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Educação

MEC amplia quadro de professores de universidades federais

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O Ministério da Educação (MEC) publicou, na segunda-feira, 29 de dezembro, a Portaria nº 926/2025, que dispõe sobre a redistribuição de cargos e vagas da carreira de docente do magistério superior e do ensino básico, técnico e tecnológico (EBTT) entre o ministério e as instituições federais de ensino superior (Ifes). Ao todo, estão sendo enviados 1.453 cargos do MEC para as Ifes: 1.314 do magistério superior e 139 cargos de EBTT. Além disso, a norma prevê o remanejamento de 51 cargos EBTT das universidades federais para a pasta.  

Os cargos redistribuídos abrangem dezenas de universidades federais em todas as regiões do país, fortalecendo o ensino, a pesquisa e a extensão nas instituições, e permitem a contratação imediata de docentes. Parte dessas vagas são oriundas dos antigos quadros, que estão sendo otimizados, e parte foram criadas pela atual gestão.  

A Portaria Conjunta MGI/MEC nº 29/2023 criou 2.601 novos cargos voltados às universidades federais. No ano seguinte, a Portaria Conjunta MGI/MEC nº 8/2024 reforçou o corpo técnico das universidades, com a criação de 417 novos cargos. Já em outubro de 2025, a Portaria Conjunta MGI/MEC nº 70/2025 ampliou o quadro de professores e técnicos-administrativos das universidades federais com a criação de 6.488 novos cargos. 

Ao todo, desde 2023, foram 9.506 novas vagas para professores e técnicos em universidades federais. A última grande ampliação desses cargos ocorreu há mais de 11 anos, em 2014. A medida tem permitido a retomada de concursos públicos nas universidades, o que não ocorria desde 2017. 

Estamos investindo na consolidação da infraestrutura das universidades federais, na construção de novos campi, na ampliação de cargos de direção e em mais contratação de professores e servidores.” Camilo Santana, ministro da Educação 

“Estamos investindo na consolidação da infraestrutura das universidades federais, na construção de novos campi, na ampliação de cargos de direção e em mais contratação de professores e servidores”, afirmou o ministro da Educação, Camilo Santana. Segundo ele, essas ações demonstram o compromisso do Governo do Brasil com as instituições federais de ensino e atendem a uma demanda antiga dos reitores e reitoras. 

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Para o secretário de Educação Superior do MEC, Marcus David, “a iniciativa contribui para o equilíbrio do quadro docente no sistema federal de ensino, garantindo a oferta de mais cursos de graduação, ampliando o número de vagas para ingresso na educação superior e proporcionando um melhor atendimento às demandas acadêmicas das universidades”. 

Além disso, a distribuição das vagas busca dar continuidade ao processo de implantação de novos campi criados pelo Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). As vagas vão garantir, entre outros, a oferta de cursos de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (Stem), além de formações na área de inteligência artificial, abertos em 2025. 

Gestão  Neste ano, por meio da Lei nº 15.141/2025, o Governo do Brasil também criou 6.792 cargos de direção (CD), funções gratificadas (FG) e funções de coordenação de curso (FCC) para as universidades federais. Desse total, 2.679 cargos já foram redistribuídos e os demais serão alocados em 2026. Com os novos cargos, as universidades estão criando pró-reitorias de assuntos estudantis; de ações afirmativas e equidade; de inovação; de cultura; de extensão, entre outras, potencializando a gestão administrativa e o atendimento aos estudantes. A última criação de cargos e funções equivalente havia ocorrido em 2012. 

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Orçamento – Desde o início dessa gestão, o MEC operou uma recomposição expressiva dos investimentos na educação superior. ⁠Em 2023, o governo destinou R$ 1,7 bilhão em suplementação exclusivamente para as universidades federais, valor que chega a R$ 2,2 bilhões somado aos repasses para os institutos federais. 

⁠Em 2024, foi realizada nova suplementação de R$ 734,2 milhões para as universidades federais, com o objetivo de recompor a Lei Orçamentária Anual (LOA), que havia sofrido cortes no Congresso Nacional, além de corrigir a inflação. Considerando também os institutos, o valor total suplementado chegou a R$ 987,7 milhões. 

Para 2025, a União destinou R$ 400 milhões em suplementação para universidades e institutos federais, também para recompor a LOA aprovada pelo Congresso. Desse montante, R$ 279,8 milhões foram repassados exclusivamente para as universidades federais. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

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Pé-de-Meia: estudantes podem conferir frequência nas aulas

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A partir desta sexta-feira, 24 de abril, os estudantes que fazem parte do Pé-de-Meia já podem verificar, na página de consulta do programa, seu histórico de frequência referente ao mês de fevereiro e verificar se cumpriram os critérios de presença exigidos para o recebimento das parcelas. Nos casos em que o registro de frequência tenha ficado abaixo de 80%, os alunos não receberão a próxima parcela do incentivo, cujo pagamento começará na segunda-feira, 27 de abril, e vai até 4 de maio.  

No mesmo endereço, também é possível consultar se o estudante cumpre os critérios para participar do programa em 2026. O Ministério da Educação (MEC) disponibiliza orientações detalhadas na página Como Funciona sobre as etapas de transmissão de dados dos estudantes e como resolver problemas que podem surgir nesse processo. 

Estudantes, responsáveis e gestores escolares podem, ainda, tirar dúvidas sobre o programa por meio da página de Perguntas Frequentes (FAQ) do Pé-de-Meia, que reúne orientações detalhadas sobre o funcionamento do programa, incluindo critérios para participar, formas de consultar o benefício, calendário de pagamentos, abertura e movimentação da conta. O espaço também apresenta respostas para as dúvidas mais comuns sobre o recebimento dos incentivos e os procedimentos necessários para acessar os recursos. 

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Próximo pagamento –A próxima parcela será depositada entre os dias 27 de abril e 4 de maio. Os depósitos são realizados de acordo com o mês de nascimento do estudante, em conta aberta automaticamente pela Caixa Econômica Federal. O calendário completo pode ser consultado na página do programa

Condições– O Pé-de-Meia beneficia estudantes matriculados nas redes públicas de ensino que atendem aos seguintes critérios:  

  • Ter entre 14 e 24 anos no ensino médio regular ou entre 19 e 24 anos na educação de jovens e adultos (EJA);  
  • Integrar uma família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com renda familiar mensal de até meio salário mínimo por pessoa;  
  • Possuir Cadastro de Pessoa Física (CPF) regular;  
  • Manter frequência escolar mínima de 80% nas aulas.  

Neste ano, o MEC verificará se o jovem pode participar do programa a partir dos dados do CadÚnico incluídos até 7 de agosto de 2026.  

Pé-de-Meia Instituído pela Lei nº 14.818/2024, o Pé-de-Meia tem como objetivo democratizar o acesso e reduzir a desigualdade social entre os jovens, além de garantir mais inclusão social pela educação, estimulando a mobilidade social. Ao comprovar matrícula e frequência, o estudante do ensino regular recebe o pagamento de incentivos mensais de R$ 200, que podem ser sacados em qualquer momento. No caso da educação de jovens e adultos (EJA), ao comprovar a matrícula, o estudante recebe um incentivo de R$ 200, além de incentivos de R$ 225 pela frequência, ambos disponíveis para saque. 

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O beneficiário do Pé-de-Meia ainda recebe R$ 1.000 ao final de cada ano concluído, que só podem ser retirados da poupança após a formatura no ensino médio. Considerando as parcelas de incentivo, os depósitos anuais e o adicional de R$ 200 pela participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os valores chegam a R$ 9,2 mil por aluno. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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