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Educação

MEC visita obras da Universidade Federal de Mato Grosso

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O ministro da Educação, Camilo Santana, vistoriou as obras do Centro de Vivências da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá, nesta quarta-feira, 4 de fevereiro. A construção, que estava paralisada desde 2016, foi retomada em setembro de 2025 com investimentos de R$ 3 milhões do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), do governo federal. No total, os recursos destinados ao espaço de convivência são de R$ 7 milhões. 

A edificação possui 3,7 mil metros quadrados e abriga um restaurante com cozinha, anfiteatro e sanitários, além de cinco salas comerciais. A obra é composta por uma área de vivência denominada UFMT Parque, que é interligada fisicamente ao centro cultural, servindo como uma estrutura de apoio a exposições e eventos. 

“Essa obra estava parada desde 2013 e é mais uma que estamos retomando com recursos do PAC. Essa é uma determinação do presidente Lula: nenhuma obra de educação paralisada, todas precisam ser entregues às universidades, aos institutos, às secretarias de educação, ao povo brasileiro”, afirmou o ministro. “A estrutura é um espaço belíssimo, de um arquiteto famoso e ex-professor dessa universidade, Porto Carreiro, que está prevista para ser entregue até o final do ano”, completou. 

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Criada em 1970, a UFMT está presente no estado nos campi Cuiabá, Várzea Grande, Sinop e Araguaia (abrangendo Pontal do Araguaia e Barra do Garças). A instituição atende hoje a uma comunidade de mais de 23 mil estudantes, matriculados em 113 cursos de graduação e 66 programas de pós-graduação. Para sustentar o ensino, a pesquisa e a extensão, a universidade conta com uma força de trabalho de cerca de 3,5 mil servidores, sendo mais de 1,7 mil docentes efetivos.  

​Em 2026, a UFMT amplia sua presença no estado por meio do Novo PAC, com a criação do campus de Lucas do Rio Verde (MT). Credenciada em novembro de 2025, a nova unidade inicia as atividades letivas neste ano, operando inicialmente em espaço cedido pelo poder público municipal. As primeiras turmas foram selecionadas via Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para os cursos de engenharia de software, inteligência artificial e letras (português e inglês).  

Agendas – Ainda em Mato Grosso, o ministro Camilo Santana entregou, de forma simbólica, mais de 1,7 mil exemplares da Carteira Nacional Docente do Brasil (CNDB) e 228 vales-computadores de R$ 3 mil para professores, nesta quarta-feira (4). As entregas foram feitas durante a inauguração do Campus Várzea Grande do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) e a cerimônia de posse do reitor Julio César dos Santos. A nova sede do IFMT teve um investimento total de R$ 17,2 milhões, dos quais R$ 9,7 milhões foram custeados também com recursos do Novo PAC.  

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Novo PAC – No total, os recursos destinados pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Novo PAC em Mato Grosso são de R$ 619,2 milhões, sendo R$ 375 milhões para a educação básica, R$ 122,6 milhões para a educação profissional e tecnológica e R$ 90,9 milhões para a educação superior. Entre as iniciativas, os investimentos contemplam a inauguração do Campus Várzea Grande do IFMT; a aquisição de 43 ônibus para transporte escolar; 12 novas escolas de tempo integral; e 46 creches no estado. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Mais de 90% dos municípios respondem ao MEC sobre Primeira Infância

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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), em parceria com a Rede Nacional Primeira Infância, concluiu o Levantamento Nacional de Planos pela Primeira Infância com adesão de 90% dos municípios brasileiros. Realizada entre março e maio de 2026, a iniciativa mapeou a situação dos planos municipais, estaduais e distrital voltados às crianças de zero a seis anos em todo o país. 

Ao todo, 4.990 municípios finalizaram integralmente o preenchimento do levantamento, o equivalente a 89,59% das cidades brasileiras. Outros 234 municípios permaneceram com cadastro em andamento e apenas 346 não iniciaram o preenchimento. Além da participação municipal, 19 estados e o Distrito Federal também responderam ao levantamento. 

O levantamento teve como objetivo compreender o panorama atual das políticas públicas para a Primeira Infância no país, identificar desafios, subsidiar ações de apoio técnico, fortalecer a governança interfederativa e aprimorar as estratégias voltadas à garantia dos direitos das crianças brasileiras. 

A inciativa nacional ocorreu de forma articulada e intersetorial, com envio de ofícios institucionais, disparos de e-mails, articulação via WhatsApp, divulgação em seminários estaduais e distribuição de materiais informativos. O prazo oficial de coleta encerrou-se em 15 de maio, com prorrogação excepcional até 18 de maio para regularização de acessos ao sistema e complementação de informações. 

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Os dados também devem contribuir para compreender os avanços da agenda desde a consolidação do Marco Legal da Primeira Infância e orientar novas ações para ampliar a efetivação dos direitos das crianças brasileiras, especialmente no enfrentamento das desigualdades e na construção de políticas mais integradas, intersetoriais e efetivas. 

O levantamento foi coordenado pela SNPPI/MEC com apoio de parceiros estratégicos da agenda da Primeira Infância, entre eles a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil, o Conselho Nacional do Ministério Público, a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação, o Instituto Articule e a Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, além de redes estaduais, organizações da sociedade civil e gestores públicos. 

Resultados – Entre os estados com 100% de preenchimento concluído estão Acre, Alagoas, Ceará e Roraima. Já os maiores índices de finalização foram registrados em São Paulo (98,76%), Mato Grosso do Sul (98,73%), Pará (96,53%), Santa Catarina (96,27%), Sergipe (96%), Rio Grande do Norte (95,81%), Pernambuco (95,14%) e Minas Gerais (93,20%). 

Em números absolutos, Minas Gerais liderou a participação, com 795 municípios finalizados, seguido por São Paulo (637), Rio Grande do Sul (425), Paraná (356) e Bahia (329). 

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Os formulários aplicados reuniram informações sobre existência e vigência dos Planos pela Primeira Infância, aprovação em instrumentos normativos, funcionamento de comitês intersetoriais, mecanismos de financiamento, participação social e necessidades de apoio técnico para implementação das políticas públicas. Também foram levantadas informações sobre governança, articulação entre áreas e estratégias de implementação territorial. 

Segundo a SNPPI/MEC, os resultados demonstram o fortalecimento da agenda da Primeira Infância no Brasil e o crescente comprometimento dos entes federados com a institucionalização de políticas públicas voltadas às crianças. A Subsecretaria pretende, agora, organizar um grupo de trabalho para aprofundar a análise quantitativa e qualitativa das informações coletadas. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria Executiva (SE) 

Fonte: Ministério da Educação

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