeu o título de Patrimônio Mundial por preservar um dos mais importantes conjuntos arquitetônicos do período colonial nas Américas. Igrejas, pontes, chafarizes, edifícios públicos e casarões históricos permanecem integrados ao traçado original da cidade, além de reunir obras de artistas como Aleijadinho e Mestre Ataíde.

O Ministério do Turismo reuniu dicas sobre o que fazer na cidade, para diferentes perfis de viajantes:

  • Praça Tiradentes: principal cartão-postal da cidade e ponto de partida para conhecer o Centro Histórico.
  • Igreja de São Francisco de Assis: considerada uma das principais obras de Aleijadinho, com pinturas de Mestre Ataíde.
  • Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar: famosa pelo interior ricamente decorado e pelas obras de arte sacra.
  • Museu da Inconfidência: conta a história da Inconfidência Mineira e da formação de Minas Gerais.
  • Museu Aleijadinho: reúne peças e documentos sobre a vida e a obra do artista.
  • Museu de Arte Sacra: abriga imagens, esculturas e objetos religiosos dos séculos XVIII e XIX.
  • Casa dos Contos: antigo casarão que apresenta exposições sobre a história da mineração e da administração colonial.
  • Casa de Tomás Antônio Gonzaga: imóvel ligado à história de um dos principais nomes da Inconfidência Mineira.
  • Minas de ouro: abertas à visitação, mostram como funcionava a extração do ouro durante o período colonial.
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Quem tiver mais tempo também pode conhecer os distritos de Lavras Novas e São Bartolomeu, conhecidos pelas paisagens naturais, gastronomia típica e produção artesanal.

Quando visitar

Ouro Preto pode ser visitada durante todo o ano, mas alguns eventos tornam a experiência ainda mais especial:

  • Carnaval: um dos mais tradicionais de Minas Gerais, reúne blocos de rua, festas universitárias e programação cultural.
  • Semana Santa: celebração marcada por procissões, concertos e os tradicionais tapetes ornamentais confeccionados nas ruas do Centro Histórico.
  • Semana da Inconfidência: realizada em abril, relembra um dos principais movimentos da história brasileira com cerimônias cívicas e atividades culturais.
  • Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana: um dos mais tradicionais do país, reúne apresentações de música, teatro, dança, cinema, literatura e artes visuais.
  • Semana do Aleijadinho: homenageia o maior nome do barroco brasileiro com exposições, palestras e visitas guiadas.

Além desses eventos, o calendário turístico da cidade inclui festivais gastronômicos, encontros culturais, apresentações musicais e celebrações religiosas ao longo do ano.

Como chegar

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O acesso principal é pela capital mineira, distante cerca de 100 quilômetros. Para quem chega de avião, o aeroporto mais próximo é o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte (Confins). De lá, o trajeto até Ouro Preto pode ser feito de carro, ônibus ou traslado turístico, em cerca de duas horas.

Quem viaja de carro pode acessar a cidade pelas rodovias BR-040 e BR-356, enquanto linhas regulares de ônibus fazem diariamente o trajeto entre Belo Horizonte e Ouro Preto.

Patrimônio Mundial

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela UNESCO por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 25 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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