Agro
JBS e Grupo VIVA anunciam fusão e criam gigante global no setor de couros: nasce a JBS VIVA
A JBS Couros e o Grupo VIVA anunciaram nesta terça-feira (25) a criação de uma nova empresa no mercado global de couros: a JBS VIVA. A união das duas companhias forma um dos maiores players do setor no mundo, com capacidade de processar mais de 20 milhões de couros por ano.
Com 31 fábricas e uma equipe de mais de 11 mil colaboradores distribuídos entre Brasil, Itália, Uruguai, Argentina, México e Vietnã, a nova companhia atuará desde o processamento até a comercialização de peles para os mercados mais exigentes do mundo, ampliando a presença e a competitividade global do grupo.
Fusão une tradição, inovação e reconhecimento internacional
Para o CEO global da JBS, Gilberto Tomazoni, a fusão representa um marco estratégico.
“A união com a VIVA abre novas oportunidades para os mais de 7 mil colaboradores da JBS Couros, que agora fazem parte de um negócio ainda mais robusto e preparado para competir globalmente. A JBS VIVA simboliza a soma de mais de 70 anos de experiência e reconhecimento internacional”, destacou.
A JBS Couros consolidou-se no mercado pela inovação e diferenciação, com mais de 2 mil produtos lançados ao longo dos anos, variando em cores, texturas e designs, sempre alinhados às tendências de moda e lifestyle. Além disso, a empresa tornou-se referência em sustentabilidade, com o desenvolvimento do conceito KindLeather, um modelo produtivo que reduz impactos ambientais e agrega valor à cadeia do couro.
Sustentabilidade e inovação no centro da nova estratégia
Tomazoni reforçou que a criação da JBS VIVA é um passo natural na trajetória de expansão e inovação da companhia.
“Temos muito orgulho do que construímos — ampliamos mercados, investimos em pesquisa e redefinimos o padrão de sustentabilidade do setor. Agora, com a JBS VIVA, levaremos essa excelência a um patamar ainda mais elevado”, afirmou.
A JBS continuará detendo 50% de participação acionária, enquanto o Grupo VIVA — formado pelas acionistas Vanz e Viposa — ficará com os outros 50%. O conselho da nova empresa terá participação igualitária entre os dois grupos.
Pelo acordo, o presidente do conselho e o diretor financeiro (CFO) serão indicados pela JBS, enquanto o diretor executivo (CEO) e o diretor de operações (COO) serão indicados pela VIVA. A conclusão da transação ainda depende do cumprimento das condições habituais e da aprovação dos órgãos regulatórios competentes.
Couro segue estratégico para a JBS e ganha novo impulso global
O líder da JBS Couros, Guilherme Motta, ressaltou que a cadeia do couro continua sendo estratégica dentro do grupo e reforça o compromisso com a sustentabilidade e a rentabilidade.
“O couro é um coproduto natural da cadeia de proteína bovina e ganha nova vida ao ser transformado em uma ampla gama de produtos — de calçados e bolsas a revestimentos automotivos e móveis. Essa união reforça a visão da JBS de que sustentabilidade e rentabilidade caminham juntas”, concluiu Motta.
Com a criação da JBS VIVA, o setor de couros ganha uma nova potência global, unindo inovação, sustentabilidade e tradição industrial, e consolidando a liderança brasileira em um dos segmentos mais sofisticados do agronegócio mundial.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Ministro André de Paula participa de ato simbólico de exportação de uvas com oportunidades abertas pelo Acordo Mercosul-União Europeia
O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, participou, nesta sexta-feira (22), em Petrolina (PE), de ato simbólico de exportação de carga de uvas amparada pela entrada em vigor do Acordo Mercosul–União Europeia. A ação ocorreu durante visita ao packing house da Fazenda Argofruta, no Vale do São Francisco, e marcou o registro da carga destinada ao mercado europeu com tarifa zero.
Durante o ato, o ministro destacou a importância do acordo comercial para ampliar a competitividade da fruticultura brasileira e fortalecer a presença dos produtos nacionais no mercado internacional.
“Estamos concluindo um momento que considero histórico. Esta carreta segue para o Porto de Suape levando a primeira carga de contêineres de uvas do Vale do São Francisco com tarifa zero. Isso representa mais competitividade para o nosso produto e, consequentemente, um retorno ainda maior para os nossos produtores”, comemorou André de Paula.
O ato simbolizou o potencial de ampliação das exportações da fruticultura brasileira, especialmente para produtores e exportadores do Nordeste, região que concentra um dos principais polos de produção irrigada e de exportação de frutas frescas do país.
O ministro ressaltou ainda a relevância do mercado europeu para a fruticultura do Vale do São Francisco e os impactos positivos do acordo para o setor. “Quando levamos em conta que cerca de 75% das uvas exportadas pelo Vale têm como destino o mercado europeu, percebemos a dimensão desse momento. É uma grande celebração, porque este acordo marca definitivamente a história da produção e da exportação de frutas da região”, destacou.
André de Paula também enfatizou os avanços obtidos pelo Brasil na abertura de mercados internacionais para os produtos agropecuários brasileiros. Desde 2023, o país contabiliza 616 aberturas de mercado em 88 destinos internacionais.
“Esse ato simboliza a força e a competitividade da fruticultura brasileira no mercado internacional. O acordo entre Mercosul e União Europeia representa novas oportunidades para os produtores brasileiros e reforça o trabalho realizado pelo Mapa para ampliar a presença do agro brasileiro no exterior”, afirmou o ministro.
O presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, destacou a atuação conjunta entre a ApexBrasil, o Ministério da Agricultura e Pecuária e o governo federal na consolidação do acordo e no fortalecimento das exportações da fruticultura brasileira. “Hoje vemos, na prática, o resultado desse trabalho integrado, com a saída do primeiro contêiner de uvas do Vale do São Francisco com tarifa zero para o mercado europeu. Isso demonstra que o acordo já está gerando oportunidades concretas para os produtores brasileiros e ampliando a competitividade da nossa fruticultura no mercado internacional”, disse.
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