Connect with us


Agro

Mapa publica nomeação de 180 candidatos aprovados no Concurso Público Nacional Unificado

Publicado em

Os aprovados são para os cargos de auditores fiscais agropecuários, agentes de atividades agropecuárias e de inspeção sanitária e industrial de Produtos de Origem Animal, técnicos de laboratório, analista em ciência e tecnologia e tecnologista

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou as Portarias n° 2.038 e n° 2.039 com a nomeação dos candidatos aprovados no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU). As nomeações foram publicadas nesta terça-feira (30) no Diário Oficial da União (DOU).

Ao todo, foram nomeados 180 candidatos. Desse total, 53 vagas são para o cargo de agente de Inspeção Sanitária e Industrial de Produtos de Origem Animal; 41 para agente de Atividade Agropecuária; 14 para técnico de laboratório; e 9 para auditor fiscal agropecuário, nas áreas de engenharia agronômica e química.

Também foram contemplados outros cargos, como Tecnologista, com 31 vagas, e Analista em Ciência e Tecnologia, com 32 vagas, destinadas a profissionais de Engenharia Elétrica ou Eletrônica, Tecnologia da Informação e de qualquer área do conhecimento.

Os nomeados terão até 30 dias, contados a partir da publicação da Portaria, para tomar posse. Após a posse, o início do exercício no cargo deverá ocorrer no prazo máximo de 15 dias.

Leia mais:  Custo de produção do leite no RS tem leve deflação em setembro, mas energia e combustíveis seguem pressionando o setor

Toda a documentação necessária para a posse deve ser enviada por meio da plataforma SOUGOV.BR, conforme as orientações do Manual do Ingressante.

A lotação e o exercício dos servidores ocorrerão nas localidades definidas pelo Ministério. Os empossados nos cargos de Auditor Fiscal Federal Agropecuário, Agente de Atividades Agropecuárias e Agente de Inspeção Sanitária e Industrial de Produtos de Origem Animal deverão se apresentar à Superintendência de Agricultura e Pecuária do estado de sua vaga ou, em caso de lotação em Brasília, à sede do Mapa. Já os Técnicos de Laboratório deverão comparecer ao respectivo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA).

Os nomeados para os cargos de Tecnologista e de Analista em Ciência e Tecnologia, nas áreas de Engenharia Elétrica ou Eletrônica, bem como de qualquer área do conhecimento, terão exercício na sede do Instituto Nacional de Meteorologia, vinculada à Secretaria-Executiva do Ministério da Agricultura e Pecuária, em Brasília (DF).

Já os nomeados para o cargo de Analista em Ciência e Tecnologia, na área de Tecnologia da Informação, terão exercício na Subsecretaria de Tecnologia da Informação da Secretaria-Executiva do Mapa, em Brasília (DF).

Leia mais:  Exportações do agronegócio mineiro batem recorde histórico e ultrapassam US$ 18 bilhões em 2025

Confira a lista de nomeados e as localidades aqui:

Portaria de Pessoal n° 2.038

Portaria de Pessoal n° 2.039 da área de tecnologia

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

Comentários Facebook

Agro

Preço baixo do arroz ameaça sustentabilidade da cadeia e acende alerta para produtores e indústrias

Published

on

A redução do preço do arroz ao consumidor tem ampliado as preocupações sobre o equilíbrio econômico da cadeia produtiva. Apesar de beneficiar temporariamente os consumidores, valores muito baixos podem pressionar produtores, indústrias e distribuidores quando deixam de acompanhar os custos acumulados ao longo do processo de produção e comercialização.

Segundo Sergio Cardoso, diretor de operações da Itaobi Representações, o principal desafio do setor arrozeiro não está em vender cada vez mais barato, mas em garantir uma cadeia sustentável, capaz de manter qualidade, investimentos e segurança no abastecimento.

“O preço baixo nas prateleiras pode esconder desequilíbrios importantes entre o valor recebido pelo produto e todos os custos envolvidos até a chegada ao consumidor final”, avalia o executivo.

Custos de produção e processamento pressionam margens do arroz

O arroz beneficiado envolve uma série de etapas antes de chegar ao varejo. O processo inclui aquisição do arroz em casca, beneficiamento, classificação, embalagem, transporte, impostos, armazenagem e despesas comerciais.

Quando o preço final não cobre adequadamente esses custos, a pressão financeira acaba sendo distribuída entre os diferentes elos da cadeia, reduzindo margens e limitando investimentos.

De acordo com a avaliação do setor, o problema não está nas empresas que conseguem reduzir custos por meio de tecnologia, gestão eficiente e ganhos de produtividade. O alerta está relacionado a disputas comerciais baseadas exclusivamente em preços baixos, sem considerar a estrutura necessária para manter a atividade.

Leia mais:  Turismo rural impulsiona desenvolvimento no Caparaó
Arroz depende de uma cadeia produtiva estruturada

Antes de chegar à mesa do consumidor, o arroz percorre uma longa trajetória que envolve diversas etapas:

  • preparo e manejo das lavouras;
  • irrigação e tratos culturais;
  • colheita;
  • secagem;
  • armazenagem;
  • classificação dos grãos;
  • beneficiamento;
  • embalagem;
  • transporte e distribuição.

Cada fase exige investimentos, mão de obra, equipamentos e planejamento para garantir qualidade e regularidade no fornecimento.

A redução contínua da rentabilidade pode comprometer a capacidade das empresas de modernizar instalações, investir em tecnologia e manter padrões elevados de produção.

Margens menores podem afetar inovação e competitividade do setor

A perda de rentabilidade por períodos prolongados representa um risco para a estrutura da cadeia arrozeira. Empresas com histórico de atuação no mercado podem enfrentar dificuldades para renovar equipamentos, ampliar eficiência operacional e acompanhar novas demandas dos consumidores.

Além disso, produtores rurais podem ser impactados pela menor capacidade de investimento em tecnologia, manejo e aumento de produtividade.

Para especialistas, a sustentabilidade do setor depende de um equilíbrio entre preço competitivo e remuneração adequada para todos os participantes da cadeia.

Leia mais:  Exportações do agronegócio mineiro batem recorde histórico e ultrapassam US$ 18 bilhões em 2025
Mudança no consumo aumenta desafios para o mercado de arroz

A pressão sobre o setor ocorre em um cenário de transformação dos hábitos alimentares dos consumidores.

O avanço dos alimentos ultraprocessados, mudanças nas preferências nutricionais e a redução do consumo de carboidratos associada ao uso crescente de medicamentos para controle de peso também influenciam a demanda por arroz.

Diante desse ambiente, o setor busca alternativas para estimular o consumo e fortalecer o posicionamento do produto no mercado.

Eficiência e agregação de valor são caminhos para o futuro do arroz

A avaliação da cadeia produtiva é que a competitividade do arroz não deve depender apenas da redução de preços, mas principalmente de ganhos de eficiência, diferenciação e valorização do produto.

Estratégias como inovação, melhoria da produtividade, fortalecimento das marcas e comunicação com o consumidor podem contribuir para recuperar demanda e garantir maior estabilidade ao mercado.

O desafio do setor arrozeiro é construir um modelo sustentável, no qual produtores, beneficiadores, varejistas e consumidores sejam atendidos sem comprometer a continuidade da cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262