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INTERNET – O papel da educação na segurança on-line

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Dia da Escola: qual é o papel da educação na segurança on-line de crianças e adolescentes?

Os educadores têm um papel estratégico na proteção e orientação de crianças e adolescentes. Aproveitando o espaço da escola para discussão de temas importantes, como sexualidade, gênero e segurança no ambiente on-line.

Um estudo sobre o comportamento de crianças e adolescentes no ambiente on-line, realizado recentemente pelo Google, aponta que 35% dos educadores já tiveram conhecimento sobre algum incidente relacionado à segurança on-line nas escolas; 98% deles concordam que o tema da segurança on-line deveria fazer parte da grade curricular dos colégios, contudo, embora reconheçam a importância da escola nesse papel, 83% desses profissionais afirmaram que não sentem que possuem os recursos necessários para ensinar o tema a seus alunos.

Confira:

Além de entender o tema, compreender qual o papel do educador é um desafio não só na proteção contra a violência sexual, mas também no estímulo ao uso seguro e ético da internet para que ele traga influências positivas ao desenvolvimento de crianças e adolescentes.

Nunca é demais lembrar que, nos últimos anos, cresceu assustadoramente os casos de sexting (divulgação de conteúdos eróticos e sensuais através de celulares) entre pares. A tecnologia cria oportunidades de mudança cultural, ao mesmo tempo que reforça também padrões já estabelecidos de masculinidade e feminilidade não igualitários em termos de gênero e não respeitosos à dignidade sexual e ao desenvolvimento saudável da sexualidade.

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Nesse sentido, a escola pode estabelecer espaços de discussão sobre a proteção da criança ou do adolescente e garantir um cuidado efetivo; participar de campanhas de mobilização sobre a segurança no ambiente digital: quanto mais engajados, atentos e bem informados os alunos, mais estarão protegidos.

A escola pode:

  • Capacitar os professores e o corpo técnico com programas de formação para serem capazes de identificar crianças e adolescentes em situação de risco e orientá-los de forma adequada para a prevenção da violência.
  • Disponibilizar um espaço de disseminação da informação, auxiliando a mudança de percepções negativas e errôneas sobre o tema, por meio de palestras, encontros de discussão e esclarecimento, com pais, alunos, professores.
  • Usar as informações disponíveis na mídia, textos, dados estatísticos e outros, para incentivar as discussões em sala de aula com os alunos, desmistificando o tema e abrindo a possibilidade do diálogo.
  • Trabalhar a sexualidade como parte integrante do desenvolvimento integral do aluno, o que exige o enfrentamento do tabu e do preconceito.
  • Oferecer aulas de orientação sexual como tema constante no ensino escolar, como sugerem os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) do MEC. Isso pode contribuir para a prevenção da exploração sexual de crianças ou adolescentes, pois melhora a autoestima, conscientiza e aumenta a percepção de si mesmo e de seus direitos.
  • Denunciar em caso de qualquer suspeita de violação de direitos contra crianças e adolescentes.

Para saber mais, acesse a nossa cartilha Navegar com Segurança.

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Acesse também o Curso de Cidadania Digital e Segurança, voltado para educadores, disponibilizado gratuitamente pelo Google.

[Fonte: Childhood Brasil – 15/03/2018]

 

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Referências:   (links externos)
»   Childhood Brasil

Fonte: Ministério Público PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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