conecte-se conosco

Curitiba

Máscaras são vistas jogadas em ruas de Curitiba; descarte correto evita contaminação por coronavírus

Publicado

Com o decreto que obriga o uso de máscaras para evitar o contágio por novo coronavírusem Curitiba, o descarte correto desse material preocupa. Nos últimos dias, tem sido comum encontrar máscaras atiradas nas ruas e jogadas de qualquer jeito nos lixos, tanto comuns como recicláveis. É uma prática que aumenta o risco de contágio para quem tem contato com elas. Por isso, o descarte correto deve ser praticado, tanto para as máscaras, como para outros materiais. Inclusive para não colocar em risco os profissionais que trabalham na coleta e separação do lixo, serviço considerado essencial no período de isolamento social.

Não se deve jogar as máscaras na rua ou locais públicos. Guarde-as no bolso e as leve para casa. No descarte em casa, os órgãos de meio ambiente e defesa sanitária recomendam que as máscaras sejam colocadas no lixo do banheiro, para que o material siga para o destino de descarte, sem que haja manipulação humana. Também é recomendado que as máscaras sejam colocadas em duas sacolas plásticas, uma dentro da outra e amarradas, para que o material não escape. Deve-se, segundo orientação da defesa sanitária, estar escrito na sacola qual o tipo de conteúdo que há dentro, para evitar a manipulação.

Leia mais:  Carro invade supermercado de Curitiba e deixa três pessoas feridas

Outros materiais

Papelão, metal, plástico e outros materiais recicláveis devem ser descartados depois que ficarem armazenados em casa, de dois a três dias, como se esses materiais também estivessem em quarentena. Isso evita que os profissionais que manipulam o lixo possam ser contaminados, em barracões de reciclagem. De forma nenhuma as máscaras devem ser colocadas junto com o lixo reciclável.

Já as máscaras de pano, que serão lavadas, devem passar por uma higienização com sabão ou podem ser deixadas de molho em uma solução de água com água sanitária. Depois, podem ser colocadas para secar, de preferência no sol.

Lixo em quarentena

Como forma de prevenção ao coronavírus, os materiais recicláveis coletados pelo Lixo que Não é Lixo, da prefeitura de Curitiba, estão passando por uma espécie de quarentena antes de serem separados. A secretaria de Meio Ambiente do município orientou as cooperativas para que, antes de os objetivos serem destinados à separação, que eles fiquem sem manipulação por 24 horas, a partir do momento que são recebidos.

Leia mais:  Supermercado de Curitiba é arrombado durante a madrugada

Conforme divulgado pela prefeitura, esse período é importante para que não haja risco de contaminação, uma vez que o vírus pode permanecer na superfície de alguns materiais por até 12 horas. A medida tem o objetivo de evitar que os catadores tenham contato com objetos que possam estar infectados.

 

Os resíduos permanecem em pátios externos das associações que recebem os materiais. Caso não haja espaço adequado nas cooperativas, os recicláveis permanecem em espaços do município, como a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis da Fazenda Solidariedade (ACARFS), e são enviados aos associados do programa Ecocidadão após o período de “quarentena”. “É mais uma medida preventiva para proteger a saúde dos catadores, que fazem o manuseio desses resíduos”, explica o diretor de Limpeza Pública, Edélcio Marques dos Reis.

As orientações da Secretaria do Meio Ambiente para os catadores são que, além de aguardarem o período de 24 horas antes de manipularem o material, também usem equipamentos de proteção, observem distância de, no mínimo, dois metros entre eles, mantenham o ambiente arejado e não esqueçam de lavar frequentemente as mãos e usar o álcool em gel.

Comentários Facebook

Curitiba

Covid-19: remessa comCovid-19: remessa com 65,5 mil vacinas para crianças chega ao Paraná 65,5 mil vacinas para crianças chega ao Paraná

Publicado

A Sesa (Secretaria de Estado da Saúde do Paraná) recebeu na madrugada desta terça-feira (18) mais 65.500 vacinas da Pfizer/BioNTech para crianças, de 5 a 11 anos, contra a Covid-19.

Esta é a segunda remessa direcionadA Sesa (Secretaria de Estado da Saúde do Paraná) recebeu na madrugada desta terça-feira (18) mais 65.500 vacinas da Pfizer/BioNTech para crianças, de 5 a 11 anos, contra a Covid-19.

Esta é a segunda remessa direcionada ao público infantil e faz parte do 78º Informe Técnico do governo federal. O documento orienta os municípios a vacinarem seguindo a ordem de prioridades, começando pelas crianças com comorbidades e deficiências permanentes.a ao público infantil e faz parte do 78º Informe Técnico do governo federal. O documento orienta os municípios a vacinarem seguindo a ordem de prioridades, começando pelas crianças com comorbidades e deficiências permanentes.

As vacinas destinadas às crianças chegaram ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 23h10, e nos próximos dias serão distribuídas para as 22 Regionais de Saúde do Paraná.

Leia mais:  Grupo especializado dos bombeiros salvou 14 vidas em Curitiba em 2019

“Estamos só no começo ainda na vacinação deste novo público. Receberemos e vamos distribuir muitos lotes como este, para que, desta forma, consigamos atingir as mais de 1 milhão de crianças do Estado. Estou confiante de que, assim como foi com os adolescentes, teremos bastante comparecimento aos postos de vacinação”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

A imunização das crianças depende de consentimento dos pais ou responsáveis. Caso eles não estejam presentes no momento da vacinação, é necessário entregar uma autorização por escrito.

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana