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Brasil

Lote 5 do Paraná é fundamental para o setor da indústria de transformação do estado

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Quando um brasileiro vai à padaria comprar um pão, dificilmente pensa de onde veio a farinha. O mesmo acontece com a manteiga do supermercado, o óleo que frita a coxinha na lanchonete e até a ração do cachorro no pet shop.

É aí que entra o Lote 5 das Rodovias Integradas do Paraná, por onde passa boa parte da mercadoria fabricada no país para a comercialização.

Quem vive na prática essa dinâmica é Airton Galinari, presidente executivo da Coamo. A empresa trabalha com mais de 30 mil cooperados do agronegócio paranaense, que fornecem insumos, como grãos, transformados em produtos que chegam às lojas do Brasil e do mundo.

“A soja que nós industrializamos vira óleo, que vai para a prateleira. Quase tudo vai de caminhão, inclusive até o porto, e a infraestrutura é fundamental para esse escoamento de toda a produção”, conta o empresário.

“Exportamos no ano passado 4,5 milhões de toneladas, com a mesma expectativa para este ano. São mais de 30 países, principalmente na Europa, Ásia e África”, completou Airton.

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Para acompanhar as necessidades das economias regionais, o Ministério dos Transportes vai conceder, nesta quinta-feira (30), 432 quilômetros das BRs 163/369/467 e PRs 158/317/467/977/978, que levam os produtos fabricados no Paraná para os demais centros consumidores.

Anderson Léo Sabadin, presidente da Primato, detalhou como as estradas locais são essenciais para apoiar o faturamento da empresa, que estima um crescimento de mais de 48% para 2025. Só no ramo de alimentação animal, por exemplo, a cooperativa produz mais de 400 mil toneladas de ração.

“A gente vem passando por uma transformação, uma melhoria. Rodovias melhores, duplicadas, facilitam o escoamento da nossa produção. Se esses investimentos forem efetivos, não temos dúvida de que teremos uma melhoria no produto, na qualidade, e chegaremos a mais casas, mais clientes, no contexto de todo o Brasil”, disse Sabadin.

De acordo com dados do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), a indústria de transformação, base da produção estadual, é o principal vetor do desempenho econômico, com um crescimento de 73,7% nas exportações em 2025, atingindo uma receita de US$ 299 milhões nos quatro primeiros meses do ano.

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O Lote 5 é composto por importantes rodovias que atravessam grandes áreas agrícolas e fazem a ligação com estados estratégicos como Mato Grosso do Sul, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além do Paraguai.

Milton Dall’Agnol, diretor comercial da empresa de logística Rodomax, defende que vias de boa qualidade trazem ganhos como a redução de custos operacionais para as empresas, o que pode tornar os produtos mais acessíveis ao consumidor, além de contribuir para a sustentabilidade do modal.

“A gente tem uma visão de que, tendo uma rodovia de boa qualidade, conseguimos reduzir o gasto com combustível, o tempo de viagem, trazer mais agilidade, economia no desgaste do caminhão, como freios, além de auxiliar na diminuição da poluição”, destacou.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Brasil

Na Marcha dos Municípios, Ministério do Turismo aborda o protagonismo dos patrimônios mundiais no desenvolvimento dos territórios

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Representantes do Ministério do Turismo (MTur) apresentaram, nesta quinta-feira (21), a palestra “O protagonismo do Patrimônio Mundial no desenvolvimento turístico dos territórios” durante a XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios.

A diretora do Departamento de Investimento, Crédito, Parcerias e Concessões no Turismo, do MTur, que coordena o Comitê Interministerial de Gestão Turística do Patrimônio Mundial, Viviane de Faria, ressaltou a importância do reconhecimento internacional do patrimônio brasileiro e do turismo nacional como ferramenta de desenvolvimento econômico e social.

Atualmente, o Brasil possui 25 sítios reconhecidos como Patrimônio Mundial pela UNESCO, entre bens culturais, naturais e mistos. Locais como o Centro Histórico de Ouro Preto, o Parque Nacional do Iguaçu, o Parque Nacional da Serra da Capivara e a capital, Brasília, estão nessa lista.

O reconhecimento é concedido a locais considerados de valor universal excepcional para a humanidade e que demandam ações permanentes de preservação e gestão sustentável.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, afirmou que o constante diálogo entre o governo e municípios é fundamental para aprimorar cada vez mais a gestão dos destinos brasileiros, principalmente em locais reconhecidos como patrimônio mundial. “Esse tema é importante e o Ministério do Turismo, junto com a UNESCO e as administrações municipais, têm atuado para fortalecer esses destinos, que são tão importantes para o nosso turismo”, disse Feliciano.

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Viviane de Faria também reforçou a necessidade de qualificação e articulação institucional para fortalecer o setor. “O turismo se faz com parceria entre poder público e iniciativa privada. O Ministério oferece qualificação e capacitação para toda a cadeia turística, e é importante que os gestores busquem esses instrumentos”.

Ela afirmou ainda que o reconhecimento internacional traz investimentos e cria oportunidades de conexão entre culturas e valores. “O papel dos municípios é integrar turismo, cultura, meio ambiente e planejamento urbano, equilibrando desenvolvimento e preservação”, disse.

Na palestra, ela falou também sobre o papel dos municípios na gestão turística dos sítios do Patrimônio Mundial. Citou, por exemplo, a importância do fortalecimento da governança para garantir uma maior participação comunitária; o equilíbrio entre o desenvolvimento turístico e a preservação; a integração do turismo com a cultura, o meio ambiente e o planejamento urbano; e a priorização das políticas públicas locais de saneamento, mobilidade, acessibilidade, segurança e sinalização turística.

O presidente da Organização das Cidades Brasileiras Patrimônio Mundial (OCBPM), Mário Ribas, afirmou que os patrimônios mundiais são fundamentais para o desenvolvimento do turismo no país. “São ativos estratégicos que temos, reconhecidos tanto no Brasil como internacionalmente. É muito importante o gestor trabalhar a governança, qualificação da gestão e priorizar o turismo como política pública fundamental para o seu desenvolvimento. A participação do Ministério do Turismo é fundamental nesse processo”, disse.

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Ele comentou também o trabalho estratégico do Comitê Gestor do Patrimônio Mundial do Brasil, que reúne colegiados definidos pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para administrar, de forma compartilhada, os territórios brasileiros reconhecidos pela UNESCO. Eles reúnem governo, sociedade civil e comunidades locais para proteger esses espaços e promover seu desenvolvimento sustentável. “O trabalho do Comitê está produzindo importantes resultados para transformar o patrimônio mundial do Brasil e o turismo brasileiro em um dos principais destinos do mundo”, disse.

Editais

Viviane de Faria mencionou também dois editais abertos pelo Ministério do Turismo e Unesco, voltados aos locais reconhecidos como patrimônio mundial: um deles visa o fortalecimento da gestão turística nessas localidades; e o outro, cria um curso voltado a guias dos patrimônios.

Por Isadora Lionço
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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