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LongPing High-Tech abre 39 vagas para Jovem Aprendiz em Paracatu (MG); veja como se inscrever

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A LongPing High-Tech, empresa referência na pesquisa e produção de híbridos de milho e sorgo, anunciou a abertura de 39 vagas para o programa Jovem Aprendiz em Paracatu (MG). O contrato terá duração de dois anos, sendo o primeiro dedicado à fase teórica e o segundo à fase prática.

O programa visa promover formação técnica e profissional a jovens que desejam ingressar no mercado de trabalho, com foco no desenvolvimento de competências voltadas à área industrial.

Requisitos para participar da seleção

Podem se inscrever candidatos que estejam cursando ou já tenham concluído o ensino médio, com disponibilidade para jornada de 4 horas diárias.

A idade mínima exigida é de 17 anos para a etapa teórica e 18 anos completos para o início da fase prática.

O curso será realizado em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), garantindo uma formação reconhecida e alinhada às demandas do setor produtivo.

Curso e conteúdos abordados

O programa oferece formação no curso Aprendizagem Industrial em Assistente de Planejamento e Controle da Produção, com início previsto para 2 de janeiro de 2026 e término em 21 de dezembro de 2026.

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Durante o período de aprendizado, os jovens terão acesso a aulas teóricas e práticas, que contemplam temas essenciais para o ambiente industrial, como:

  • Comunicação, ética e cidadania
  • Planejamento, organização e processos logísticos
  • Raciocínio lógico, análise de dados e transformação digital
  • Saúde e segurança do trabalho
  • Rotinas administrativas (contábil, financeira, RH, marketing e produção)
  • Planejamento, programação e controle da produção
  • Controle de suprimentos, armazenagem e qualidade
  • Leitura de desenhos técnicos e metrologia
Fases do programa e benefícios oferecidos
  • Fase teórica:
    • Realizada no SENAI, no período noturno
    • Duração: 02/01/2026 a 21/12/2026
    • Benefícios: Vale-Alimentação (VA) e Vale-Transporte (VT)
  • Fase prática:
    • Início em 22/12/2026, com horários ajustados conforme a necessidade operacional da LongPing High-Tech
    • Benefícios: transporte fornecido pela empresa, alimentação no local e seguro de vida
Inscrições e etapas do processo seletivo

Os interessados devem se cadastrar até 20 de novembro de 2025 no site oficial da empresa:

👉 www.lpht.com.br/Vagas?id=498

As entrevistas presenciais estão programadas para os dias 25 e 26 de novembro, e a fase final de seleção ocorrerá em 27 de novembro, com os candidatos pré-selecionados.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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