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Mais de 1 milhão de passageiros movimentaram os aeroportos do Centro-Oeste em outubro

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O Centro-Oeste tem se destacado como um dos principais protagonistas do crescimento da aviação regional e segue em expansão, consolidando-se como um polo estratégico para o transporte aéreo no Brasil. Dados divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) indicam que, em outubro de 2025, os aeroportos da região registraram 1.096.600 passageiros embarcados em voos domésticos, representando um aumento de 6,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram contabilizados 1.029.569 embarques.

O aeroporto de Brasília (SBBR) concentrou a maior parte do tráfego, com 63,84% da movimentação total, seguido por Goiânia (SBGO), com 15,43%; Várzea Grande/Cuiabá (SBCY), com 10,76%; e Campo Grande (SBCG), com 5,62%. A posição geográfica estratégica do Centro-Oeste, conhecida como o “coração do Brasil”, transforma a região em um elo essencial para o escoamento de cargas e o transporte de passageiros entre as regiões Norte, Sul, Sudeste e Nordeste.

O crescimento reflete não apenas a demanda crescente por viagens aéreas na região, mas também o impacto direto de investimentos estratégicos realizados pelo Governo Federal para ampliar a infraestrutura aeroportuária e melhorar a experiência dos passageiros. Em 2025, foram destinados R$ 625 milhões para melhorias em terminais do Centro-Oeste, incluindo ampliação e modernização, construção de novas pistas, reforço na infraestrutura existente e implementação de medidas de segurança para pousos e decolagens.

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“Os resultados são fruto de políticas voltadas para o desenvolvimento regional. Investir em terminais e ampliar a conectividade é fundamental para integrar ainda mais as cidades brasileiras, fomentar o desenvolvimento econômico e garantir que o transporte aéreo chegue com qualidade a todas as regiões do país”, afirmou o ministro Silvio Costa Filho

Principais aeroportos
Além de movimentar passageiros, os aeroportos da região desempenham papel crucial no transporte de cargas, incluindo produtos agrícolas, manufaturados e insumos industriais, contribuindo para dinamizar a economia local e nacional. A infraestrutura aeroportuária moderna reduz custos logísticos e agiliza a distribuição de mercadorias, fortalecendo a competitividade do país no comércio interno e externo.

O Aeroporto de Brasília concentra 68,18% do volume total de cargas da região, seguido pelo Aeroporto de Várzea Grande (MT), com 13,17%, e pelo Aeroporto de Goiânia (GO), com 12,73%. A infraestrutura aeroportuária moderna reduz custos logísticos e agiliza a distribuição de mercadorias, fortalecendo a competitividade do país no comércio interno e externo.

A expectativa do governo é de que a região continue a registrar crescimento consistente nos próximos anos, consolidando o Centro-Oeste como um polo de referência para transporte aéreo, desenvolvimento econômico e integração logística.

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Assessoria Especial de Comunicação
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Semana do Trabalhador e da Trabalhadora mostra a força da economia solidária

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Do artesanato ao hortifrúti, quem passou pela Semana do Trabalhador e da Trabalhadora, organizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) na Esplanada dos Ministérios entre os dias 4 e 8 de maio, pôde conferir esses e muitos outros produtos expostos e comercializados na feira promovida pela Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes).

Ao todo, foram 30 estandes que reuniram mais de 50 empreendimentos de economia solidária do Distrito Federal e do Entorno. Entre eles, estava a banca do José Roberto Machado, que atua no ramo da agricultura familiar e é conhecido como Zé do Coco, apelido que ganhou por ter sido um dos fundadores da Cooperativa de Coco do DF. A iniciativa recicla e dá nova utilidade às cascas de coco, que são transformadas em vasos, tapetes, estofamentos para carros, adubos e diversos outros produtos.

Na Semana do Trabalhador e da Trabalhadora, a equipe de Zé, composta majoritariamente por assentados e agricultores familiares, expôs produtos produzidos de forma artesanal. “Aqui nós temos produtos caseiros, como flocão, café orgânico e broa de milho”, destacou. O feirante ressaltou a importância da economia solidária e da agricultura familiar para a preservação ambiental e para a produção de alimentos saudáveis.

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Já o artesão Alex Magno, que trabalha com placas e imãs personalizados, destacou a possibilidade de alcançar diferentes públicos do Distrito Federal. “Aqui você tem um público muito diversificado, amplo. Isso permite expor o seu produto para uma variedade muito grande de pessoas”, ressaltou.

Economia solidária

A economia solidária é um modelo econômico baseado na cooperação, na autogestão e na solidariedade entre os participantes. Reúne práticas que envolvem produção, distribuição e consumo, priorizando o ser humano e o meio ambiente em detrimento do lucro individual.

Para a coordenadora de Monitoramento e Avaliação do Departamento de Parcerias e Fomento da Senaes, Claudia Machado, o modelo aponta para a construção de uma alternativa mais inclusiva. “A Economia Solidária tem esse olhar de um outro mundo possível, tem essa lógica de um universo de inclusão, com geração de trabalho e renda”, afirma.

Para a educadora aposentada Adenilce Maria, que expôs produtos ligados à cultura afro, a economia solidária é uma forma mais coletiva e humana de organizar o trabalho. “Quanto mais juntos, quanto mais próximos nós estamos, melhor nós produzimos, melhor nos compreendemos e nos aceitamos. Na economia solidária, todas somos donas dos nossos trabalhos e das nossas rendas. Compartilhamos tristezas, alegrias, gostos, vendas e produção”, destacou.

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Sobre a Semana do Trabalhador e da Trabalhadora

A Semana do Trabalhador e da Trabalhadora é uma iniciativa do MTE que integra as celebrações do Dia do Trabalhador, celebrado em 1º de maio. O evento ocorre entre os dias 4 e 8 de maio, no estacionamento do Bloco F, na Esplanada dos Ministérios. O objetivo é promover uma programação especial voltada à valorização do trabalho e à ampliação do acesso a serviços públicos.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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