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Lançada no Show Rural, plataforma monitora cigarrinha-do-milho nas lavouras do Paraná

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Produtores rurais do Paraná passam a contar com uma nova ferramenta digital para acompanhar a presença da cigarrinha-do-milho nas lavouras. A plataforma CigarrinhaWeb, lançada nesta terça-feira (10) durante o Show Rural Coopavel, em Cascavel, centraliza os dados do monitoramento do inseto que transmite o complexo de enfezamentos, conjunto de doenças que gera perda de produtividade, queda na qualidade dos grãos e, em casos severos, até o tombamento das plantas.

A partir destas informações, produtores e técnicos poderão definir estratégias de manejo e controle de pragas. Isso porque a plataforma fornece um panorama confiável da distribuição e densidade populacional do inseto no Paraná. O site também armazena a série histórica, criando uma base de dados para futuras pesquisas.

“Esse trabalho é fruto de uma grande parceria. Como produtor rural, conheço os desafios do campo e os danos causados pela cigarrinha. Por isso, acredito que essa ferramenta vem para somar”, diz o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Márcio Nunes.

A ferramenta, que posiciona o Paraná entre os Estados com iniciativas estruturadas de monitoramento de uma das principais pragas da cultura do milho, é resultado do trabalho da Rede Paranaense de Agropesquisa e Formação Aplicada – Complexo de Enfezamento do Milho (Rede CEM), formada pelo Sistema Faep, Fundação Araucária, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

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“Essa ferramenta vai ajudar o setor produtivo não só do Paraná, mas do Brasil, pois combate um dos principais problemas na produção do milho: a cigarrinha”, afirma o secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Nelson Bona.

“A cigarrinha faz com que o produtor gaste muito dinheiro, muitas vezes sem ser eficaz. Essa plataforma vai permitir aumentar a produtividade para a atividade mais importante do Paraná. Essa entrega é um avanço no campo”, complementa o presidente do IDR-PR, Natalino Avance de Souza.

A luta contra a cigarrinha-do-milho é uma questão de segurança produtiva e econômica. Estudo recente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) quantifica o impacto da praga.

Entre as safras de 2020/21 e 2023/24, os prejuízos chegaram a US$ 25,8 bilhões no país, com uma perda de 22,7% na produção nacional, equivalente a 31,8 milhões de toneladas de milho por ano.

“A cigarrinha-do-milho é uma ameaça à produção. Apoiar o desenvolvimento desta plataforma significa equipar o produtor com informação atualizada e em tempo real. É um investimento no conhecimento que se transforma em ferramenta prática para a defesa da nossa produção, dando transparência e agilidade ao monitoramento desta praga”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

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NA PRÁTICA – O site exibe um mapa interativo com a localização das armadilhas adesivas instaladas nas regiões do Paraná e o número de insetos capturados em cada uma, com atualizações semanais. A plataforma consolida e torna público dados que antes ficavam restritos a produtores ou instituições individuais.

“Só em defensivos, foram gastos US$ 76 milhões em 2024 no país. Ou seja, se a plataforma tiver impacto de 10%, essa pesquisa já se paga várias vezes”, destaca o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação Araucária, Luiz Márcio Spinosa.

O método de monitoramento com armadilhas adesivas é antigo e consolidado. No entanto, o Paraná se destaca como o único Estado a consolidar e disponibilizar publicamente esses dados por meio de uma plataforma digital interativa.

CARTILHA COM ORIENTAÇÕES – O Sistema Faep, há anos, trabalha para orientar os produtores rurais em relação à cigarrinha. Antes mesmo da plataforma digital CigarrinhaWeb, essa frente de trabalho gerou a cartilha ”Manejo da cigarrinha e enfezamentos na cultura do milho”.

Fonte: Governo PR

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Pesquisa de diversidade com participação da Portos do Paraná conquista prêmio 

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O Censo de Diversidade nas Autoridades Portuárias Brasileiras 2025, do qual a Portos do Paraná foi parceira, venceu o Prêmio Diversidade em Prática 2026, organizado pela startup brasileira Blend Edu, que auxilia empresas a promover a inclusão no ambiente de trabalho.

O levantamento reuniu dados de 1.185 colaboradores de seis instituições participantes. A organização ficou a cargo do Porto de Santos, com a participação da Portos do Paraná, dos portos de Itaqui e do Rio de Janeiro e das Companhias Docas do Ceará e do Rio Grande do Norte.

“Ter contribuído para essa conquista mostra o quanto a Portos do Paraná vem avançando no fortalecimento de sua governança corporativa, de sua cultura ética e da integridade organizacional. A diversidade ocupa um espaço cada vez mais relevante no âmbito institucional”, disse Bruna Nicolau, superintendente de Governança.

Segundo Bruna, participar do censo foi importante pelo pioneirismo da iniciativa, que possibilitou conhecer melhor a realidade das estruturas portuárias brasileiras. “Os resultados são importantes para buscarmos o aprimoramento e criarmos ações voltadas à diversidade. Por isso, agradecemos o convite do Porto de Santos para estarmos juntos nessa pesquisa”, afirmou.

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O Comitê de Ética e Integridade da Portos do Paraná também participou da iniciativa, colaborando com a divulgação e apoiando a aplicação do levantamento junto ao público interno. “O censo e o diagnóstico entregues permitem avançarmos na promoção de um ambiente diverso e sem discriminação, alinhado ao Código de Ética e de Conduta da Autoridade Portuária”, acrescentou Fabricio Monfort, coordenador do Comitê de Ética e Integridade.

“O censo contribui para transformar dados em decisões, orientar iniciativas de inclusão, o desenvolvimento de pessoas e o estabelecimento de metas de representatividade na liderança”, explicou Alexandre Fávaro Sanches, membro do Comitê de Diversidade do Porto de Santos. O Prêmio Diversidade em Prática reconhece projetos voltados à promoção da diversidade e da inclusão.

Fonte: Governo PR

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