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Educação

MEC entrega CNDB para reitores de universidades federais

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O ministro da Educação, Camilo Santana, entregou a Carteira Nacional Docente do Brasil (CNDB) para reitores e reitoras de universidades federais na quarta-feira, 10 de dezembro, durante evento da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), em Brasília. Uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC), a CNDB reconhece a importância do trabalho dos professores, facilitando o acesso a benefícios exclusivos para educadores das redes pública e privada, em todos os níveis e etapas da educação.

“Com o apoio do presidente Lula, celebramos o fim de mais um ano. Ano em que ampliamos o quadro de docentes e técnicos das universidades, com reajuste nos salários e nas carreiras dos servidores federais. Garantimos recomposição orçamentária para as instituições, o fortalecimento das políticas de assistência estudantil e melhoria na infraestrutura com entrega de várias obras do Novo PAC. E com a Carteira Nacional Docente do Brasil, reforço o compromisso com o trabalho de quem faz a Educação. Viva os professores, técnicos e gestores das universidades federais”, celebrou o ministro.

A CNDB facilita o acesso a vantagens como descontos em eventos culturais nos cinemas, teatros e shows. Também assegura os benefícios exclusivos do programa Mais Professores para o Brasil, entre eles, ferramentas de trabalho, cartões de crédito com condições diferenciadas, descontos em hotéis e outras parcerias em negociação pelo MEC. A carteira possui status de documento oficial e tem validade de dez anos.

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Orçamento – Desde 2023, o MEC garantiu recomposição orçamentária para as instituições federais de ensino, com suplementação anual. Em 2023, universidades e institutos federais receberam suplementação de R$ 1,7 bilhão. Já em 2024, esse complemento foi de R$ 747,3 milhões, repassados com o intuito de recompor os cortes no orçamento da Lei Orçamentária Anual (LOA), aprovado pelo Congresso Nacional, e corrigir a inflação. Em 2025, a recomposição orçamentária foi no valor de R$ 400 milhões.

Universidades federais – Na atual gestão, os investimentos da pasta nas universidades federais vão além da suplementação orçamentária, envolvendo também o fortalecimento das políticas de assistência estudantil e a ampliação do número de docentes e técnicos-administrativos, com reajuste nos salários.

Para o secretário de Educação Superior do MEC, Marcus David, o foco é fortalecer as universidades federais. “Cada investimento, cada política de assistência estudantil fortalecida, cada docente e técnico-administrativo que chega às nossas instituições significam ampliar nossa capacidade de produzir ciência e inovação. Estamos trabalhando pelo fortalecimento das universidades federais para que, assim, tenham condições de projetar ainda mais o futuro do país, um futuro baseado em conhecimento, desenvolvimento sustentável, democracia e inclusão”, afirmou.

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Para melhorar a infraestrutura das universidades, a educação foi incluída no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). Os recursos de R$ 3,8 bilhões do Novo PAC representam o maior investimento na consolidação das universidades federais desde a criação, em 2007, do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni).

As ações do MEC contemplaram também a nomeação de reitores, respeitando a escolha da comunidade acadêmica (primeiro da lista tríplice). Nesse formato, de 2023 a 2025, já foram nomeados 55 reitores e reitoras pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Até o fim de 2025, serão 56. Em 2026, 13 novos reitores deverão tomar posse.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Universidades federais abrem 11 mil vagas em novos cursos para 2027

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A partir de 2027, 65 universidades federais do Brasil, vinculadas ao Ministério da Educação (MEC), passarão a ofertar 11.354 novas vagas para ingresso na educação superior. As oportunidades marcam o início de 244 novos cursos de graduação, que são resultado do programa Universidades Transformadoras, estruturado para alinhar a criação de vagas nas universidades federais às necessidades de desenvolvimento do país. Nesse contexto, serão abertas 1.835 vagas para docentes. 

A oferta foi planejada para atender, de forma direta, às demandas de formação profissional da sociedade e do mercado de trabalho. As novas vagas incluem cursos na área da saúde, licenciaturas voltadas para a educação especial e bilíngue de surdos, além de formações interculturais. Há, ainda, oferta em campos das ciências exatas e tecnológicas, incluindo engenharias, ciência de dados, inteligência artificial e segurança cibernética. 

Como as aulas das novas turmas começam em 2027, os interessados que atualmente cursam o ensino médio já podem incluir essas opções em seus planos. Para concorrer, é necessário acompanhar a publicação dos editais de processos seletivos pelas universidades, que, quase em sua totalidade, utilizam o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para acesso à graduação por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Entretanto, há cursos em estágio de credenciamento que podem ainda não estar disponíveis no próximo Sisu. 

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Universidades Transformadoras – Em sua totalidade, o programa Universidades Transformadoras soma 614 novos cursos nas universidades federais. Na primeira fase, ancorada no eixo Universidades Inovadoras, foram garantidos novos cursos de graduação com mais de 8 mil vagas, sendo 6 mil focadas em áreas tecnológicas, como inteligência artificial e engenharia de software. A fase atual, que viabiliza as 11 mil vagas com início em 2027, incorpora também os eixos Universidades Inclusivas e Estratégicas.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)

Fonte: Ministério da Educação

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