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Paraná renova equipe no domingo e mantém missão de apoio ao Rio Grande do Sul

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O apoio do Paraná para a Operação Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul, entra em uma nova fase neste domingo (24), com a substituição de boa parte do contingente enviado para o estado. Vinte e dois bombeiros paranaenses e três cães que participam das atividades durante essa semana retornam para os quartéis de origem e dois binômios (nome dado ao par composto por um cão e um condutor) e um outro bombeiro de apoio serão enviados para a continuidade das buscas, em apoio às forças de segurança e salvamento gaúchas.

Assim, o Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) vai permanecer na força-tarefa com três bombeiros militares e dois cães. Ainda são nove desaparecidos após a passagem do ciclone extratropical que provocou a pior tragédia natural da história do Rio Grande do Sul, com 49 mortos.

O Paraná vem mantendo uma equipe de apoio às forças de segurança locais desde o começo da operação, inclusive participando do resgate de duas vítimas. Foram executadas ações de busca, salvamento e ajuda humanitária, especialmente em localidades de difícil acesso, com a ajuda de um helicóptero. Um esforço logístico que já mobilizou 85 bombeiros e seis cães da Corporação, além de 15 viaturas e uma aeronave. Atualmente, o foco da missão tem sido o de procurar as pessoas desaparecidas.

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Uma equipe da Defesa Civil do Paraná que tem experiência em situações extremas também colaborou com os municípios atingidos para a obtenção de recursos para a reconstrução.

Mais de 100 cidades registraram estragos causados pelo temporal – a maioria chegou a declarar situação de emergência ou calamidade pública. Além disso, o número de feridos passou de 900. Relatório preliminar do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) aponta que mais de 10 mil edificações foram atingidas pelas enchentes – 67% delas “gravemente submersas”.

Fonte: Governo PR

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Reta final: pavimentação entre Mandirituba e São José dos Pinhais chega a 84,19%

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A pavimentação da ligação metropolitana em concreto que conecta os municípios de Mandirituba e São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), entrou em sua reta final de execução. Uma nova medição oficial aponta que o projeto atingiu 84,19% de conclusão, consolidando o avanço definitivo de uma das principais intervenções de infraestrutura viária do Estado.

Com investimento de R$ 111,8 milhões do Governo do Estado, coordenado pela Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep), a obra de 26 quilômetros de extensão começa a desenhar seu cenário definitivo. A escolha pelo pavimento rígido de concreto — que assegura maior durabilidade, alto desempenho estrutural e baixa necessidade de manutenção — já transforma a realidade local à medida que os trabalhos se aproximam da entrega, prevista para agosto de 2026.

Com a obra concentrada nesta etapa final, os serviços que antes se dividiam entre terraplenagem, drenagem e base já dão lugar, na maior parte do traçado, ao acabamento: lançamento de concreto, sinalização horizontal e vertical, e os dispositivos de segurança que vão acompanhar a rodovia. A proximidade entre os percentuais de execução dos diferentes trechos mostra um cronograma que avança de forma equilibrada ao longo de toda a extensão.

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A ciclovia, prevista desde o início do projeto como parte das melhorias de funcionalidade da via, ganha corpo justamente nos segmentos que ficam entre o trecho central, já quase pronto, e as duas extremidades da obra, reforçando o caráter da via como uma rodovia pensada também para a mobilidade de quem usa bicicleta no dia a dia entre os municípios da região.

Para o diretor-presidente da Amep, Gilson Santos, o estágio atual da obra demonstra a evolução consistente do empreendimento e permite vislumbrar a entrega de uma importante demanda regional. “Estamos entrando na reta final de uma obra estratégica para a mobilidade metropolitana. Com mais de 84% dos serviços executados, já é possível perceber a transformação que essa nova ligação proporcionará, melhorando a circulação de pessoas, impulsionando o desenvolvimento regional e fortalecendo a integração entre os municípios”, destaca.

Mais do que aproximar duas importantes cidades, a nova rodovia funcionará como um estratégico corredor logístico para o Sul da RMC, conectando diretamente duas das principais rodovias federais do país: a BR-116 e a BR-376.

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Quando inaugurada, a estrutura vai otimizar o escoamento de produção e a mobilidade urbana, beneficiando diretamente não apenas Mandirituba e São José dos Pinhais, mas todo um ecossistema regional que inclui os municípios de Quitandinha, Agudos do Sul, Piên, Campo do Tenente e Rio Negro. Com o cronograma mantido e ritmo intenso, a ligação metropolitana se prepara para abrir novos caminhos para o desenvolvimento paranaense em agosto.

Fonte: Governo PR

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