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Ligação rodoviária entre Cerro Azul e Doutor Ulysses recebe novas melhorias

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), iniciou os serviços de conservação do trecho não pavimentado da PR-092 entre Cerro Azul e Doutor Ulysses, no Vale do Ribeira. O trabalho está incluído por contrato específico de conservação de estradas rurais da região, um investimento de R$ 17,9 milhões, que contempla, também, a PR-092 entre Doutor Ulysses e o viaduto sobre a ferrovia, sentido Jaguariaíva; e a PR-340, entre Tunas do Paraná e Cerro Azul. São 82,58 quilômetros ao todo. 

As melhorias na PR-092 e PR-340 beneficiam diretamente mais de 32 mil habitantes dos três municípios, facilitando o acesso a serviços públicos nos centros urbanos, além de facilitar o escoamento da produção agrícola local.

Os serviços iniciaram a partir de Cerro Azul, rumo a Doutor Ulysses. O trecho começou recebendo serviços de patrolamento, prejudicados pelas chuvas recentes, e agora ocorre a remoção da camada mais superficial da pista, encharcada pela chuva, seguida da aplicação de uma camada fina de saibro ou jazida comercial da região.

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Isso aumenta o atrito entre o pneu e o solo, já melhorando a trafegabilidade e a segurança para o usuário. O cascalhamento da rodovia será realizado mais adiante, com uma camada mais volumosa de saibro comercial, conforme as condições climáticas se tornem mais favoráveis.

O contrato prevê a regularização de leito das rodovias por patrola; escarificação, conformação e compactação do subleito das vias; cascalhamento; preenchimento de local rebaixado com rachão; escavação de valas e execução de bueiros tubulares de concreto; escavação de saídas de água, de valas laterais e de caixas de retenção; limpeza e desobstrução de bueiros existentes.

A vigência do contrato é de dois anos, encerrando em 18 de junho de 2025, com os serviços executados de forma rotineira ao longo desse período.

Fonte: Governo PR

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MPPR cumpre mandados de prisão contra dez pessoas denunciadas por crimes ligados a loteamentos clandestinos rurais em Campo Magro e Almirante Tamandaré

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O Ministério Público do Paraná cumpriu nesta semana dez mandados de prisão contra pessoas denunciadas na Operação Fundo Falso, investigação conduzida pela 5ª Promotoria de Justiça de Almirante Tamandaré, em conjunto com o Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que apura atuação de organização criminosa na prática de diversos crimes relacionados à comercialização de loteamentos irregulares em imóveis rurais.

Entre os denunciados e alvo de um dos mandados de prisão, está um vereador do município de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, apontado como um dos líderes do grupo criminoso. As ordens judiciais foram cumpridas nesta quarta-feira, 16 de setembro, com o apoio do Núcleo de Curitiba do Gaeco. Dos dez alvos, três ainda não foram localizados e são considerados foragidos. O pedido para a decretação das prisões preventivas foi feito pelo Ministério Público na ocasião do oferecimento da denúncia, no dia 25 de agosto último.

De acordo com as apurações sobre os fatos, o grupo atuava de forma organizada para as práticas ilícitas, que consistiam na permanente busca ativa por imóveis rurais, predominantemente nos municípios de Campo Magro e Almirante Tamandaré, em especial imóveis sem incidência de atos ostensivos de exercício de posse pelos seus proprietários, ou imóveis de propriedade de pessoas idosas ou em processo de inventário. Em seguida, os investigados atuavam para obter informações e cópias de documentos de suas matrículas e registros e de eventuais certidões de óbito dos proprietários. Eram feitas simulações de vendas desses imóveis para intermediários, com a falsificação de documentos, e, a partir destes, a comercialização dos loteamentos irregulares.

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Para a manutenção das condutas criminosas, que, segundo as apurações, estão em curso desde 2021, os envolvidos praticavam ameaças e outros atos intimidatórios frente aos reais proprietários ou a pessoas que descobriam o esquema criminoso.

Outro aspecto identificado a partir das apurações foi o de que o grupo se valia da posição ocupada pelo vereador em Campo Magro para viabilizar a realização de obras públicas nos referidos locais onde fracionavam ilegalmente os imóveis rurais, além da obtenção de informações privilegiadas e antecipadas sobre as fiscalizações a serem realizadas pela municipalidade ou de interferência para impedir fiscalizações. As condutas denunciadas foram identificadas a partir de extensa análise de provas colhidas em fases anteriores da operação, incluindo trocas de mensagens de texto e áudios que comprovam as práticas apuradas.

Foram identificados, pelo menos, quatro loteamentos clandestinos nos municípios de Almirante Tamandaré e Campo Magro. Além dos dez integrantes da organização criminosa, houve oferecimento de denúncia em face de outras duas pessoas investigadas por participações no esquema ilícito, as quais tiveram determinadas judicialmente a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. Também foram requeridas medidas cautelares pelo Ministério Público para o fim de bloquear os bens dos denunciados, o que igualmente foi deferido pelo Juízo.

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Processo 0007837-42.2025.8.16.0024

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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