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Lando Norris conquista primeiro título Mundial de Fórmula 1 e encerra jejum da McLaren

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Lando Norris fez história neste domingo ao sagrar-se campeão mundial de Fórmula 1, garantindo o título em uma emocionante corrida no GP de Abu Dhabi, no icônico circuito de Yas Marina. O piloto britânico da McLaren cruzou a linha de chegada na terceira posição, resultado que era exatamente o necessário para superar seus rivais Oscar Piastri e Max Verstappen na disputa acirrada pelo campeonato.

Aos 26 anos, Norris alcança o ápice de sua carreira, e a emoção tomou conta do jovem piloto após o término da prova. Em entrevista imediata, ele não escondeu as lágrimas, brincando sobre a intensidade do momento: “Eu não choro há um tempo. Não achei que iria chorar, mas eu chorei”, confessou Norris a David Coulthard.

O novo campeão mundial expressou sua admiração pelos competidores e o esforço de sua equipe. “É incrível. Agora sei um pouco do que o Max sente, e quero parabenizar o Max e o Oscar. Foi um prazer e uma honra correr contra eles nesta temporada. Eu queria lutar até o fim (pelo título), e foi isso que tivemos de fazer. Max e Oscar não facilitaram a minha vida este ano, mas estou feliz”, completou o britânico.

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Norris também fez questão de agradecer o apoio fundamental de sua escuderia e de sua família. “É uma longa jornada. Antes de tudo, quero agradecer muito ao meu pessoal, todos da McLaren, meus pais, minha mãe, meu pai. Eles são aqueles que me apoiaram desde o começo”, declarou, evidenciando a base de seu sucesso.

Fim de uma espera de 17 anos para a McLaren

A conquista de Lando Norris não é apenas um marco pessoal, mas também representa o fim de uma longa espera para a McLaren. Desde a vitória de Lewis Hamilton em 2008, a equipe britânica não celebrava um título de pilotos, um jejum que durou 17 anos. Norris, que se juntou à McLaren em 2019, sente que cumpriu seu objetivo com a equipe.

“Estou na McLaren há nove anos, e passamos por momentos difíceis e bons, e para poder trazer algo de volta para eles, sinto que cumpri meu papel, e estou orgulhoso de mim mesmo e de todos que espero ter feito chorar”, afirmou o campeão, ressaltando a importância do título para a história da tradicional equipe de Fórmula 1.

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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