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Educação

MEC participa de lançamento de estudo sobre violência escolar

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O Ministério da Educação (MEC) participou, na terça-feira, 14 de outubro, da cerimônia de lançamento do estudo “Combate à Violência e Promoção da Cidadania nas Escolas” na Câmara dos Deputados. O estudo foi encomendado ao Centro de Estudos e Debates Estratégicos (CEDES) — órgão técnico-consultivo vinculado à Presidência da Câmara — e teve como objetivo principal considerar as experiências internacionais e nacionais no enfrentamento à violência no ambiente escolar. 

A pesquisa propõe debater a complexidade do fenômeno da violência e dos preconceitos nas escolas, levantando aspectos acerca da sua prevenção e de seu enfrentamento por meio da transformação cultural. O documento também traz estratégias, orientadas por uma visão sistêmica e sustentável da oferta de políticas de educação e sociais necessárias à garantia de direitos fundamentais.

Representando o MEC, a coordenadora-geral de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas, Thaís Santos, ressaltou a importância de um estudo como esse e das iniciativas que o MEC tem tomado para enfrentar a questão. “Esse programa estrutura a atuação do MEC em torno de três eixos complementares: prevenção, resposta e reconstrução, partindo da convicção de que a escola é o centro da proteção integral de crianças e adolescentes. Enfrentar as violências significa articular ações pedagógicas e intersetoriais, combinando cuidado, responsabilização educativa e reconstrução dos vínculos comunitários”, afirmou.

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A coordenadora destacou convergências entre o resultado do trabalho e o que vem sendo percebido e enfrentado por ações do MEC, em especial “o reconhecimento da complexidade e das múltiplas expressões da violência que atravessam o cotidiano escolar, incluindo violências que incidem sobre a escola e seu entorno, tais como trabalho infantil e tráfico de drogas; violência institucional, a partir de métodos disciplinares abusivos, exclusão ou segregação de estudantes; e violências cotidianas nas relações escolares, como bullying, discriminações de raça, gênero, classe e orientação sexual, além de cyberbullying e discurso de ódio”. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Consulta sobre educação bilíngue de surdos vai até 25 de julho

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Professores, gestores das redes públicas de ensino, profissionais da educação e demais integrantes da sociedade civil podem participar, até 25 de julho, da consulta pública para a elaboração das Diretrizes Nacionais da Modalidade Escolar de Educação Bilíngue de Surdos na Educação Básica. A proposição das diretrizes integra a Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (PNEBS). O edital de chamamento foi publicado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) em 26 de junho e estabelece o recebimento de contribuições para o Projeto de Resolução que orientará a implementação da modalidade escolar. 

Para participar, é necessário acessar a plataforma Brasil Participativo, disponível no portal Gov.br.  

Diretrizes – As Diretrizes Nacionais têm como objetivo oferecer subsídios teóricos, normativos, curriculares e operacionais aos sistemas e às redes de ensino para a implementação, a expansão e a consolidação da modalidade escolar de educação bilíngue de surdos na educação básica. 

O documento em elaboração está fundamentado em políticas educacionais e linguísticas voltadas à promoção da equidade, ao respeito às especificidades dos estudantes surdos e à garantia do direito ao ensino e à aprendizagem de qualidade. 

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Entre os aspectos contemplados pelas diretrizes estão a implementação da educação bilíngue de surdos como modalidade escolar prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB); a utilização da Língua Brasileira de Sinais (Libras) como língua de instrução, comunicação, interação e ensino, de modo a assegurar a língua portuguesa na modalidade escrita como segunda língua; a organização de ambientes linguísticos adequados ao desenvolvimento dos estudantes; a valorização da identidade, da cultura e do uso linguístico da Libras pela comunidade surda ; a formação inicial e continuada de professores bilíngues e demais profissionais da educação; a produção de materiais didáticos e recursos pedagógicos específicos; o fortalecimento das escolas bilíngues de surdos, das classes bilíngues e escolas polo de educação bilíngue de surdos; e a participação da comunidade surda na construção, implementação, acompanhamento e avaliação das políticas públicas. 

Fundamentação – A elaboração das diretrizes está articulada aos eixos temáticos do Grupo de Trabalho da Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (GT-PNEBS), instituído pela Resolução nº 13, de 25 de outubro de 2024, no contexto da Comissão Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (CNEBS), criada pela Portaria MEC nº 993, de 23 de maio de 2023. 

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A CNEBS atuou como instância consultiva na construção das Diretrizes Nacionais e da PNEBS, publicada pela Portaria MEC nº 588, de 2 de julho de 2026

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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