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Paraná

Londrina terá a segunda unidade de secagem térmica de lodo da Sanepar no Estado

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A Sanepar concluiu nesta quinta-feira (4) a instalação dos principais equipamentos da nova unidade de secagem de lodo na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Sul, em Londrina, no Norte do Estado. A obra representa investimento de cerca de R$ 60 milhões, com financiamento do banco alemão KfW, dentro de uma linha destinada à redução de gases de efeito estufa.

O transporte e a montagem envolveram uma operação logística de alta complexidade, que mobilizou mais de 30 profissionais e uma frota de maquinários pesados, incluindo guindastes e caminhões. As peças saíram de Santa Catarina no início da semana, entre elas o tambor secador Bruthus — com 18 metros de comprimento, 4,3 metros de diâmetro e 43 toneladas — e um gerador de gases quentes de 40 toneladas.

O lodo é um subproduto do tratamento do esgoto e apresenta um grande volume com o desafio de gestão e destinação. O gerente-geral da Sanepar no Nordeste, Antônio Gil Gameiro, explica que a secagem do lodo é fundamental para minimizar toda a logística para a destinação do lodo das seis ETEs da região.

“Vai trazer a questão da sustentabilidade do processo, porque estaremos dando uma solução ambientalmente correta, uma solução em que diminuímos o volume de resíduo e, consequentemente, esse subproduto dessa queima ainda vai ser aproveitado novamente”, destacou.

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O gerente de Convênios e Parcerias da Sanepar, Eduardo Pegorini, disse que a iniciativa integra o Programa Paraná Bem Tratado, voltado a melhorias nas estações de tratamento de esgoto. “Este processo alia o aproveitamento do biogás, que é um gás de efeito estufa, e o lodo como fonte de energia, tornando o sistema mais sustentável. Em Londrina, serão tratadas cinco toneladas por hora, até 40 mil toneladas de lodo por ano, com uma redução de cinco para um no volume”.

A OBRA – A unidade está em implantação na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Sul, localizada no Parque Estadual João Milanez, no final da Avenida Europa, na região sul da cidade. O equipamento será usado no material produzido nas quatro estações de Londrina, duas de Cambé e uma de Tamarana. A obra foi iniciada em agosto de 2024 e a previsão é que seja concluída até abril de 2026.

RARIDADE – Só existem seis equipamentos como este no Brasil. Desses, apenas dois operam utilizando biogás e lodo de esgoto como fontes de energia: um em Minas Gerais e o outro na ETE Atuba Sul, na Sanepar, em Curitiba. Os demais estão em ETEs no Rio de Janeiro e Minas.

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Na ETE Atuba Sul, os equipamentos da Unidade de Secagem Térmica de Lodo estão em funcionamento desde setembro de 2023 – com as mesmas dimensões dos instalados em Londrina.

PESQUISA – O projeto de secagem térmica do lodo de esgoto na Sanepar teve origem a partir de uma grande pesquisa, com cooperação técnica envolvendo diversas instituições do Paraná e do Brasil, em conjunto com a agência de cooperação técnica da Alemanha GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit).

A obra em execução em Londrina é realizada pelo consórcio formado pela construtora RAC Engenharia e a Albrecht. Os equipamentos utilizados nas ETEs da Sanepar são os maiores já produzidos por esta fabricante, que pesquisa aproveitamento energético de resíduos há mais de 20 anos e consolidou esta tecnologia do ponto de vista técnico e ambiental.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Com investimento de R$ 70 milhões, Ambev anuncia fábrica de embalagens no Paraná

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A Ambev vai investir R$ 70 milhões na construção de uma nova fábrica de embalagens no Paraná. O anúncio reforça o pioneirismo do Estado que se consolida como primeiro do Brasil a integrar todas as fases da cadeia produtiva da companhia, desde o cultivo do malte até a fabricação das garrafas. O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou do anúncio feito nesta quinta-feira (25) pelo diretor de Relações Institucionais da Ambev, Rodrigo Moccia, em reunião no Palácio Iguaçu, em Curitiba.

“Mais uma grande indústria para o Estado. Há poucos meses, inauguramos uma planta que fabrica garrafas de vidro para o setor da Ambev. Isso significa emprego e crescimento industrial. Hoje, inclusive, foi anunciado que o Paraná cresce o dobro do Brasil em sua atividade econômica, e agora fechamos o dia com mais esse grande anúncio”, destacou o governador.

Com previsão de inauguração em 2029, o projeto prevê a implantação de uma unidade industrial e logística de 3.000 metros quadrados. O espaço produzirá embalagens para diversas marcas, como Brahma, Skol, Stella Artois, Budweiser, Spaten e Original. O trabalho vai abastecer todos os estados, além de exportar para plantas da América do Sul, como Argentina, Bolívia, Uruguai, Paraguai e Chile.

O objetivo da Ambev é gerar maior sinergia logística, eficiência de estoques e agilidade no escoamento dos produtos. Com isso, o projeto posiciona o Paraná na vanguarda do segmento de bebidas, fortalecendo o ambiente industrial e ampliando a capacidade regional de atendimento tanto ao mercado nacional quanto ao internacional.

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Para o diretor de Relações Institucionais da Ambev, a política paranaense de atração de investimentos é muito bem-sucedida. “Por isso, o Paraná é o primeiro estado do Brasil que reúne toda a cadeia cervejeira em um único lugar, o que para nós é uma grande alegria. Estamos muito felizes em voltar ao Paraná e anunciar um novo investimento”, afirmou.

A consistência dos investimentos no Paraná reflete a relevância estratégica e a visão de longo prazo da Ambev para a região. A partir da localização geográfica privilegiada do Estado, a companhia consegue abastecer diferentes mercados com eficiência, sustentando o crescimento da categoria de cervejas no país.

Conforme dados da própria Ambev, nos últimos cinco anos, a operação gerou uma arrecadação de R$ 6,1 bilhões em ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para os cofres públicos paranaenses. “Esse investimento vai gerar muitos empregos no Paraná, fortalecendo a economia e a capacidade do Estado de suprir a demanda dessa bebida tão apreciada que é a cerveja”, explicou o secretário de Estado da Fazenda, Norberto Ortigara.

De acordo com o Anuário da Cerveja, elaborado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Paraná conta com 175 cervejarias registradas. O dado coloca o Estado entre os maiores polos cervejeiros do Brasil, com uma produção estimada em 7,8 milhões de litros por ano.

AMBEV NO PARANÁ — Nos últimos 13 anos, a companhia investiu mais de R$ 2,5 bilhões no Estado, consolidando uma cadeia que vai do campo ao copo. Recentemente, em dezembro de 2025, a Ambev inaugurou sua nova fábrica de garrafas de vidros em Carambeí, nos Campos Gerais, com um investimento de R$ 1 bilhão. 

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Atualmente, a operação da Ambev no Paraná abastece todo o mercado nacional com a produção de cerveja premium, além de 20 marcas de cerveja para sete estados brasileiros. Toda essa estrutura — que envolve campos de cevada, maltarias, cervejarias, fábricas de latas de alumínio e centros de distribuição — é responsável por gerar 16 mil empregos diretos, indiretos e induzidos em território paranaense.

A companhia está distribuída nos seguintes municípios do Estado: Ponta Grossa (fábrica de latas e cervejaria), Almirante Tamandaré (fábrica de refrigerantes), Carambeí (fábrica de vidros), além de Guarapuava e a região dos Campos Gerais, que concentram o plantio da cevada e a unidade de maltaria.

PRESENÇAS — Também estiveram presentes no anúncio o diretor comercial de Vendas da Ambev, Raphael Barelli; a diretora tributária da Ambev, Ana Claudia Couto; o diretor de Relações Corporativas da Ambev, Thiago Pereira; o deputado federal Sandro Alex; o chefe de Centro de Assuntos Econômicos-tributários da Sefa, Francisco de Assis Inocêncio; o presidente do Conselho de Administração da Invest Paraná, Eduardo Bekin; a diretora de Mercado da Invest Paraná, Keli Reis; o prefeito de Londrina, Tiago Amaral.

Fonte: Governo PR

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