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Luan Santana, Jorge e Mateus e É o Tchan: Verão Maior Paraná terá seis shows nesta semana

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Após abrir a temporada de grandes shows com milhares de veranistas nas areias de Matinhos e Pontal do Paraná, no Litoral, o Verão Maior Paraná, promovido pelo Governo do Estado, segue com uma agenda recheada de atrações para o fim de semana. Desta vez, os palcos terão Luan Santana, Jorge e Mateus, Yasmin Santos, Clayton e Romário, É o Tchan e Bruno Rosa, em apresentações que acontecem de sexta (19) a domingo (21).

A expectativa é que os shows repitam o sucesso de público das apresentações de estreia do Verão Maior Paraná. Na sexta-feira (12), Hugo e Guilherme levaram 40 mil pessoas ao palco montado em Caiobá e Roupa Nova se apresentou para 20 mil veranistas em Pontal do Paraná. No sábado (13), 60 mil pessoas prestigiaram o Roupa Nova em Matinhos e 15 mil foram embaladas pelos hits da dupla Rick e Renner.

A programação conta com alguns dos maiores artistas do cenário nacional do momento. Na sexta-feira (19), o sertanejo Luan Santana recebe o público em Matinhos. Na setlist devem estar sucessos como “Deja Vu”, “Mulher Segura” e “Coração Cigano”. Em Pontal do Paraná, o axé toma conta da praia com o É o Tchan e seus 30 anos de carreira, com hits como “Ralando o Tchan” e “Dança da Cordinha”.

No sábado (20), a cantora Yasmin Santos, uma das maiores revelações do sertanejo brasileiro nos últimos anos, sobe ao palco de Pontal do Paraná para tocar os sucessos “Principalmente Pessoas” e “Dói Saber”. Em Matinhos, os goianos Clayton e Romário apresentam “Namorando ou Não”, “Aí eu Chorei” e “Guenta o Choro”, preferidos do público.

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Às sextas e sábados, os shows do Verão Maior Paraná acontecem a partir das 21h. Todas as apresentações são gratuitas.

Excepcionalmente nesta semana, os palcos do Litoral também terão shows no domingo (21). Em Caiobá, Jorge e Mateus se apresentam no final da tarde, às 18h. O repertório da dupla, que tem 18 anos de carreira no topo das paradas, conta com “Amo Noite e Dia”, “Eu Quero Só Você” e “Voa Beija-Flor”, entre outras dezenas de hits.

No palco de Pontal do Paraná, o sertanejo capixaba Bruno Rosa toca no mesmo horário. O cantor é dono dos sucessos “Indecisão” e “Meu Fake Viu”.

ESTRUTURA – A estrutura montada para os shows foi preparada para receber milhares de veranistas com conforto e segurança. Em Matinhos, as apresentações acontecem no palco montado na Avenida Atlântica, 168, em Caiobá, próximo ao Pico de Matinhos. Em Pontal do Paraná, os shows acontecem na Avenida Sete de Setembro, 1.661, no Centro de Eventos Marisol, no Balneário Marisol.

Os eventos contam com a presença das forças de segurança para garantir a organização do trânsito na região dos shows e a tranquilidade dos eventos. Também há segurança privada nos shows.

PROGRAMAÇÃO No total, serão 27 shows ao longo de seis fins de semana, com um intervalo na semana do Carnaval. Nas semanas seguintes, atrações como Zezé di Camargo e Luciano, Zé Felipe e Simone Mendes agitam o público no Litoral. O calendário com todas as atrações pode ser conferido no site do Verão Maior Paraná.

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Para quem quiser entrar no clima dos shows, o Governo do Estado montou uma playlist no Spotify com os maiores sucessos musicais dos 27 grupos. A coletânea conta com 399 músicas, que somam cerca de 22 horas de sucessos do sertanejo raiz e universitário, além do pagode, samba, rock, pop, axé e piseiro, entre outros ritmos que prometem animar as noites de moradores e veranistas.

Confira a agenda de grandes shows deste final de semana:

19 de janeiro (sexta-feira), às 21h

Matinhos – Luan Santana

Pontal do Paraná – É o Tchan

20 de janeiro (sábado), às 21h

Matinhos – Clayton e Romário

Pontal do Paraná – Yasmin Santos

21 de janeiro (domingo), às 18h

Matinhos – Jorge e Mateus

Pontal do Paraná – Bruno Rosa

VERÃO MAIOR PARANÁ – O Verão Maior Paraná reúne uma série de ações voltadas aos veranistas e moradores dos municípios do Litoral, além de Porto Rico e São Pedro do Paraná, no Noroeste. São atividades esportivas e de lazer que englobam aulas de ginástica, dança, caminhadas, recreação infantil, shows, torneios e competições nacionais e internacionais, programação inclusiva e educação ambiental. A agenda completa pode ser consultada no site www.verao.pr.gov.br.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná requer a suspensão da comercialização de lotes e a regularização integral de loteamento da década de 1990 em Quatro Barras

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba, ajuizou ação civil pública para garantir a regularização urbanística e ambiental integral do Loteamento Bosque Merhy. A ação pede, em caráter de urgência, a suspensão da venda de qualquer lote, bem como da cobrança e do recebimento de valores referentes a lotes eventualmente já comercializados, e busca a reparação de danos materiais e morais coletivos.

Áudio do Promotor de Justiça André Luiz de Araújo

São réus os dois loteadores do empreendimento e o Município de Quatro Barras, este último por suposta omissão no dever de fiscalizar. Registrado em 1995, com 133 lotes distribuídos em uma área de 561.076 m², o loteamento situa-se em região de manancial, integralmente inserida na Área de Proteção Ambiental (APA) do Iraí.

Problemas históricos – De acordo com a investigação do MPPR, o loteamento nunca foi integralmente concluído. Segundo relatórios técnicos, os loteadores não implantaram a infraestrutura básica que lhes cabia. As redes de água e esgoto foram executadas tardia e parcialmente pela Sanepar; a energia elétrica e a iluminação pública foram implantadas, de forma gradual, pela Copel. Em ambos os casos, os custos foram repassados ao Município e aos próprios moradores. Permanecem pendentes a drenagem pluvial, a pavimentação e a abertura integral das vias projetadas. Há, ainda, indícios de que áreas que deveriam permanecer preservadas, como um lago e um bosque protegido, teriam sido repassadas ao Município no lugar de áreas úteis à população, para simular o cumprimento do percentual mínimo de áreas públicas.

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O histórico do empreendimento também registra intervenções recentes objeto de autuação ambiental. Em 2020, a retomada de obras em Área de Preservação Permanente (APP) foi autuada e embargada pelo Instituto Água e Terra (IAT), inclusive por descumprimento de embargo que remontava a 2001, o que resultou em multa de R$ 200 mil. Mais recentemente, vistoria da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, em maio de 2026, apontou indícios de nova supressão de vegetação em APP, em aparente descumprimento do embargo. A extensão exata e o volume dos danos ambientais ainda dependem de perícia judicial.

Pedidos urgentes – Diante da gravidade da situação, o Ministério Público formulou pedidos liminares, em caráter de urgência, requerendo ao Judiciário a imediata paralisação de qualquer obra e de qualquer supressão de vegetação na área, com o apoio da Polícia Militar Ambiental (Força Verde) na fiscalização. Também foram requeridas a indisponibilidade de bens dos loteadores, no valor mínimo de R$ 2 milhões, para assegurar as obras de regularização, o ressarcimento ao erário e a reparação dos adquirentes prejudicados, e a determinação para que o Município adote as medidas necessárias para fazer cessar e remover as irregularidades apontadas.

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No julgamento do mérito, o MPPR requer a condenação dos réus à conclusão definitiva da infraestrutura do loteamento, à destinação correta das áreas públicas, à recuperação integral da área degradada, na extensão a ser apurada em perícia, mediante Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), e ao pagamento das indenizações devidas. Os valores das indenizações por danos morais coletivos, se fixados, serão revertidos ao Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos (FEID).

No julgamento do mérito, o MPPR requer a condenação dos réus à conclusão definitiva da infraestrutura do loteamento, à destinação correta das áreas públicas, à recuperação integral da área degradada, na extensão a ser apurada em perícia, mediante Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), e ao pagamento das indenizações devidas. Os valores das indenizações por danos morais coletivos, se fixados, serão revertidos ao Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos.

Processo 0001353-95.2026.8.16.0211

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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