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Curitiba

Ipem-PR verifica taxímetros de veículos em Curitiba

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AEN

O Instituto de Pesos e Medidas do Paraná (Ipem-PR) faz a verificação periódica dos taxímetros instalados nos veículos utilizados para o transporte de passageiros em Curitiba. O trabalho iniciou em 13 de maio o encerramento está previsto para 31 de julho. Até esta sexta-feira (14) foram verificados 1.128 veículos, dos 2.949 táxis cadastrados junto à Companhia de Urbanização Curitiba (Urbs).

O presidente do Ipem-PR, Rubico Camargo, explica que o objetivo da verificação é constatar se o preço registrado no taxímetro corresponde ao trajeto percorrido pelo veículo, com base na distância e no tempo do percurso. De acordo com ele, a ação é importante tanto para o consumidor quanto para o taxista.

“No caso do passageiro, a verificação garante a veracidade do valor que está sendo cobrado. Para o taxista, elimina a concorrência desleal e o uso da tabela com o reajuste de preço, demonstrando confiança para o profissional no momento de realizar a cobrança do consumidor”, destaca Camargo.

A verificação periódica dos taxímetros é obrigatória. O agendamento pode ser feito no site do Ipem-PR (clique aqui).

Os proprietários podem escolher uma data dentro do período estipulado. Os veículos que não tiverem os taxímetros verificados estão sujeitos a autuação.

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BALANÇO – Segundo o Ipem-PR, em 2017 foram verificados 2.992 taxímetros. No ano seguinte foram 2.891. De acordo com o gerente de Verificação Metrológica, José Roberto Barcellos, essa redução ocorreu em função do Decreto nº 100/2018, da Prefeitura de Curitiba, que estabelece alterações no Regulamento dos Serviços de Transporte Individual de Passageiros – Táxi, ampliando o tempo de paralisação dos serviços de táxi pelo prazo máximo de 24 meses.

DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS – Para a verificação subsequente periódica o taxista deve apresentar no momento da chegada o Certificado do Veículo (CRVL), o último Certificado de Verificação Metrológica, o Álvara/Permissão da Prefeitura de Curitiba e a Guia de Recolhimento da União (GRU), que pode ser emitida através do site do Ipem-pr, acompanhada do comprovante de pagamento. Para os veículos que utilizam GNV é necessário apresentar também o Certificado de Segurança Veicular, dentro da validade prevista. A pista em que o procedimento é realizado fica na Rua José Gulin, no bairro Bacacheri.

NA PRÁTICA – Durante o procedimento, o metrologista confere o selo do lacre, as marcas de verificação do Inmetro, se algum dígito está queimado e, ainda, se os dados do veículo conferem com o certificado cedido pelo Inmetro. Depois, o metrologista simula corridas com o taxista, na bandeira 1 e na bandeira 2, por uma pista pré-demarcada, que segue as definições do Inmetro. Se aprovado, é colocada uma marca de verificação no instrumento e o taxista recebe o certificado.

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Em caso de reajuste de tarifas ou de alguma manutenção no taxímetro, primeiro os taxistas devem comparecer a uma das oficinas credenciadas junto ao Ipem-PR e ao Inmetro para alterar a tarifa ou fazer a manutenção do aparelho. Posteriormente, devem dirigir-se para os ensaios metrológicos na pista.

OUVIDORIA – Em caso de dúvida, ou para fazer alguma denúncia, o cidadão deve entrar em contato com a Ouvidoria do Ipem-pr por meio do telefone 0800 645 0102, de segunda a sexta, de 8h às 12h e 13h às 17h, ou através do site do Ipem-PR: http://www.ipem.pr.gov.br, no link “Ouvidoria”.

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Curitiba

Jovem que estava desaparecida foi assassinada em Curitiba

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Desaparecida desde outubro deste ano, a jovem Ana Carla Dalacosta de Menezes foi encontrada morta em Curitiba. O corpo já havia sido localizado na manhã do dia 10 do mês passado, mas só nesta sexta-feira (19) foi identificado.

Ana era moradora de Rolândia e foi considerada desaparecida após sair de casa informando que iria atrás de um emprego em Maringá. Alguns dias depois, ela teria sido vista em Apucarana.

No entanto, Ana viajou para Curitiba e foi brutalmente assassinada na capital paranaense. O corpo foi localizado em chamas às margens do Rio Belém, na Rua Sérgio Venci, por moradores da região. A Guarda Municipal foi chamada e controlou o fogo.

A Polícia Científica realizou a perícia e contratou que ela pode ter sido morta asfixiada, antes de atearem fogo no corpo.

Nos últimos dias, o pai da vítima divulgou nas redes sociais sobre o seu desaparecimento, pois estranhou que ela estava há muitos dias sem se comunicar com a família. Ao descobrir que havia um corpo no Instituto Médico Legal (IML), de Curitiba, que batia com as características de Ana Carla, familiares foram até a capital e com um exame de arcada dentária, conseguiram confirmar que se tratava dela. A família também reconheceu as roupas que ela usava.

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A Divisão de Homicídios segue com a investigação para tentar identificar o autor ou autores do crime. A motivação do crime ainda é desconhecida.

O corpo de Ana Carla após ser liberado, deverá ser encaminhado para Rolândia onde acontecerá o enterro.

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