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Brasil

Lei Seca chega à maioridade e reforça o compromisso com a preservação de vidas no trânsito

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Há 18 anos, em 19 de junho de 2008, o Brasil estabeleceu um novo marco para a segurança viária: álcool e direção não combinam. Desde então, a Lei Seca ajudou a ampliar a percepção de risco entre os condutores e consolidou a preservação de vidas como um compromisso permanente do Estado e da sociedade.

Ao longo desse período, a legislação deixou de ser apenas um instrumento de fiscalização para se tornar uma política pública que reforça a responsabilidade individual no trânsito. Mais do que punir infrações, a norma ajudou a construir uma cultura de prevenção baseada na conscientização e na adoção de comportamentos mais seguros ao volante.

Debate permanente

Mesmo após quase duas décadas de vigência, a iniciativa permanece no centro das discussões sobre segurança viária no país. A necessidade de fortalecer ações educativas e ampliar a conscientização da população demonstra que a preservação de vidas exige um esforço contínuo e permanente.

Esse debate segue mobilizando diferentes instituições. Nesta semana, representantes do Ministério dos Transportes participaram de um seminário promovido pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados para discutir os resultados alcançados pela legislação e a necessidade de reforçar as estratégias de conscientização e educação para o trânsito.

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Compromisso coletivo

Dezoito anos depois da criação da Lei Seca, os dados mostram que a combinação entre álcool e direção continua sendo um desafio para a segurança viária brasileira. O cenário reforça a necessidade de manter ações permanentes de educação para o trânsito e ampliar a conscientização da população sobre os riscos desse comportamento.

Para o coordenador-geral de Sistemas de Informação e Estatística da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), Pedro Barbosa, a preservação de vidas continua sendo o principal propósito da legislação. “A Lei Seca vai além das penalidades previstas na legislação. Ela representa um compromisso permanente com a preservação de vidas e com a construção de uma cultura de responsabilidade no trânsito”, destaca.

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Para mais detalhes, acesse o relatório completo aqui.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Brasil

Com turismo em alta, apenas cinco das principais festas juninas do país vão movimentar R$ 2,4 bilhões

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Quando junho chega, o Brasil muda de ritmo. As ruas ganham cores, cidades inteiras se mobilizam para receber visitantes e milhares de trabalhadores encontram nos festejos juninos uma oportunidade vital de aumentar a renda. Muito além da tradição, o São João brasileiro tornou-se uma potência econômica.

Um levantamento do Ministério do Turismo indica que a movimentação econômica neste período chegará a R$ 2,4 bilhões, considerando apenas cinco dos principais destinos juninos do país. O impacto positivo se estende de ponta a ponta da cadeia, beneficiando a rede hoteleira, aeroportos, bares, restaurantes e pequenos negócios.

Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, as festas juninas são o exemplo perfeito de como o setor pode transformar a tradição cultural em oportunidade.

“São eventos que fortalecem a nossa identidade, movimentam as economias locais e levam desenvolvimento para centenas de municípios em todas as regiões. Além de preservar tradições que atravessam gerações, os festejos geram emprego, renda e consolidam o turismo como um forte instrumento de desenvolvimento regional”, avaliou.

Nordeste lidera os festejos juninos

Principal polo das festividades, a região Nordeste concentra os maiores eventos do calendário turístico nacional, com cifras que impressionam. Na Paraíba, o “Maior São João do Mundo”, em Campina Grande, espera receber 3,5 milhões de visitantes e movimentar R$ 800 milhões. O evento conta com o apoio de R$ 2 milhões do Ministério do Turismo (MTur) para fortalecer sua infraestrutura.

Em Pernambuco, Caruaru, “O Melhor e Maior São João do Mundo”, se prepara para atrair 4 milhões de pessoas, com a expectativa de injetar R$ 800 milhões na economia e gerar 20 mil empregos diretos e indiretos, lotando a rede hoteleira. Ainda no estado, Petrolina projeta movimentar R$ 325 milhões e atrair 50 mil passageiros pelo aeroporto local, com o tema “Aqui é Paixão”.

A grandiosidade se repete nos demais estados nordestinos. No Ceará, Maracanaú deve reunir 2,7 milhões de espectadores, movimentando R$ 100 milhões e gerando 4,5 mil empregos em torno do seu famoso quadrilhódromo.

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O tradicional Mossoró Cidade Junina, no Rio Grande do Norte, projeta a chegada de 1,2 milhão de visitantes e uma injeção de R$ 360 milhões, com hotéis batendo a lotação máxima nos fins de semana.

Completando o roteiro da região, em Sergipe, a combinação do Forró Caju e do Arraiá do Povo, em Aracaju, promete atrair 2,5 milhões de pessoas e gerar um impacto de R$ 400 milhões. Maceió (AL) espera 700 mil pessoas no Massayó, no Polo Jaraguá; São Luís (MA) projeta a chegada de 250 mil visitantes com a força do Bumba Meu Boi, reconhecido como Patrimônio Cultural da Humanidade, e Amargosa (BA) deve receber 70 mil pessoas por dia, movimentando R$ 50 milhões na economia baiana.

A tradição por todo o país

O aquecimento do turismo e a valorização cultural, no entanto, vão muito além do Nordeste. Na região Norte, o tradicional duelo entre os bois Caprichoso e Garantido, no Festival de Parintins (AM), espera receber 120 mil turistas e movimentar R$ 220 milhões. No Pará, o Arrastão do Pavulagem vai levar mais de 140 mil pessoas às ruas de Belém, durante o período junino.

Já no Centro-Oeste, o Banho de São João, de Corumbá (MS), mobiliza 94 comunidades às margens do Rio Paraguai, com um investimento de R$ 4 milhões nesta edição, enquanto o Arraiá do Bem, em Goiânia (GO), consolida-se como o grande destaque junino do estado.

No Sudeste, a tradição e a economia caminham juntas. A Festa Junina Beneficente de Votorantim, em São Paulo, espera movimentar R$ 20 milhões, gerar 2,5 mil empregos e atrair meio milhão de pessoas. Em Minas Gerais, a Fenamilho une grandes shows, cultura popular e a força do agronegócio.

No Sul do país, o São João do Itaperiú (SC) mantém viva uma tradição centenária com a realização da 111ª Festa de São João. A expectativa é receber cerca de 20 mil visitantes, número que supera várias vezes a população do município, que tem cerca de 3,5 mil habitantes. Já a Festa Nacional do Pinhão, em Lages (SC), esquenta o turismo de inverno, elevando a ocupação hoteleira na Serra Catarinense ao misturar a gastronomia típica à cultura da região.

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Produto turístico internacional

O potencial de atração das festas juninas brasileiras também rompe fronteiras. No início deste ano, em uma ação estratégica do MTur, em parceria com a Embratur e a Embaixada do Brasil, o Obelisco – um dos principais cartões-postais de Buenos Aires, na Argentina – foi transformado em um grande arraial. O evento levou forró, dança e gastronomia típica ao público portenho, com o objetivo de estimular as viagens de sul-americanos para o Brasil durante o mês de junho. A escolha do mercado foi precisa: a Argentina é o principal polo emissor de turistas para o país, tendo respondido por mais de 3,3 milhões dos 9,2 milhões de visitantes estrangeiros recebidos no ano de 2025.

Destino: Festas Juninas

Para mostrar a força dos festejos juninos como atrativo turístico e motor de desenvolvimento regional, o MTur lançou o projeto “Destino: Festas Juninas”. A iniciativa reúne uma websérie e uma série de rádio com 10 episódios que percorrem cinco dos principais destinos juninos do Nordeste: Campina Grande (PB), Caruaru (PE), Mossoró (RN), Maracanaú (CE) e Petrolina (PE).

Por meio das histórias de pessoas que mantêm viva uma das mais importantes manifestações culturais do país, o projeto retrata como os festejos juninos impulsionam o turismo, movimentam a economia e geram oportunidades nos destinos.

Acesse aqui o primeiro episódio da série, no Youtube, Facebook e Instagram do Ministério do Turismo.

Por Natália Moraes

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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