Paraná
Mais 236 famílias de Rio Bonito do Iguaçu já podem receber o auxílio de R$ 1 mil do Estado
Mais 236 famílias em Rio Bonito do Iguaçu, no Centro-Sul do Paraná, já podem receber o auxílio de R$ 1 mil do Programa Superação, criado pelo Governo do Estado para atender de forma emergencial os atingidos pelo tornado que destruiu o munícipio no mês passado. Com a nova liberação, o programa chegará a 1.475 mil famílias contempladas. O benefício será pago por até seis meses para auxiliar na reconstrução e reorganização da vida das famílias após a tragédia. Esta é a quarta leva de pagamentos do programa.
Os repasses estão programados para esta quarta (03) e quinta-feira (04). Na terça, 96 famílias receberam um total de R$ 96 mil, enquanto na quarta serão contempladas 140 famílias, com repasses que somam R$ 140 mil. Ao todo, o lote representa um investimento de R$ 236 mil.
Coordenado pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social e Família (Sedef) e operacionalizado em parceria com o Banco do Brasil, o Superação foi desenvolvido especialmente para atender as famílias impactadas, garantindo um suporte financeiro e contribuindo para que os moradores tenham condições de retomar suas rotinas.
Os beneficiários são cadastrados pela Sedef, que faz o atendimento em espaços instalados no município. Após a checagem e o cruzamento dos dados, a secretaria encaminha ao Banco do Brasil a lista de aprovados para os depósitos. Para quem já possui conta na instituição, o valor é depositado diretamente. Para os demais, é aberta automaticamente uma Poupança Social para o recebimento do benefício.
Fonte: Governo PR
Paraná
Ministério Público do Paraná denuncia por corrupção passiva ex-secretário Municipal de Governo e presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira
O Ministério Público do Paraná ofereceu denúncia criminal contra um ex-secretário Municipal de Governo e o presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira, nos Campos Gerais, investigados a partir da Operação Chão de Giz, que apura possíveis fraudes licitatórias supostamente cometidas por uma organização criminosa que atua a partir de um grupo de empresas voltadas principalmente ao fornecimento de asfalto para municípios paranaenses. Além dos agentes públicos, requeridos pelo crime de corrupção passiva, também foram denunciados por corrupção ativa três empresários investigados por possível participação nos atos ilícitos. A denúncia foi oferecida nesta terça-feira, 8 de setembro, pelo Núcleo de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pelo Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria).
Áudio do promotor de Justiça Pedro Henrique Papaiz
A segunda fase das investigações da Operação Chão de Giz, da qual resultaram os fatos ocorridos em Ortigueira agora denunciados, foi deflagrada em 7 de julho último. A acusação abrange a prática dos crimes por agentes públicos dos poderes Legislativo e Executivo de Ortigueira, além de empresários e prepostos do setor de pavimentação asfáltica e infraestrutura viária.
De acordo com a denúncia, entre 6 e 14 de abril de 2022, o então presidente da Câmara de Vereadores (que atualmente exerce o mesmo cargo) e o ex-secretário Municipal de Governo, que são irmãos, teriam solicitado e recebido pelo menos R$ 50 mil em vantagens indevidas, pagas por empresários de um grupo econômico do ramo de pavimentação e seus prepostos operacionais.
Esquema criminoso – Os repasses ilícitos (divididos em duas entregas, de R$ 15 mil e R$ 35 mil) teriam ocorrido como contraprestação à articulação política e à atuação administrativa direta dos agentes públicos para acelerar a emissão de empenhos e a liberação de pagamentos do Tesouro Municipal em favor das empresas de propriedade dos empresários denunciados. Na primeira ocasião, os denunciados autorizaram a liberação de R$ 266.354,00, e na segunda, de R$ 533.244,80. As apurações demonstraram ainda que, nos dias 3 e 4 de maio de 2022, o então presidente da Câmara Municipal solicitou vantagem indevida adicional de R$ 3 mil.
A partir do oferecimento da denúncia, o Ministério Público pleiteia a condenação dos denunciados pelas práticas de corrupção passiva e ativa e a fixação de valor mínimo para reparação dos danos materiais e morais coletivos causados ao erário.
Essa é a 5ª denúncia criminal oferecida a partir das investigações da Operação Chão de Giz. O Ministério Público já ofereceu denúncia criminal por corrupção passiva contra dois ex-prefeitos de cidades distintas, além de denúncias de fraudes licitatórias e organização criminosa, esta dirigida ao núcleo empresarial que corrompia agentes públicos e políticos em diversos municípios paranaenses.
Processo 0001701-26.2025.8.16.0122
Matérias anteriores
09/11/2022 – MP cumpre mandados contra fraudes em licitações no Norte do estado
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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