Connect with us


Educação

MEC habilita PUC-Rio e Faculdade IDOR para oferta de curso de medicina

Publicado em

No Rio de Janeiro, ao lado do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro da Educação, Camilo Santana, autorizou a habilitação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), instituição comunitária de educação superior, e da Faculdade IDOR de Ciências Médicas como instituições de ensino aptas a solicitar autorização para ofertar curso de graduação em medicina. As instituições são mantidas por mantenedoras de educação superior hospitalares. A cerimônia ocorreu nesta sexta-feira, 6 de março, durante visita à Escola Técnica Roberto Rocca, em Santa Cruz (RJ).  

A habilitação confere às instituições de educação superior já credenciadas a possibilidade de solicitar o protocolo do pedido de autorização do curso de medicina, bem como utilizar suas unidades hospitalares reconhecidas pelo Ministério da Saúde como hospitais de ensino. Com a habilitação, as instituições seguirão o fluxo dos processos regulatórios do Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres).  

O ministro da Educação, Camilo Santana, afirmou que o governo autorizou instituições com hospitais de alta complexidade a iniciarem processos para oferta de cursos de medicina. “O presidente Lula lançou um edital para que hospitais de alto nível de excelência pudessem ofertar curso de medicina. Então, as instituições habilitadas são aquelas que têm hospitais de alta complexidade no Brasil. Estamos aqui com a Rede D’Or e com a PUC-Rio, que era a única PUC que não tinha curso de medicina. Essa assinatura garante que essas redes se transformem em instituições de ensino, o primeiro passo para que, no prazo mais rápido possível, sejam autorizados os novos cursos de medicina”.  

Leia mais:  Prouni: divulgado resultado da lista de espera do 1º semestre de 2026

O processo de habilitação é regido pelo Edital nº 5/2014, alterado pelo Edital nº 15/2025, que instituiu um chamamento público do MEC para habilitação de instituições privadas de educação superior vinculadas a hospitais, visando à autorização de novos cursos de graduação em medicina. O edital permite a participação de instituições de educação superior credenciadas, inclusive comunitárias, com o objetivo de expandir a oferta de vagas desses cursos, exigindo estrutura hospitalar própria ou conveniada, com foco no atendimento às demandas do Sistema Único de Saúde (SUS).  
  

Assessoria de Comunicação Social do MEC  

Fonte: Ministério da Educação

Comentários Facebook

Educação

Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados

Published

on

As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop

A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.  

A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação. 

Leia mais:  Webinário divulga cursos de ciências para professores

Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares. 

Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná. 

Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo. 

O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país. 

Leia mais:  Rede de implementação do Pé-de-Meia realiza formação

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262