Connect with us


Brasil

Investimentos tornam rodovias federais mais seguras e elevam qualidade das estradas a nível recorde

Publicado em

Quem trafega pelas rodovias federais brasileiras encontra hoje estradas em condições muito melhores do que se via poucos anos atrás. O avanço é resultado direto do aumento dos investimentos realizados pelo Ministério dos Transportes na recuperação e conservação da infraestrutura rodoviária.

Entre 2023 e 2025, a média anual de recursos destinados à manutenção das estradas federais alcançou R$9,9 bilhões, mais que o dobro da média registrada entre 2019 e 2022, que foi de R$4 bilhões.

Aporte que levou o Índice de Condição da Manutenção (ICM), do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), ao melhor resultado da série histórica: hoje 75% das rodovias federais são classificadas como boas, ante 52% em 2022.

Os avanços também podem ser observados no Painel CNT de Rodovias Perdoam 2025, da Confederação Nacional dos Transportes. De acordo com o estudo, 62,6% da malha rodoviária apresenta índice médio ou alto de capacidade de mitigação dos impactos dos sinistros, percentual superior ao registrado em 2024.

Manutenção e segurança

A relação entre infraestrutura e segurança viária é tema de estudo elaborado pela Subsecretaria de Fomento e Planejamento do Ministério dos Transportes.

Leia mais:  MTE divulga dados do Caged de abril nesta quinta-feira (28)

A pesquisa “Manutenção das Rodovias e Segurança Viária: Dados e Evidências” aponta que a melhoria da qualidade das pistas reduz a frequência de sinistros e diminui o número de pessoas envolvidas em acidentes.

O estudo mostra que os investimentos realizados nos últimos anos permitiram uma melhora consistente das condições do asfalto nas rodovias federais. Entre 2022 e 2025, o indicador utilizado para medir defeitos e irregularidades no pavimento apresentou redução contínua, refletindo o avanço das ações de manutenção executadas pelo Governo do Brasil.

De acordo com a subsecretária de Fomento e Planejamento do Ministério dos Transportes, Gabriela Avelino, “investir na conservação da infraestrutura significa reduzir riscos, evitar prejuízos sociais e oferecer mais proteção para quem utiliza diariamente as estradas brasileiras”.

Para o secretário Nacional de Trânsito, Adrualdo Catão, a qualidade da infraestrutura é um dos elementos fundamentais para reduzir a violência no trânsito.

“A segurança viária depende do comportamento dos condutores, da fiscalização e da educação para o trânsito, mas também passa pela infraestrutura. Rodovias bem conservadas, com pavimento de qualidade e sinalização adequada, oferecem condições mais seguras para a circulação de pessoas e mercadorias”, destaca.

Leia mais:  FGTS é pilar da proteção social e precisa ser preservado, afirma ministro Luiz Marinho

Recorde de investimentos

O fortalecimento da infraestrutura rodoviária também vem sendo impulsionado pelos investimentos privados atraídos pelos leilões promovidos pelo Ministério dos Transportes.

Desde 2023, já foram realizados 24 leilões rodoviários, consolidando a maior carteira de concessões da história recente do setor. Os contratos abrangem 11.815 quilômetros de rodovias e garantem mais de R$ 268,79 bilhões em investimentos ao longo das próximas décadas.

Os recursos estão sendo destinados à ampliação da capacidade das estradas, recuperação de pavimentos, implantação de novas faixas, construção de dispositivos de segurança, modernização operacional e melhoria dos serviços prestados aos usuários.

Somados aos investimentos públicos em manutenção, esses projetos ampliam a capacidade da infraestrutura brasileira de oferecer viagens mais seguras, eficientes e confortáveis, fortalecendo a logística nacional e contribuindo para a redução dos riscos nas rodovias federais.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

Comentários Facebook

Brasil

Dia de Combate ao Fumo: Ministério da Saúde convida amapaenses a compartilhar os desafios de parar de fumar

Published

on

No Dia Nacional de Combate ao Fumo, celebrado neste sábado (29), o Ministério da Saúde convida a população do Amapá a falar sobre os desafios de parar de fumar. A ação “Conte o que o cigarro não mostra” convida fumantes, ex-fumantes, familiares e outras pessoas que convivem com o problema a compartilhar experiências sobre os efeitos do consumo de cigarro na sua rotina, na qualidade de vida e na saúde. Para participar, basta acessar a página #MinhaHistóriaSemFiltro no Portal da Saúde e preencher o formulário contando a sua história. As informações coletadas vão ajudar a definir novas imagens e mensagens que serão utilizadas nas embalagens de cigarros, além de contribuir para o aperfeiçoamento das políticas públicas de combate ao tabagismo.

As imagens estampadas nas embalagens de cigarros mostram algumas das consequências do tabagismo. Mas há impactos que nenhuma fotografia consegue retratar: as mudanças na rotina, na convivência com familiares e amigos, nas relações afetivas e no dia a dia de quem fuma e de quem convive com o tabagismo. São essas experiências, que não aparecem nas embalagens, que a ação busca conhecer por meio dos relatos da população.

Com essa ideia, a ação abre um canal direto de escuta para fumantes, ex-fumantes, familiares e qualquer cidadão que queira contribuir. Cada depoimento ajuda o poder público a enxergar o tabagismo de forma mais ampla e humana, para além dos números. Ao compartilhar sua experiência, a população contribui diretamente para as próximas ações do Ministério da Saúde na área.

Estado teve redução no número de fumantes

Leia mais:  Ministério da Saúde habilita primeiras equipes de Cuidados Paliativos no SUS e investe R$ 8 milhões na Política Nacional de Cuidados Paliativos

Levantamento do Ministério da Saúde divulgado em 2026 trouxe um alerta: após quase 20 anos de queda, o número de fumantes no Brasil voltou a crescer. Em 2024, 11,7% da população adulta fumava, segundo dados do Vigitel, inquérito nacional sobre fatores de risco para doenças crônicas. Apesar do avanço em relação ao início da série histórica – em 2006 eram 15,7% de fumantes – o percentual está acima dos 9,2% de fumantes registrados em 2023.

No Amapá, os dados de Macapá mostram uma trajetória de redução do tabagismo ao longo dos anos. Na capital amapaense, o percentual de adultos fumantes caiu de 17,5%, em 2006, para 8%, em 2023, uma redução de 9,5% pontos percentuais.

Busca por apoio no SUS aumentou quatro vezes mais no estado

Mesmo diante dessa redução, a procura por apoio para parar de fumar aumentou no Amapá, indicando a importância do acesso ao tratamento oferecido pelo SUS. Em todo o país, o também cresceu o número de pessoas que buscam por apoio e tratamento para parar de fumar nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do SUS – foram 2,1 milhões de pessoas atendidas em 2025. Esse número era 1 milhão em 2022.

No estado, foram 13.385 atendimentos realizados em 2025, contra 3.211 em 2022 — um aumento de quatro vezes mais no total de atendimentos, segundo dados registrados pelo Ministério da Saúde.

O tratamento é oferecido gratuitamente na rede pública de saúde e inclui acompanhamento individual ou em grupo, orientações para lidar com a dependência e, quando indicado pelos profissionais de saúde, medicamentos para reduzir os sintomas da abstinência, como adesivos e gomas de nicotina e bupropiona. A porta de entrada é a Unidade Básica de Saúde, onde o cidadão pode buscar informações sobre a oferta do tratamento em sua região.

Leia mais:  Ministério do Turismo participa de anúncio de voo diário entre Brasília e Campina Grande

O cuidado à pessoa tabagista envolve etapas de identificação e busca ativa, acolhimento, avaliação clínica e do grau de dependência, definição e implementação do plano terapêutico (individual ou em grupo) e monitoramento da evolução clínica, manejo de recaídas e reforço das estratégias de cessação.

Combate ao tabagismo no Brasil

O tabagismo é uma doença crônica causada pela dependência à nicotina e está associado a mais de 50 doenças, entre elas diferentes tipos de câncer, doenças cardiovasculares e doenças respiratórias. No Brasil, o cigarro é responsável por cerca de 90% das mortes por câncer de pulmão e está relacionado a milhares de mortes prematuras todos os anos.

O Brasil é reconhecido internacionalmente pela adoção de um conjunto abrangente de políticas públicas de controle do tabaco, alinhadas à Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco da Organização Mundial da Saúde (CQCT/OMS). Entre as medidas estão a proibição da propaganda de produtos de tabaco, a restrição do fumo em ambientes coletivos fechados e a adoção de advertências sanitárias com imagens e mensagens nas embalagens de cigarros. 

Conheça a campanha: Conte o que o cigarro não mostra

Conheça os dados do Vigitel 

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262