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Livro de colorir criado por mulheres privadas de liberdade é usado em APAE de Iporã

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Encantos da Leitura é o nome de um projeto da Polícia Penal do Paraná (PPPR) na região de Umuarama. Ele une arte, educação e ressocialização de pessoas privadas de liberdade. O objetivo da iniciativa é motivar a criatividade de detentas para desenvolver livretos para colorir para serem doados às unidades da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE).

O projeto teve início em fevereiro deste ano na Cadeia Pública Feminina de Iporã e já em março a produção estendeu-se para a unidade penal de Altônia. Já foram mais de 150 exemplares impressos, contando com a participação de seis apenadas na produção de histórias e desenhos. Atualmente em segundo livreto está em fase de produção.

A APAE do município de Iporã foi a primeira unidade a ser beneficiada pelo projeto. As crianças se conectaram com a história em uma atividade de pintura guiada pelos professores. “A imaginação das crianças foi estimulada, despertando a curiosidade, a autonomia e o desenvolvimento cognitivo através da arte. Foi muito positivo para nós”, destaca a diretora da unidade, Ilma Natale Fiorelli.

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O policial penal José Leocádio Miranda, idealizador do projeto, ressalta que a iniciativa supera barreiras físicas e psicológicas inerentes ao encarceramento. “Mesmo com recursos limitados, o projeto Encantos da Leitura já transformou a vida de todas as apenadas que participaram, que contribuíram com desenhos e narrativas, resultando em um livreto repleto de criatividade e expressão pessoal”, afirma.

Com a expansão do projeto, a ideia, segundo ele, é doar exemplares a escolas municipais da região.

Confira o material produzido neste link.

Fonte: Governo PR

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PMPR forma 34 policiais para uso de cães em operações e patrulhamentos

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A Polícia Militar do Paraná (PMPR) formou nesta quinta-feira (16), em Curitiba, 34 novos policiais para emprego de cães em operações de segurança pública. A capacitação integra a estratégia de reforço operacional da corporação no enfrentamento ao tráfico de drogas, na localização de ilícitos e na atuação em ocorrências de maior risco.

O 8º Curso de Cinotecnia Policial Militar teve duração de pouco mais de um mês e carga de 245 horas de instruções teóricas e práticas, voltadas à formação de operadores aptos a atuar com cães em diferentes cenários, como patrulhamento, detecção de entorpecentes, busca, captura e controle de distúrbios. 

“A capacitação contínua do nosso efetivo é fundamental para garantir respostas cada vez mais qualificadas à sociedade. A cinotecnia representa uma ferramenta moderna, eficiente e alinhada às melhores práticas operacionais, fortalecendo a atuação da Corporação em diversas frentes”, afirmou o subcomandante-geral da PMPR, coronel Paulo Renato Aparecido Siloto.

A formação amplia a capacidade de atuação da corporação em operações em todo o Estado, especialmente no enfrentamento ao tráfico de drogas e na atuação em situações de risco.

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FORMAÇÃO – Os policiais foram treinados para empregar cães em diferentes cenários operacionais, incluindo patrulhamento, detecção de entorpecentes, controle de distúrbios e captura de indivíduos em situação de resistência.

Em simulações realizadas durante o curso, foram demonstradas técnicas de contenção com cães de proteção, considerados instrumentos de menor potencial ofensivo, capazes de imobilizar suspeitos com segurança e proporcionalidade. O curso também aborda fundamentos do comportamento canino, técnicas de adestramento e diretrizes para o uso responsável dos animais, garantindo eficiência operacional aliada ao bem-estar animal.

Ainda foram apresentados exercícios de faro, em que os cães identificam drogas ocultas em bagagens, veículos e compartimentos diversos, mesmo em concentrações mínimas.

“Os policiais que concluem este curso retornam às suas unidades não apenas mais capacitados, mas também com a missão de difundir a doutrina cinotécnica, elevando o padrão operacional e ampliando o emprego técnico dos cães de serviço em todo o estado”, destacou o comandante da Companhia Independente de Operações com Cães (CIOC), capitão Marcelo Henrique Hoiser.

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USO DE CÃES – O uso de cães policiais tem impacto significativo nos resultados operacionais da corporação. Em 2025, ações com apoio de equipes cinotécnicas resultaram na apreensão de aproximadamente 141 toneladas de maconha, 2,8 toneladas de cocaína, 110 quilos de crack e 730 quilos de haxixe. No mesmo período, também foram apreendidas mais de 405 armas de fogo e 5.200 munições, além da prisão de cerca de 1.500 pessoas em ocorrências relacionadas ao tráfico e outros crimes. 

Os novos operadores formados passam a reforçar unidades especializadas e operacionais em diferentes regiões do Paraná, ampliando a cobertura e a presença das equipes com cães em ações estratégicas. Além do enfrentamento ao tráfico, o emprego do cão policial também é utilizado em operações de fiscalização, buscas, apoio a abordagens e em ações integradas com outras forças de segurança.

Fonte: Governo PR

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